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sexta-feira, 30 de março de 2012

EBD01ABR APOCALIPSE, A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO


LIÇÃO 01 – APOCALIPSE, A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO.
Para o dia 01/04/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DO APOCALIPSE
II – AUTORIA, DATA E LOCAL
III – APOCALIPSE, O LIVRO PROFÉTICO DO N TESTAMENTO.
IV – A LEITURA DO APOCALIPSE.


Em tempo: Dando início ao estudo sobre as 7 cartas dirigidas às igrejas situadas na Asia, chamada de Asia menor, península anatoliana, entre o continente asiático e a Europa, região banhada pelo mar Negro e o mar Mediterraneo, que corresponde hoje a porção asiática da Turquia. Nessa região povos como os hititas, os frígios e os lídios entre outros, se estabeleceram aí e nessa região, a igreja abriu suas filiais, principalmente pela pregação de Paulo em suas viagens missionárias. As igrejas da Ásia foram o foco das atenções de Paulo e agora no Apocalipse, o Senhor trata diretamente com essas igrejas, tema da lição. O estudo dessas cartas, a princípio, pode parecer insignificante, como se tivéssemos pouca coisa para falar, todavia, ao falar sobre elas, projetamos o assunto para cobrir as igrejas do presente século para encontrarmos as semelhanças nos assuntos abordados para cada uma.
A Ásia maior, corresponde a 1/3 do nosso planeta sendo os dois principais países em população e território, a Índia e a China, sem deixar de lado, o Japão, pela sua importância econômica no contexto mundial.

I – O LIVRO DO APOCALIPSE
Para falar sobre as cartas, o autor optou por falar inicialmente sobre o livro e sua estrutura.
1.1 Apocalipse, o único livro profético
O autor admite que o Apocalipse é o único livro profético do novo testamento, porem, completa que hajam profecias nos demais livros.
Quanto à natureza, diríamos que na verdade, é o único, pelo seu conteúdo que a partir do capítulo 4, deixa a particularidade das igrejas para tratar dos acontecimentos mundiais, da segunda vinda de Cristo, das nações, do milênio e por fim, da eternidade com novos céus e nova terra.

1.2 Um livro de advertências e consolações.
Neste tópico, o autor ensina que o Apocalipse, não trata apenas dos acontecimentos futuros, ele exorta, consola e adverte com relação a posição em que temos que estar, quando todas as coisas começarem a acontecer. Entre tantas, temos duas importantíssimas advertências, na sua conclusão, Capítulo 22 sobre possíveis acréscimos ou subtração de textos que entendemos, estenda-se a toda Bíblia, mas, principalmente “as palavras desta profecia..”. Podemos nos assegurar que não se trata de aumentar ou diminuir o texto apenas, mas, forçar a interpretação para confundir ou acomodar preceitos humanos, coloca o homem sob julgamento e maldição.

II – AUTORIA, DATA E LOCAL.
2.1-3 João, filho de Zebedeu, escreveu o quarto evangelho que leva o seu nome, três epístolas universais e o Apocalipse. A melhor alcunha dada a João, particularmente, é a de discípulo amado. Com a fidelidade comprovada ao acompanhar o Senhor em todas as etapas do seu julgamento, nas mãos de Anás, Caifás, Pilatos e o interrogatório de Herodes. Sobre ele, pesa uma palavra do Senhor, em resposta a uma indagação de Pedro, certamente referindo-se a João: “Seu eu quero que ele fique até que eu venha que te importa? Quanto a ti, segue-me” Jo. 21:21-22. Certamente essa volta se referia ao encontro do Senhor glorificado, com João na Ilha, para as revelações conhecidas. Local, Patmos, data: 90 a 96 d.C.

III – APOCALIPSE, O LIVRO PROFÉTICO DO N TESTAMENTO.
3.1 Tema do Apocalipse.
Revelação de Jesus Cristo. No Evangelho segundo escreveu Mateus, começando pelo lamento sobre Jerusalém, capítulo 23:37, Jesus dá início ao sermão profético, cujos acontecimentos, se projetam sobre o apocalipse, lá, envolvidos por visões, imagens, símbolos e figuras. Vale lembrar que o mundo, hoje globalizado, desacreditou muitos teólogos modernos, que ganharam dinheiro produzindo livros, cujo conteúdo, hoje não oferece qualquer sentido, diante da movimentação econômica e política mundial, para abrir a porta ao anti cristo. O mundo político está se reconstruindo para dar apoio ao mal e isso é inevitável. O mundo é como uma criança em fase de crescimento.

3.2 Divisões do Apocalipse.
Há muitas considerações a respeito, veja o que o autor comenta a respeito. Particularmente, prefiro simplificar as coisas de três formas:
1)   Advertência as igrejas de ontem e de hoje., culminando com o arrebatamento da igreja, Cap. 4:1 João vê uma porta aberta nos céus e a voz como de trombeta que lhe disse: “Sobe aqui e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas”. Sinaliza perfeitamente o chamado da igreja para que as demais coisas aconteçam, sem a sua presença.
2)   As revelações propriamente ditas, as movimentações nos céus e na terra, os selos e as trombetas, anunciando todo o mal contra este mundo incrédulo, os flagelos.
3)   O anúncio e queda da grande Babilônia, o júbilo no céu pela vitória de Cristo e da sua Igreja, a prisão de Satanás e a glória futura.

3.3 Objetivos do Apocalipse.
Considere-se o que diz o autor. Como o assunto leva a outros entendimentos, fica claro que o objetivo do Apocalipse, começa corrigindo as distorções doutrinárias das igrejas da Asia e por extensão, as igrejas do presente século e alertar para a brevidade da vinda do Senhor, marcada por diversos acontecimentos. Um alerta geral, mostrando que não podemos nos descuidar. O sinais, são um indício da sua vinda.

IV – A LEITURA DO APOCALIPSE.
4.1-3 Produção de livros, a leitura das escrituras e a liturgia da Palavra.
O autor, traça um perfil da produção de livros no período apostólico, não havendo uma imprensa com escala industrial para produzir livros, sabe-se da dificuldade em ter uma parte de qualquer deles, do novo testamento, inclusive para uso nas igrejas, diferente da situação de hoje em que o grande número de editoras lançam no mercado, não somente bíblias, mas, também, livros diversos, sobre assuntos a ela ligados. Alguns, de bons a ótimos e outros, pura exploração literária, incluindo-se aí, os que difundem verdadeiras  heresias.
O autor recomenda a leitura da Bíblia, como retorno a liturgia da palavra.
Em grande parte das igrejas, não se tem qualquer respeito a leitura bíblica, aquela, da abertura do culto. Muitos aproveitam para entrar e sair, como fazem também nos momentos de oração.

