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domingo, 19 de março de 2017

UMA VIDA DE FRUTIFICAÇÃO, EBD Lç 13 19/03/17.

EBD LÇ. 13 19/03/2017 “UMA VIDA DE FRUTIFICAÇÃO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – A VIDEIRA E SEUS RAMOS.
II – O FUNDAMENTO DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL.
III – CHAMADOS PARA FRUTIFICAR.             
A ÁRVORE E SEUS FRUTOS. SE CORTA-LO DEVORE RAPIDAMENTE OU APODRECE.

  
I – A VIDEIRA E SEUS RAMOS.

1.1 A parábola da vinha.

Começamos bem a última lição do primeiro trimestre e o autor toma a declaração de Jesus mostrando-se como “videira verdadeira” o que poderíamos dizer, ser essa declaração, a porta de entrada para todas as parábolas proferidas pelo Senhor.

Pensando por semelhança, como as raízes absorvem os minerais do solo que através dos vasos lenhosos, alimenta os galhos e consequentemente as folhas e os frutos produzidos, assim, nada funciona a quem está fora do tronco da videira. Nada recebe e nada pode dar.


1.2 Condição para ser produtivo.

Várias parábolas do Senhor estão ligadas a produtividade inclusive a figueira amaldiçoada no caminho entre Betânia e Jerusalém. Mc. 11:14.

“Sem mim, nada podeis fazer”  Jo. 15:5. Quem insiste, literalmente “quebra a cara”.

                   
II – O FUNDAMENTO DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL.

2.1 Firmados no amor de Cristo.
  
O resultado dessa semente chamada amor, se é que a temos, pois o que confirma sua presença em nossa vida é o agir de forma semelhante a Cristo. Fil. 2.

Neste ponto o autor ressalta o amor de Cristo e o que ele fez para nos salvar. A Bíblia declara que devemos dar a nossa vida pelos irmãos.  Consideremos João 3:16 e IJoão 3:16.

Se uma árvore é conhecida pelos seus frutos, concluímos que se não for achado frutos na vida de quem quer que seja, esse tal não é dele nem o conheceu. 
                                                          
Simples assim.

2.2 Por que o amor é a base da frutificação?

O amor é o combustível que nos faz movimentar por entre os necessitados, pela igreja, família e trabalho, deixando rastros de benevolência.

Quando o amor está no lar, a resposta é a vida longa e saudável do cônjuge e da família.

Na igreja reflete o bom relacionamento entre os crentes e estes com o pastor.

2.3 Cheios do Espírito e do amor.

Já foi explicado em outras ocasiões que o “Espírito” com “E” refere-se sem ao Espírito de Deus, ou de Cristo ou o Consolador.

Enchendo-nos do Espírito consequentemente seremos cheios do amor.

III – SOB A TUTELA DO AMOR, REJEITEMOS AS OBRAS DAS TREVAS.
                                             
3.1 Revestidos do amor.

Texto um pouco mais longo onde o autor revela o que tem em nossa vida como resultado do revestimento associado ao conhecimento da palavra e o crescimento espiritual.

Perceba-se que muita gente vive um evangelho equivocado, totalmente destituído da necessidade de estar e permanecer revestidos bem como do crescimento espiritual que só acontece se houver um bom ensino bíblico.

O que de bom a acontece em nossa vida, o autor descreve em três pontos:

a) Amor estreito com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo.

b) Um relacionamento amoroso, protetor e respeitoso com a esposa e vice-versa.

c) Um bom relacionamento com os filhos que os permita crescer, física, espiritualmente, intelectualmente e com acesso as melhores condições de vida.

3.2 Se a Palavra estiver em nós.

Interessante abordagem do autor onde declara que é a condição de sermos ouvidos nas orações e cita João 15:7.

 Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.”.

Há diferença entre este ensino e o que se ensina por aí, no sentido em que o crente pode pedir tudo e até intimar Deus mediante textos isolados da bíblia notadamente das promessas vetero-testamentárias endereçadas unicamente a “casa de Israel”.

Não se faz confrontação entre a vida do crente e o dever de obedecer a Palavra de Deus.

3.3 Cumprindo a Lei.

O cumprimento da lei não se refere somente a Lei de Deus, mas a Lei dos homens.

Sem amor e sem respeito que é também um fruto e natureza espiritual, as transgressões se tornam frequentes na vida dos homens.

Outro aspecto deste ponto, “cumprindo a lei” põe de lado a pretensão de alguns que tentam forçar ao cumprimento de pontos isolados dos dez mandamentos ou das leis complementares encontradas no Pentateuco.