Conclui o autor que ninguém menospreze o Apocalipse, alegando tratar-se de um livro difícil e enigmático, todavia, principalmente aos pregadores andarilhos, que não se apeguem no texto, para pregar o que ele não quer dizer. Já vimos muito desses acontecimentos em nossos púlpitos.


quinta-feira, 29 de março de 2012

O BAFÔMETRO E A PRODUÇÃO DE PROVAS


A vida não me proporcionou militar no campo do direito, apesar da vontade. Do lado de cá da poltrona, ouvimos e assistimos a produção de pérolas para defender o que visivelmente é indefensável, senão vejamos:
Vou usar o plural, pois tenho certeza que não sou o único a pensar assim; creio que espalhados pelo Brasil, estão famílias que perderam seus entes queridos, tudo porque, um individuo resolveu virar a garrafa ao som de piadas e conversas fiadas, para em seguida dirigir o seu carro sem a mínima condição e destruir sonhos. Há muitos anos, fomos vítimas dessa barbárie e me lembro do sufoco, para ver a tentativa de evitar o flagrante em cima do sujeito que, se pingasse limão na sua cabeça, daria uma caipirinha.
É comum, o cidadão estar envolvido em crimes hediondos ou não e quando apanhado pela polícia, declarar que só fala em juízo. A razão para isso é que ele entende e tem garantias legais, por motivos que agora dispensamos comentar que não deve dar declarações precisas para instauração do inquérito policial, para não produzir provas contra si mesmo. Cabendo obviamente a polícia, a investigação dos fatos e a produção de provas que o incriminem.
Não é assim, quando pessoas matam no trânsito e outras são apanhadas em blitz policial. O que se faz, é garantir a segurança pública verificando se o motorista tem ou tinha condições de dirigir o seu veículo. Outra forma de produzir provas, e o individuo não pode fugir a responsabilidade, é a perícia verificar se o veículo estava em condições mecânicas de circular.
Temos aí, com a lei seca, um remédio legal para equilibrar as relações sociais.
No caso da lei seca, ela é benéfica, pois, protege o causador do desastre, para informar no inquérito, que não estava embriagado. Acidentes envolvendo veículos, nem sempre tem como causa embriagues casual ou falta de cuidados com o veículo circulante.
Causa-nos preocupação, a decisão do STJ votar pelo engessamento da lei seca, invalidando o uso do bafômetro e outros que permitam avaliar o grau de periculosidade por ingestão de álcool e direção.
Dizem que quem não deve, não teme.
Se com todo o rigor, burla-se a lei, imaginem sem ela.

domingo, 25 de março de 2012

IGREJA MUNDIAL E A VINDA DE JESUS

Percebam que todos os comentários, pelo menos os meus, não visam desqualificar referida igreja ignorando os milagres produzidos e mostrados diuturnamente pela televisão. Na minha última postagem sobre o Ap.Wadelmiro Santiago, fiz saber que a sua maneira de criticar todas as demais igrejas exaltando a sua obra, assemelha-se em muito o rei Nabucodonor que andando pelo palácio, não obstante, o aviso de Daniel, disse: "Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para casa real, COM A FORÇA DO MEU PODER E PARA GLÓRIA DA MINHA MAGNIFICÊNCIA(grifo meu). E.T. Não estou chamando a Mundial de Babilônia.

A resposta de Deus foi: "Passou de ti o teu reino". Daniel 4:30-31p.

Uma igreja com característica evangélica, deve encher-se da graça de Deus e pregar o evangelho com poder, coisa que algumas não fazem, para vergonha nossa, poder que não dispensa os bons ensinamentos da Palavra de Deus, coisa que essas megas igrejas desprezam, para vergonha deles.

Percebam que não estou atacando a obra, mas, defendendo a bandeira do evangelho, pois a falta da boa Palavra do Senhor, que deve ser a porta de entrada a esta graça e não as curas, é que pode alicerçar vidas preparando-as para o arrebatamento da igreja.

Não dá para esconder que todos os milagres manifestos, estão sempre alavancando as arrecadações que parecem, ser, a principal causa da existência delas.

Veja por exemplo o caso da Internacional da Graça: Testemunhos, louvores e sempre uma pregação até de certa forma consistente, todavia, sempre termina com aquele papelzinho picotado, para que o fiel, contribua, além das vendas de produtos e tv por assinatura.

Certamente você que é admirador, saia em defesa e diga: Se não fizermos isso, os ímpios o farão. Concordo sim, o que não entendo é que essas igrejas, não usam o dinheiro para grandes empreendimentos sociais e quando fazem alguma coisa, parece um colírio para os olhos, como quem diz: Nós fazemos.

Hoje, 25/03, lendo o jornal eletrônico UOL, reportavam-se ao Ap. Waldemiro em cuja declaração o mesmo desafiava o Bp.Macedo a abrir suas contas e dizia: "A fazenda do Mato Grosso é propriedade da igreja e não minha, eu até poderia ter comprado pois tenho recursos..." Aqui começa o meu questionamento.

Em primeiro lugar, em conversas com pessoas nas ruas e para uma boa causa, eu dizia: A Record está equivocada, O Apóstolo, não precisa de um centavo da igreja, pois esses senhores, possuem empresas paralelas que faturam alto, são empresas deles, alavancadas pelas igrejas para venda de produtos ligados a fé e portanto, é com esses recursos que adquirem bens.

Seja com recursos próprios, (Certa ocasião alguém levantou problemas com relação a posse de um certo padre famoso de São Paulo, e se não estou enganado, esse padre também tem empresa que articulam operações comerciais,  uma forma legal de construir patrimônio)  ou se os bens são adquiridos em nome e para propriedade da igreja, causa-nos espécie pelo que passo a comentar:

Para que, uma igreja precisa de uma fazenda com aquela dimensão e gados. Fazer lucro posteriormente? Igreja não tem fins lucrativos e todo estatuto reza quando a finalidade é igreja, que seus recursos visam a evangelização e cuidados com os pobres e outros trabalhos sociais, etc. etc.

Em Lucas 12, JESUS disse aos seus discípulos ou seguidores, entre os quais, certamente os atuais, bispos, apóstolos, missionários e demais, devem estar incluídos: "VENDEI O QUE TENDES E DAI ESMOLAS E FAZEI PARA VÓS BOLSAS QUE NÃO SE ENVELHECEM, TESOURO NOS CÉUS, QUE NUNCA ACABE, AONDE NÃO CHEGA LADRÃO E A TRAÇA NÃO CORRÓI" 12:33.

Alguem aí do outro lado, se habilita a dar bronca e dizer que JESUS não tinha uma visão de empreendedor?

Quando mandou Pedro pegar a moeda na boca do Peixe, não foram duas e sim uma apenas, para pagar os impostos. Mt. 17:27.

Se pregamos que JESUS vem, qual a finalidade de uma igreja ter uma enorme propriedade, paradisíaca, com gado,  pista de pouso de avião e cortada por rios. Só para descanso do seu líder?

Recentemente, fiquei com uma certa tristeza, todavia, não me exaltei, quando uma jovem postou no facebook uma foto do referido apóstolo ao lado do espírita Chico Xavier em cuja inscrição se lia: "Este cobra e abaixo do retrato do líder espírita, este não cobrava. Não quero aqui, entrar no mérito quanto os milagres e suas origens, apenas quanto o princípio.

Pedir contribuição para manutenção de um programa de televisão, é até justo, entendemos, todavia, quando a indícios de riqueza em seus produtores, algo fica estranho a causa do evangelho e ao que JESUS disse, já citado, sem pretender aprofundar-me biblicamente no assunto.

Finalmente, Se hoje, qualquer desses representantes vierem a falecer, o que fará o rebanho?  procurarão outro líder que o substitua ou o rebanho será divido como pizza para os que fazem parte da liderança?

Se colocarem os fiéis em torno de JESUS e não em torno do nome de cada um deles, certamente a missão foi concluída com sucesso e eles receberão o galardão, todavia, se não for, certamente o Senhor fará o acerto de contas no final.

Evangelho não é propriedade da Renascer, Deus é Amor, Reino de Deus, Mundial, ADs, Universal, e qualquer outra.

O Evangelho é de Nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO, a ele, sim, toda glória, toda honra e todo louvor.

sexta-feira, 23 de março de 2012

AS SETE CARTAS DO APOCALIPSE - EBD


Já tenho em mãos, a revista da CPAD, para o segundo trimestre de 2012, que traz como tema: "AS SETE CARTAS DO APOCALIPSE", comentadas por Claudionor de Andrade. 

Ela começa falando da Revelação de Jesus Cristo, passando pelas citadas igrejas e concluindo com quatro temas maravilhosos:
O GOVERNO DO ANTICRISTO
O EVANGELHO DO REINO NO IMPÉRIO DO MAL
O JUIZO FINAL e
A FORMOSA JERUSALÉM.

Mesmo que o irmão ou irmã não tenha condições de frequentar â EBD, pode adquirir a lição e terá em mãos um ótimo material teológico para leitura, nos ônibus, metrôs, trens ou em horários de folga do trabalho.

Quando me propus a criar um subsídio aos professores, não foi objetivando complementar ou suplementar as lições oferecidas, isso seria perfeitamente dispensável. 

Como eu por muitos anos, os frequentadores das EBDs são irmãos que trabalham a semana inteira e no domingo pela manhã dispensam o prazer de tomar o café da manhã com a família, até por conta da programação de jejum na maioria das vezes, para ir às aulas dominicais. 

Frequentando EBD por pelo menos 46 anos, já vi de tudo, desde  as "trapalhadas" de professores promovendo o esvaziamento da sala com aula desinteressante, falando nada com coisa nenhuma, e outros promovendo verdadeiros tratados de teologia, com aquelas inoportunas citações de grego e hebraico, expostas de forma tão técnica que bastava olhar para o rosto dos alunos para perceber o quanto cansativa estava a aula. Pior ainda é quando o professor, incapaz de conduzir o ensinamento com base na matéria oferecida, conta testemunhos repetidos e mata a aula e o desejo dos alunos em estar ali.

Já vi outras lambanças, como um coordenador de Escola Dominical estabelecer que todo professor deveria preparar a lição em casa e não seguir o formato da Lição Bíblica, nem sequer fazer leitura da mesma, e avaliar ponto a ponto o que se ofereceu. Como pastor, consegui mudar isto ameaçando de impedir os irmãos de comprarem as lições, pois no meu entendimento, para que serviriam se os professores compareciam à Escola com material que sequer seguiam a lógica estruturada da lição.

No caso das Lições Bíblicas, tivemos em passado próximo, lições tecnicamente tão bem elaboradas do ponto de vista da teologia, que ficava pensando como seriam vistas por professores em regiões de difícil acesso aos conhecimentos gerais. Felizmente, isto foi contornado e nunca mais, vi acontecer e pelo contrário, temos tido lições muito bem comentadas, temas maravilhosos que circulam por este Brasil de expansão continental.

Portanto, elaborar um subsídio, para mim é contribuir de alguma forma, com os professores e estudiosos da matéria, desdobrando alguns pensamentos do autor com vistas a facilitar o entendimento dos que expõem a matéria. Faço-o, respeitando o comentário, a sua lógica, faço-o da forma como me comportaria diante dos alunos.

Aos mestres com carinho.
Deus os abençoe na mais sublime das artes.

quinta-feira, 22 de março de 2012

EBD 13 SOMENTE EM JESUS TEMOS A V PROSPERIDADE.


LIÇÃO 13 – SOMENTE EM JESUS TEMOS A VERDADEIRA PROSPERIDADE.
Lição para 25/03/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VIDA ABUNDANTE CONSISTE NO EQUILIBRIO.
II – CORRIGINDO OS ERROS ACERCA DA PROBREZA.
III – A VIDA ABUNDANTE NÃO SUPERESTIMA O CORPO NEM NEGA A ALMA.

Em tempo: A última lição deste trimestre. Se o conjunto dessas lições não exauriram o assunto, eu particularmente, nada mais tenho a dizer. Começou explicando o surgimento da Teologia da Prosperidade; esta, no antigo testamento tendo como palco, o cenário da vida do povo de Israel, a lei e as promessas, Os frutos da obediência e os milagres do maná, da carne e da sobrevivência em território hostil, cercado de inimigos, mas, combatente e suprido, fazendo de Israel, um segredo entre as nações.
No novo testamento, o assunto é muito explorado, porém, nos traz alívio porquanto, toda essa questão de corrida ao ouro, não tem qualquer amparo o que nos facilita entender as razões dos interessados.
Também não temos que nos preocupar, pois eles buscam sempre apoio no antigo testamento, nas exclusivas promessas feitas a Israel.