Quando Jesus disse que não tinha vindo ab-rogar ou pô-la em desuso, mas cumprir a Lei. Mt. 5:17, deixou muito claro que o amor nos coloca  a serviço, naturalmente.


Alguns ensinam que as leis cerimoniais tinham sido abolidas pelo Senhor e que o decálogo não e devia ser obedecido; assim é que muitos acham que precisa guardar o sábado. Oras!  Não se pode pensar em guardar um mandamento sem viver sob os demais.

De sorte que o cumprimento da Lei é o amor. Rm 13:10.


quarta-feira, 15 de março de 2017

QUEM AMA CUMPRE PLENAMENTE A LEI DIVINA, EBD Lç.12 19/03/17

EBD LÇ. 11 19/03/2017 “QUEM AMA CUMPRE PLENAMENTE A LEI DIVINA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – A SINGULARIDADE DO AMOR ÁGAPE.
II – AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO.
III – SOB A TUTELA DO AMOR, REJEITEMOS AS OBRAS DAS TREVAS.

O amor socorre o aflito, une pessoas e afasta o que aterroriza. Quando falta, falta tudo. 



I – A SINGULARIDADE DO AMOR ÁGAPE.  

1.1 Amor, um aspecto do fruto.

Transcrevo abaixo o texto para que o professor visualize alguns pontos interessantes considerados pelo autor neste tópico:

Lembro-me quando jovem,  a primeira vez que li este versículo e por algum tempo, achei estranho a razão de haver sentimentos diversos como “fruto” e não “frutos” do espírito.

FRUTO -  A melhor definição está como: Resultado ou consequência de alguma coisa.

FRUTO E NÃO FRUTOS – São sentimentos diversos que juntos declaram a completa natureza cristã de quem experimentou o novo nascimento, foi perdoado pela obra da cruz e vive em novidade de vida como filho de Deus.

IJo. 3:2 – “(...) Agora somos filhos de Deus...”

Rm 6:4 “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.”.
              
Quando falamos do homem interior e não do homem intelectual ou moral, todos os bons valores se manifestam em sua natureza com o que recebeu de Deus sendo o primeiro, o “AMOR”.

Pelo texto compreendemos que não pode haver dois ou três sentimentos e faltar o restante.
                    
Gl. 5:22. Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.”.

Neste ponto o autor explica a definição grega para o amor enquanto na língua portuguesa tudo é amor, até praticar sexo. Para os gregos:

Ágape para o amor divino e mesmo o amor que nos envolve na vida cristã.

Philéo para o amor familiar e entre amigos.

Eros para o amor entre cônjuges e o que se relaciona com sensualidade ou erotismo.



1.2 O amor ágape.


O amor mostrado na Bíblia, “ágape”, define bem a nossa relação com Deus como também a nossa relação de convivência espiritual na igreja ou seja, vivemos em amor ou não vivemos.


Não há qualquer vínculo entre nós os crentes, sem o amor. Observe que o amor na essência é o amor de Deus e o seu amor foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Rm 5:5.


1.3 O amor ágape derramado em nós.

Neste ponto cabe perguntar se ao nascermos, trazemos o amor e com que tipo de amor nasceu?!

O homem nasce com sentimentos contidos que crescem e amadurecem na medida do crescimento físico e moral. Tudo deve crescer conosco, porém há forte dependência do meio ambiente e da educação que recebemos.

Lembrar ainda que “podemos” receber uma boa carga de herança moral dos nossos pais, mas toda boa dádiva e todo dom perfeito vem de Deus, do Pai das luzes. Tg. 1:17.

                   
II – AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO.

2.1 O amor de Deus.

Deus mostrou o seu amor  incondicional, sublime, maravilhoso e dele próprio, pois Deus é amor   IJo. 4:16.

O amor condicional é a proposta para que o homem permaneça nele.

Exemplo?  Jo.14:21 “... aquele que me ama, será amado de meu pai...”.
                      Pv. 8:17 “Eu amo os que me amam...”.

O amor a Deus deve ser absoluto. Não tem barganha; amamos acima de tudo e de todos ou não amamos.

O homem não  demonstra pleno amor a Deus no momento em que elege no seu coração, figuras da mais alta preferência e importância;  seja um pregador, cantor, pastor ou qualquer outra personalidade do mundo midiático. 

Midiático – Os que vivem sob holofotes nas mídias.       