I – A VIDA ABUNDANTE CONSISTE NO EQUILIBRIO.
1.1        A matéria superestimada.
Na introdução da lição, o comentador apresenta os extremos que dividem de certa forma as pessoas. De um lado, os que apelam para riqueza como razão da felicidade completa e do outro lado os que acham na pobreza, a fórmula de chamar a atenção de Deus.
Superestimar a matéria é valorizar o ser social, físico, como se tudo girasse em torno dele mesmo, em prejuízo dos bens espirituais. O autor considera que somos seres espirituais e materiais.
Sendo seres espirituais e materiais, o conveniente é que equilibremos os interesses.
Os postulados bíblicos consideram as duas condições do ser humano.
Observe este exemplo:
Mt. 6:33A Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça. Palavras do Senhor.
ITm  5:8 Se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior que o infiel. Palavras do Apóstolo Paulo.
De um lado, somos chamados a buscar primeiramente as coisas espirituais para alcançar as materiais e no segundo caso, somos responsabilizados pelas coisas materiais como os cuidados devidos à família. Esses dois pensamentos geram uma guerra interior principalmente para quem deseja o ministério.

1.2        A matéria negada.
Considere o excelente comentário do autor acerca de como deve ser a nossa relação com os bens materiais em que ele considera:
Os que usam os bens para ajudar o próximo.
Os que usam de forma e para fins mesquinhos, cita Judas.
O dinheiro deve ser usado com sabedoria, prudência e cuidado.
Lembrar seus alunos que dinheiro não é bem de raiz (casa) é um bem volátil, escapa com facilidade das mãos e se usado de forma irresponsável, a família sofre.
Já se noticiou vários casos de ganhadores de milhões nas loterias  que ficaram depois, na miséria.

II – CORRIGINDO OS ERROS ACERCA DA PROBREZA.
2.1 Pobreza e pecado.
Essa questão de consignar ao pobre, o pecado e o diabo como responsáveis pela sua pobreza, exige muito cuidado, pois, a Bíblia não os consigna. Os pregadores da prosperidade, via de regra, usam isso como argumentação para que a pobreza seja desprezada e todos corram atrás do ter com prejuízo do ser, gerando muita frustração. O autor considera que a pobreza poderia ser amenizada se os mais abastados contribuíssem para isso. Na verdade, a forma de contribuir é não tesourar o salário do trabalhador.

2.2 A pobreza magicamente extinta.
Considere o que diz o autor neste tópico, de maneira clara e simples. Não existe mágica para se extinguir a pobreza e mesmo que existisse nem todos ficariam ricos. Esse ideal de vida simplesmente não existe. Uma sociedade justa e equilibrada, pode gerar maior conforto aos seus cidadãos mesmo que cada um viva com muito ou pouco.

III – A VIDA ABUNDANTE NÃO SUPERESTIMA O CORPO NEM NEGA A ALMA.
3.1 A vida abundante é equilibrada.
Ótimo comentário do autor. Certamente Agur (Pv.30:7-9) não teria boa acolhida na escola da teologia da prosperidade.

3.2 Bem estar físico e emocional.
Maravilha de comentário do autor considere isso com seus alunos. Por conta dessa corrida desenfreada em busca de satisfação material plena, o espírito tem sido abandonado. Muitos não se preocupam com a eternidade e até muitos crentes estão enrolados nessas premissas. Outra questão é que muitos também fragilizam suas defesas pelo excessivo stress emocional, principalmente a classe feminina, a fé é posta em dúvida pelos pregadores da prosperidade, causando conflitos emocionais.

3.3 O bem estar espiritual.
Leia este item e considere o seguinte:
O bem estar espiritual concilia-se perfeitamente com qualquer sofrimento, Deus nos dá graça para compreendermos as razões do sofrimento, permitindo-nos separar um sofrimento originado na nossa fidelidade cristã e sofrimento por conta de negócios mal feitos. Conciliação também por ser entendido como a nossa aceitação das diversas situações mesmo as que nos trazem momentânea tristeza. Não atribuir a falta de fé, eventuais fracassos financeiros. Tem muito crente sofrendo por conta disso e por conta das falsas doutrinas.

Com esta lição, terminamos mais um trimestre. Foram lições muito preciosas e edificantes pelo que rogo a Deus, que continue abençoado a nossa CPAD e os que comentam as nossas lições.

quarta-feira, 21 de março de 2012

ELEITORA MULTADA POR ADESIVO EM CARRO

Publicado em BOL NOTÍCIAS 21/03/2012 subscrito por Débora Zampier, da Agência Brasil em Brasilia.

Reproduzo parte da notícia para que blogueiros e faceiros não cometam esse erro por descuido ou simplicidade e venham pagar a conta.

"Por ter colado um adesivo em seu carro com os dizeres: "Agora é Dilma" antes do prazo eleitoral permitido para divulgação de candidaturas. A multa de R$ 5 mil foi sustentada pelos Ministros do Superior Tribunal Eleitora TSE por 5 votos a 2 com apenas uma divergência de entendimentos. A mesma reportagem divulga notícia que na semana passada o TSE por 4 votos a 3 decidiu que o micro blog Twitter não pode ser usado no período de pré-campanha para promover candidatos ou pedir votos. A decisão não cerceia a liberdade de comunicação entre pessoas".

Considero oportuna esta manifestação de cuidados pois fica difícil fazer entender quando uma simples comunicação entre pessoas não envolvidas no pleito,  utilizando-se da rede social, venha cair em domínio público e o blogueiro ou faceiro (os que se utilizam do facebook)  seja da mesma forma penalizado.

Semelhantemente, pode ocorrer dentro de uma igreja, caso em que o ministro divulgue isso para os fieis em virtude do candidato ser amigo da casa  e alguém resolva denunciar ao Ministério Público.

domingo, 18 de março de 2012

WALDEMIRO SANTIAGO E A SOBERBA



A soberba precede a ruína e a altivez de espírito precede a queda, Pv. 16:18.
Não me dou ao trabalho de assistir programas de tele evangelismo, só para pegar falhas e descer o “sarrafo” quer no meu blog ou na minha página no face book,  todavia, se na hora do café ou outra refeição, aproveito o tempo e vejo essas programações, não posso deixar de elaborar algumas observações e a citação do nome decorre do perfil público que acompanham esses pregadores; não dá para ficar rodeando e deixar para o leitor descobrir sobre quem se está falando. Ao escrever publicamente através do blog ou face, me sujeito a críticas e não me furto de respondê-las de forma respeitosa e acho natural que assim seja.
Apóstolo Waldomiro Santiago, hoje, 18/03/2012, não sendo a primeira vez, ouço-o humilhar e denegrir as pequenas igrejas com 300 membros, com palavras debochadas tais como: Um limpa o altar, outro fica na porta, outro passa o paninho aqui e ali, se eu quisesse sossego, iria para essas igrejas com 200 ou com 300 etc. etc.
Gostaria que algum seguidor da Igreja Mundial, lendo esta breve mensagem, fizesse chegar as suas lideranças para chegar ao interessado. O Sr. Waldomiro Santiago nem tinha nascido e igrejas como Assembleias de Deus, Batistas, Presbiterianas entre outras, já estavam ganhando almas no Brasil e por conta delas, o Reino de Deus foi povoado. Somando-se todas as “igrejinhas” com 50, 10, 150 ou mais, compõe uma população evangélica que por mais esforço que ele faça, não alcança a totalidade de membros destas.
Quando a Assembleia de Deus, saindo de Belém do Pará, veio para o sul do país, os milagres vinham abrindo portas, debaixo de perseguição e perseguição não é essa troca de farpas entre a Mundial e a Universal que bebem a mesma água do pote da promessa de prosperidade e agora ele, Waldomiro Santiago, vende riquezas através de um tal óleo ungido, as mesmas armas usadas pela Universal, coisas que igrejas como as Assembleias de Deus, infelizmente já maculada por alguns estrategistas da fé, nunca praticou e seus pastores, não tinham carrões, aviões e mansões porque nunca usaram o escudo da fé para engordar conta bancária.
Outra questão é que a população dessas “igrejinhas” não as frequentam por conta de milagres e sortilégios enriquecedores, são pessoas simples, que aceitaram a JESUS pela pregação da fé.
O Senhor Waldemiro Santiago também desafiou as autoridades para examinar suas contas pessoais, pois segundo ele, não vive do dinheiro da igreja. Evidente, todos os tele evangelistas conhecidíssimos da mídia, podem com a maior tranquilidade abdicar de qualquer centavo da igreja pelo simples fato de terem-na usado para firmar posição empresarial pra lá de enriquecedora com a venda de livros que não passam de cópias de outros já existentes, canais de televisão e editoras, todas, alimentadas pelos fiéis, independente das contribuições feitas diretamente às igrejas destes.
Finalmente, o que quero é admoesta-lo caso, isto chegue às suas mãos é que como ele se auto intitula Apóstolo, deveria aprender com o verdadeiramente Apóstolo dos gentios, a forma de cultivar o respeito e admiração principalmente daqueles que não passam a sua toalhinha suada no rosto.
Se realmente Deus consagrou o “Apóstolo” Waldomiro Santiago, para expandir o seu Reino, faltou dizer-lhe da obediência a sua palavra, pois tenho absoluta convicção que a metodologia utilizada, não tem o aval dos céus ou estamos todos fritos; se por acaso tiver.  Deus não dá sua glória a ninguém. Glorificar a Deus com palavras e visivelmente assumir ares de todo poderoso, não combina com o perfil de um verdadeiro servo de Deus.
Fechando a questão, milagre não dá autenticidade de condição de servo de Deus, bastando para isso, considerar o que JESUS disse conforme Mt. 7:22,23 “Muitos me dirão naquele: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade”.

quinta-feira, 15 de março de 2012

EBD12 O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE


LIÇÃO 12 – O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE.
Lição para 18/03/2012 CPAD. 
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PROSPERIDADE NÃO É UM FIM EM SI MESMO.
II – A PROSPERIDADE E O SUSTENTO PESSOAL
III – A PROSPERIDADE NA AJUDA AO PRÓXIMO.
IV – A PROSPERIDADE NA EXPANSÃO DO REINO DE DEUS.

Em tempo: Quando se fala em verdadeira prosperidade, quero entender como aquela dada por Deus para um determinado fim. O galardoado, certamente deve entender isto e também receberá direção de Deus para investir naquilo que for realmente certo e necessário. Penso que em todas as igrejas, resguardadas as devidas proporções, tem irmãos prósperos ou com a vida estabilizada como tem irmãos  necessitados. O próspero não precisa estar incluído na lista Forbes.
FORBES – Revista americana de economia que classifica os bilionários por ordem de riquezas. A prosperidade pode ser uma vida equilibrada com algumas conquistas.


I – A PROSPERIDADE NÃO É UM FIM EM SI MESMO.
1.1       Deus, a fonte de todo bem.
Para o autor, na cultura pós-moderna, Deus foi transformado em objeto e o homem em mercadoria ou mero produto.
Essa afirmação pode significar que Deus foi transformado em “vara de consulta” e o homem em mercadoria, que equivale dizer, que o homem é um mero produto do meio e tudo gira em torno dele mesmo. Quando se trata de buscar a satisfação pessoal, Deus é ótimo e quando a satisfação é conquistada, parte-se para o consumo e Deus já não interessa.

1.2    Despenseiros de Deus.
A escritura não é contrária à verdadeira prosperidade. Essa busca desenfreada pelas posses, são coisas comuns aos habitantes dos grandes centros em função da rapidez de informações que empurram o homem para o centro do prazer de ser e ter. Muitos não entendendo, se inquietam e até adoecem nessa desenfreada busca. A Bíblia nos garante que as bênçãos do Senhor são as quem enriquecem e não acrescentam dores, Pv. 10:22.

II – A PROSPERIDADE E O SUSTENTO PESSOAL.
2.1 As carências humanas.
Todos nós possuímos necessidades e carências; o autor cita Lc. 4:18 que não parece ter relação com o assunto e talvez Lc.4:2 relata que após o jejum, Jesus teve fome; carência.
Se usa muito os termos sustentável e sustentabilidade em relação ao planeta. Na razão da sobrevivência, esses dois termos se aplicam bem no homem que é um mundo em miniatura, pois para nós, deve ser o bastante, o que nos mantém de pé. O autor cita Mt.6:11 “O pão nosso de cada dia nos dá hoje”. Até a oração do pai nosso, vai contra toda filosofia dos que pregam prosperidade como um fim em si mesmo.

2.2 O cuidado divino.
Considere com seus alunos o que o autor escreve sobre os cuidados divinos. Deus nunca falhou diante da fidelidade dos seus filhos.
Sl.37:25 – Fui moço e agora sou velho e nunca vi desamparado o justo nem a sua descendência a  mendigar o pão. Isso para nós, basta.