Há uma fórmula pela qual avaliamos o nosso amor para com Deus e ela é infalível:
                
IJo. 4:20 “ (...)      Quem não ama a seu irmão, a qual viu, como pode amar a Deus a quem não viu?”.

Dizer que ama a Deus e falha quando precisa demonstrar amor ao seu irmão faz de si, um mentiroso.
                                                                                

2.2 O amor a si mesmo.

Recomendo a leitura deste ponto que é curto e está muito bem esclarecido. O que acrescento aqui deve alcançar quem não frequenta EBD consequentemente, não tem a lição.

O autor inicia este ponto dizendo que amar a si próprio pode parecer narcisismo.

Narcisismo. Termo usado pela psicanálise para definir uma pessoa que nutre paixão por si própria e de forma exagerada.

Ter amor por si mesmo, é preservar-se de todo  mal como daquilo que possa lhe causar dano sendo também a manifestação sincera interior de sentir-se bem em todos os sentidos.

Quando faltamos com amor próprio? Quando só vemos erro e coisas erradas em nós.
                                                 
Quando cremos no amor e no perdão de Deus e não aprendemos a nas perdoar.

Sou o mais próximo de mim mesmo. Se tudo estiver bem comigo, farei que tudo esteja bem com quem depende de mim.

2.3 O amor ao próximo.

Quando ofereço ao serviço social da igreja os pacotes de pó de café necessários ao atendimento, faço questão de comprar o mesmo café que tomo na minha casa; esse é o princípio.

Jamais darei a outro aquilo que desprezo, que não tenho prazer ou gosto.

Jamais tratarei o semelhante da maneira como alguém me tratou e não gostei.

A “Parábola do Bom Samaritano”  Lucas 10 foi proposta pelo Senhor para responder toda e qualquer pergunta sobre o amor ao próximo.

Se a  esposa ama com esse amor ágape, ela não achará defeitos nem motivos para separação.

Se o esposo ama a esposa com o mesmo amor, não achará defeitos nela nem motivos para separação.

Aquele que aborrece o seu irmão não tem permanecente nele a vida eterna.   IJo.3:15

                            Simples assim.


III – SOB A TUTELA DO AMOR, REJEITEMOS AS OBRAS DAS TREVAS.

                                               
3.1 Debaixo da tutela do amor.           

O autor explica o significado de “tutela” nesse contexto como sendo o encargo ou dever que temos sobre outro; proteger, cuidar, querer o bem e nesse ponto, muitos falham por pura desatenção com os conselhos de Deus vistos e lidos na sua palavra.

Eu penso que o descuido acontece por falta de leitura bíblica, de oração e principalmente de amor a própria alma, sabendo que disso resulta a minha melhor relação com Deus.

3.2 Amor, antídoto contra o pecado.

Recomendo a leitura em classe, do maravilhoso e curto comentário do autor nesse ponto.  Vou publicar um pouco:

Escreveu o autor: “Quem ama não trai o cônjuge, não mata, não rouba, não cobiça  e etc”.

Errou?! Conserte de forma absoluta com Deus e não pratique aquilo que pode  comprometer a salvação ou seja, persistir no erro.

Gl. 6:7 “Deus não se deixa escarnecer; aquilo que o homem semear, isto ele ceifará”.

3.3 O amor leva a obediência.

Excelente o comentário do autor neste tópico, pontuando alguns:


-  “Amor fruto do Espírito não é um mero sentimento; envolve ação.”.
- “O que torna uma igreja forte não são os seus recursos financeiros seus líderes e ou número de membros,  mas o amor revelado...”.
- “Quem ama tem prazer em ouvir e obedecer a palavra de Deus”.

Vamos aos fatos:

Fui pastor em várias igrejas e posso garantir que o pastor é o canal de bênção entre Deus e os membros da igreja. Se ele não buscar de Deus, nada terá para o povo.

Se o pastor não for uma pessoa amorosa, a maior parte da igreja negligenciará o amor entre si.

Conheci e conheço pastores que; primeiro ele,  principalmente se a farinha for pouca, só vai dar para o seu pirão.

Quando o pastor mostra amor e cuidado pelos seus auxiliares, a igreja notará e responderá aos apelos.

Se o pastor for amoroso e atencioso com os menos favorecidos,  ninguém obterá sucesso quando tentarem prejudica-lo nas instâncias superiores do ministério.  Já experimentei muito isso e posso garantir que o remédio não falha.


Finalizando:


Não precisamos de igrejas reformadas e sim de mentes renovadas e cativas à Cristo.