III – A PROSPERIDADE NA AJUDA AO PRÓXIMO.
3.1 Um mandamento divino.
Trata do chamamento a responsabilidade que cada um de nós precisa ter com o próximo e suas carências.
O autor cita textos interessantes IJo.3:18 “Se alguém tiver bens no mundo e vendo se irmão necessitado e lhe cerrar as entranhas, como estará nele o amor  de Deus?”. Talvez alguém diga que isto nada tenha a ver com prosperidade. Tem tudo a ver, pois para Deus, os que agem contrário aos mandamentos bíblicos, é um pobre mesmo tendo muito.

3.2 Uma necessidade Cristã.
Muito interessante esse tópico e pouco considerado na nossa sociedade materialista e egocêntrica, que despreza o melhor da vida cristã, a lei moral que estabelece a regra da mordomia cristã, dar para receber mais da parte de Deus.  Mc. 4:25 que pode ser aplicado a essa lei e a sua sentença pode ser aplicada aqui ou na eternidade (alguns perdem tudo aqui, não significando em muitos casos que a perda seja  um castigo divino)  e Lc. 6:38 “Dai e ser-vos-á dado...



IV – A PROSPERIDADE NA EXPANSÃO DO REINO DE DEUS.
4.1 A realidade do Reino.
Hoje, fala-se muito em ser contra o dízimo e cada um expõe suas razões, todavia, o Reino na realidade presente, precisa de recursos e se Deus dá prosperidade a alguém, certamente espera esse investimento. Vocês podem perguntar se ao dar riqueza, Deus não sabe se a pessoa vai ou não deixar de contribuir? Deus nunca erra. Quando Jesus escolheu Judas, sabia perfeitamente os resultados, porém, isso não era importante para ele e sim para nós, para nos proporcionar uma verdadeira escola de vida. O problema não é de Deus e sim de quem entra na contra mão.

4.2 A expansão do Reino.
Este tópico gera discussão e o professor precisa ter cuidado para não permitir que os alunos desviem o propósito da lição para questionar o direcionamento dos investimentos da igreja, pois na verdade, o fiel, não pode responder pelo mau emprego dos recursos de forma individual. Se ele não contribui, deixa-se de somar tais recursos, não podendo contar com esse fiel. A igreja sim, cabe administra-lo e bem.


terça-feira, 13 de março de 2012

HOMOFOBIA, UMA DISCUSSÃO INTELIGENTE.

1

“Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”
Esta linda frase foi proposta por Che Guevara. Quando leio debatedores, quando ouço pregadores que se esganam roucamente para provar um princípio, perdem a ternura e perdem, para mim, a confiança.

2             
Eu sei que tem evangélicos que quando defendem princípios, parecem rancorosos, tem um jeito amargo de falar. Claro que não frequentaram a escola de Cristo. A linguagem os denuncia.

3
Eu não sei qual é a dificuldade que certos grupos têm em não querer entender que o fato dos evangélicos discordarem de qualquer tipo de vida dissoluta, não se trata de inflamar a violência contra gays pela simples razão: toda violência perpetrada contra esse grupo, entre os quais, tenho valiosos amigos, é executada por pessoas contrárias a igreja, não são católicos nem evangélicos, não lêem Bíblia e sequer frequentam alguma igreja e muitos deles são seguidores dos princípios do nazismo.

Já é possível perceber que os chamados defensores dos gays ou lésbicas, não buscam simplesmente defender direitos. O que querem na verdade é jogar-se contra a sociedade para que aceitem publicamente o que se convencionou chamar de “afetividade pública” e nada mais é que pura demonstração de licenciosidade para afrontar princípios morais plenamente aceitos pela sociedade ou ainda atrair simpatizantes ou transformar pessoas comuns em seguidores. Na foto de capa do “kit gay” vêem-se duas crianças se beijando afetuosamente, esse kit proposto pelo Ministério da Educação, não visa educar para expurgar toda “homofobia” despejada contra os gays e na verdade, ele produzirá efeito contrário; atrairá grupos radicais contrários, estimulando a violência e certamente induzirá a criança que a relação homossexual é perfeitamente normal e aceitável.


Não vejo problema quanto o fato de um homem amar outro homem ou mulher igualmente. O que se condena é a promiscuidade e não posso dizer que uma pessoa se sinta realmente feliz tendo uma relação promíscua, cujos resultados são sempre danosos à saúde.


Jônatas livrou o Rei David da morte muitas vezes indo contra o próprio pai. Na morte de Jônatas, David levantou o seguinte lamento: “Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras! Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres” Sm.1:26. Quem lê sobre esse período histórico, percebe o motivo de tanto amor, não dando margem a suspeições idiotas.


O amor é exaltado na Bíblia como o mais sublime dos dons. A sociedade moderna conspurcou o sentido dando-lhe a imagem de fazer sexo, copular e nada tem a ver com essas questões, razão pela qual, nos envergonhamos de dizer como homens que amamos outro homem.


Felizmente, é perceptível que existem milhares de gays que não levantam bandeiras, vivem suas vidas no reservado dos lares, não fazem apologia, buscando arrebatar seguidores. As    atitudes  contrárias é que nos fazem gastar tempo e fósforo, para combater de forma legal e legítima, pela Palavra de Deus.










segunda-feira, 5 de março de 2012

EBD11 - COMO ALCANÇAR A VERDADEIRA PROSPERIDADE


LIÇÃO 11 CPAD 11/03/2012.
COMO ALCANÇAR A VERDADEIRA PROSPERIDADE.
PONTOS A ESTUDAR:
I – CONFIANÇA NA SUFICÊNCIA DE DEUS.
II – DEDICANDO-SE AO TRABALHO.
III – USANDO O DINHEIRO CONSCIENTEMENTE.

Em tempo: Esta lição aborda com maestria e singularidade, a fórmula nada mágica para se alcançar a verdadeira prosperidade. Em toda minha vida, somente conheci como base para prosperidade o seguinte tripé: Trabalho  2) economia consciente 3) investimentos.
O primeiro e o terceiro dispensam comentários, porém, o segundo que chamo de economia consciente é aquela que nos leva a administrar para sobras, desde que, a família não venha a passar fome ou ter uma alimentação demasiadamente pobre, trazendo consequências dramáticas para saúde da família.
DEVEMOS PEDIR GRAÇA A DEUS PARA NÃO NOS TORNARMOS PESSOAS AVARENTAS. OBA! NÃO NOS ESQUEÇAMOS TAMBÉM DE PEDIR SABEDORIA PARA NÃO ATRAIR OS ILÍCITOS.
ILÍCITOS = Mexer na balança, no salário dos operários, negócios escusos.

I – CONFIANÇA NA SUFICÊNCIA DE DEUS.
1.1        Confiando nas promessas de Deus.
Considere o comentário da lição neste ponto que indica o que realmente deve nos limitar de maneira saudável na busca desenfreada para o enriquecimento material que nem sempre representa o crescer diante de Deus, pelo contrário, pode até nos afastar. Considere com seus alunos, além dos textos citados, Pv. 30:7-9.

1.2        Confiando na fidelidade de Deus.
Muito interessante à exposição de motivos pelos quais devemos confiar na fidelidade de Deus.
Ninguém melhor que Abraão, para nos mostrar o quanto é importante confiar e esperar no Senhor.
Ninguém melhor que Jó, para nos mostrar que o desespero diante das circunstâncias adversas pode roubar o final feliz, reservados por Deus para nós.
Ninguém melhor que Jacó, depois de apanhar muito, aprender a lição, que, somente o Senhor pode prover algo melhor para nós, por mais que sejamos esforçados.

II – DEDICANDO-SE AO TRABALHO.
2.1 A necessidade do trabalho.
Um amigo e irmão deixou a nossa igreja e foi para uma conhecidíssima em dar embalo de prosperidade. As razões ainda são um segredo dentro do coração dele, mas, hoje (após uns 10 anos) tem três possantes caminhões de transporte como conseguiu? Já era caminhoneiro, com muito esforço comprou o primeiro, depois o segundo e depois o terceiro. Ele tem 3 filhos apaixonados pela estrada, foi só colocar um na mão de cada filho. Moral de História: Tinha os elementos chave disponíveis (filhos), persistência e financiamento bancário. Nada cai do céu, salvo quando Deus quer surpreender um dos seus filhos, não há quem detenha sua ação, a isso, chamamos de milagres.

2.2 Os benefícios do trabalho.
Além dos valores do trabalho espelhados na lição, esta é a única forma de produção de riquezas, das outras, queremos distância. Bom lembrar seus alunos do ótimo conselho do Apóstolo Paulo:  2Ts 3:10 Quem não quiser trabalhar também não coma e de JESUS, o exemplo: Jo 5:17 Meu pai trabalha até agora e eu trabalho também.

III – USANDO O DINHEIRO CONSCIENTEMENTE.
3.1 Rejeitando o consumismo.
Considere atentamente o comentário do autor. Perfeito.
Quero tão somente chamar a atenção para um fato: Consumismo não é apenas a compra de supérfluos, cai como luva no fato de se comprar, mesmo sendo necessário, o que pode ser evitado, aquilo que não faz falta ao nosso bem estar, se continuar na prateleira do Supermercado, lembrando, não seja mesquinho por natureza. Não precisa roubar dos filhos o prazer de comer alguma coisa diferente se puder comprar.

3.2 Contribuindo para a Obra de Deus.
Ter o coração aberto para contribuir para a obra do Senhor é o maior desafio do crente; Desafia a nossa fé, desafia a nossa liberalidade em contribuir e prova se somos ou não, sovinas, pão duro, mão de vaca e outros adjetivos que não podem nem devem fazer parte do nosso cardápio. Somos filhos de Deus.

3.3 Contribuição voluntária e regular.
O autor fala sobre contribuições e dízimos. Recentemente, tratei sobre essa matéria quase exaustivamente no meu blog, em virtude  da enorme confusão feita sobre ele e até de livros publicados, um deles, “desmistificando o dízimo”. O dízimo não tem nada para desmitificar, é um ato de amor, de antes, durante e depois da lei. Se uma pessoa não tem fé para contribuir, não arranje pretextos para não fazê-lo.

Conclui a lição falando que Deus nos capacita para tudo que se fizer necessário. Pensando rigorosamente sobre o assunto e olhando, “numa boa” tudo o que temos é uma concessão do céu, portanto, não reclamemos. Um dia, devolveremos tudo para receber tudo novo e de melhor qualidade se houver perseverança.

domingo, 4 de março de 2012

RETETÉ - ENTENDA ISSO DE UMA VEZ.


COMO O APÓSTOLO PAULO TRATARIA O RETETÉ.
SP 04/03/2012.

Para o ilustre articulista, Zilton Alencar (PB), reteté é uma onomatopeia (imitação de um som, criando palavra equivalente) de muito mau gosto com as línguas estranhas, cuja variante é repleplé.

Para Ciro Sanches Zibordi  (RJ) o termo não consta de dicionários oficiais, embora haja quem diga que ele teve origem no italiano e que segundo dizem, o termo está relacionado a culinária e significa: mistura, movimento, reboliço, festa ou aquilo que foge da normalidade.

Particularmente não acredito que quem batizou o movimento com esse nome, foi buscar o sentido na raiz da palavra, etimologia, mas, achou-o condizente com a prática, portanto, uma onomatopeia.  Na verdade, há um ruído comum em quem fala “línguas estranhas” sibilando repetidamente o “r” e foneticamente, está muito próximo de “repepé, repleplé ou reteté”. Tive a oportunidade de ver e ouvir muita gente usando essa expressão para fazer imitação debochada muito antes do aparecimento dos neopentecostais.

Nunca usei essas expressões no púlpito das nossas igrejas. Não gosto de ouvi-los sendo citados, pelo simples fato de estarmos atingindo pessoas de forma generalizada e por conta desse mau uso, vi também, muitas irmãs sinceras saindo da igreja, ofendidas por se sentirem incluídas no deboche.

DEBOCHE NÃO É COISA DE CRISTÃO SINCERO.
Um culto perfeito à Deus, deve envolver emoção e razão, todavia, em tempo algum a razão deve ser suplantada pela emoção. Na emoção, recebemos a boa palavra do Senhor e na razão, avaliamos tudo que recebemos, comparando com a palavra escrita para ver se está de acordo, pois, nada se pode contra a verdade senão pela verdade 2Co 13:8.

Os defensores do movimento descontrolado do espírito dizem que não se pode sufocar a obra de Deus nem impedir que o Espírito Santo, haja nas igrejas e por conta disso, praticam coisas muito estranhas que certamente se o Apóstolo Paulo vivesse em nossos dias, combateria tenazmente, como assim o fazemos em nome da verdade da palavra de Deus e na condição discípulos de Jesus.

Lembro-me que ainda jovem, quando participava de alguma vigília, antes mesmo dos movimentos neopentecostais, já havia alguns fomentadores dessa prática e quase sem exceção, eram pessoas que viviam as turras com suas igrejas e procuravam as vigílias, geralmente fora do alcance da igreja e dos pastores, para despejar em cima de pessoas incautas e despreparadas, suas profecias e movimentos chamados por eles de “mover no Espírito” que esta sim, é uma expressão neopentecostal. Conheci alguns pastores, dentro das nossas assembleias, caminhando na contra mão da orientação ministerial, que levavam o povo a essas experiências.

Quanto aos extremos:
De um lado, viver de pura emoção é afundar-se na lama da apostasia por conta de heresias formuladas em nome de Deus, no tocante a prática ou uso dos dons espirituais e suas manifestações de forma equivocada.

Por outro lado, viver assentado na razão, é fechar a porta para atuação do Espírito de Deus, daí, o motivo pelo qual, muitas pessoas batizadas com Espírito Santo, em nada aproveitam como também, nem falam mais em línguas estranhas e se questionados, arranjam explicação para tudo. O batismo com o Espírito Santo proporciona a igreja através dos dons espirituais, ferramentas que facilitam e alavancam a evangelização dos povos.

Na autoridade da pregação da palavra concedida aos ministros do evangelho, entendo que há muita manifestação colaborativa da parte de Deus para o sucesso do trabalho: “E convocando os doze, deu-lhes virtude e poder sobre todos os demônios e para curarem enfermidades” Lc 9:1.  Quando se recebe o ministério das mãos de Deus, isto vem junto com autoridade concedida sobre doenças, demônios e outros males da vida espiritual, porquanto, disse Jesus: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Considero impossível que alguém tentando, encontre facilidade para dissociar Lucas 9:1 e Marcos 16:15-20 do batismo com o Espírito Santo, pois o batismo com o Espírito Santo, era a grande promessa para a igreja do Senhor, nesta dispensação.  

Quando se lê sobre avivamentos, percebe-se que eles sempre vieram junto com forte manifestação do poder de Deus, cabendo aos pastores, ensinar as “crianças”,  sobre o controle e aplicação perfeitas do uso dos dons.

Se alguém achar que o pastor não deve interferir nessa questão afirmando ser ela de Deus, certamente é do tipo que lê apenas tópicos da Bíblia, desprezando a análise da palavra que em momento algum, escancara portas para o uso de forma indiscriminada, desorganizada e ininteligível. Quando o Apóstolo Paulo fala em línguas e profecias, ele estabelece  regras quanto ao uso.

LÍNGUAS – Não havendo intérprete fale consigo mesmo e com Deus. ICo 14:2,4,6,13 e 14.
PROFECIAS – Fale um ou dois e se a alguém for dada a palavra, cale-se o primeiro. Ainda com relação a este dom, nada tem a ver com o profeta identificado entre os cinco dons ministeriais.  A função da profecia é tríplice quanto à regra; consolar, edificar e exortar e é diversa quanto a exceção: Ágabo predisse fome em Jerusalém e preconizou a prisão de Paulo em Jerusalém; neste sentido, deve haver julgamento. ICo 14:26, 30, 31, 32 (O profeta não perde o juízo ou a razão) em outras palavras, quando termina de falar vem aquela expressão: “Huuummm !!Não sei nem o que falei”. No calor da emoção, a palavra vem como flecha e cai no julgamento geral. Já vi e ouvi profecias, totalmente equivocadas em relação à pessoa alcançada por ela.  

ABUSOS PROFÉTICOS – Orientar os destinos de uma pessoa, orientar casamentos e negócios.

ABUSOS QUANTO A AUTORIDADE: Sou profeta entre vocês, profetizo a sua vitória, profetizo bênçãos na sua vida entre outras,  pela razão única e importante que a nossa vida está sob a proteção da palavra de Deus e da sua graça. Nada impedindo que oremos uns pelos outros com vistas à consecução de algum projeto.

MOVIMENTOS ABUSIVOS: Muitas pessoas vêm para igreja tendo saído dos diversos movimentos religiosos, não buscam aperfeiçoamento na vida mediante a doutrina da palavra de Deus e, por conseguinte, tem sido comum, vermos pessoas “dançando no espírito” com movimentos assemelhados aos passos de dança do candomblé, gestos ou movimentos vistos em pessoas endemoninhadas e outros fazendo verdadeiros malabarismos; aviõezinhos e arruaças nos cultos, perturbando a sua ordem, tudo por falta de governo no culto. O pastor foi posto para governar a ordem no culto, tem autoridade de Deus para isto.

CAIR NO ESPÍRITO – Nos grandes avivamentos e por conta de períodos prolongados de jejum e oração, sabe-se de pessoas que até desmaiavam, todavia, não tem amparo na bíblia, nem é feita qualquer menção casual do fato, pelos apóstolos. Tive conhecimento que alguns aproveitadores fazem curso de hipnose para esse fim e outros, sem medo de errar, atuam sob influência de  espírito enganador.

O Espírito de Deus que atua consoante a sua palavra, não tem qualquer motivo para derrubar uma pessoa, ato que não leva a qualquer boa experiência espiritual.  Considero isso palhaçada que só envergonha o evangelho e não serve de edificação.

Qualquer cristão sensato com conhecimento da palavra do Senhor, não cai nessas esparrelas.

O MEDO DE ERRAR ESFRIA A AÇÃO. Muitos irmãos têm medo de cometer meninices e por conta disso, se acomodam e não buscam uma ação efetiva para contribuir com o engrandecimento do Reino de Deus, outros, vivem a criticar, todavia, nada fazem de importante, são árvores sem frutos, achando que o simples fato de ser um membro efetivo da igreja, responde pela falta de ação contínua, visitar os enfermos,  ajudar os necessitados e promover a evangelização  dos povos, começando pela sua casa, sua rua e o seu bairro.

COMO O APÓSTOLO PAULO TRATARIA O RETETÉ.  Lendo as cartas escritas pelo apóstolo e a maneira como ele tratou: Falsos obreiros, heresias, apostasias e o comportamento infantil e leviano da igreja de Coríntios. A linguagem do escritor, revela o seu caráter e respeito, independente se está falando do diabo ou de algum falso apóstolo. Diferente disso vê-se na televisão, meio de comunicação que pela sua penetração nos lares, exige do pregador uma linguagem mais erudita, o que assistimos é pura zombaria dos assuntos ligados ao pentecostalismo, pelos próprios pentecostais e por pastor acima da vida comum e nas redes sociais, comentários sempre seguidos de um inconveniente  “kkkkkkk”  Na televisão ou nas redes sociais, deve-se bombardear toda heresia e desvios dos padrões doutrinários e de comportamento geralmente aceitos, sem, contudo, descer a uma linguagem desrespeitosa e vulgar; uma verdadeira agressão a inteligência de muitos.


sábado, 3 de março de 2012

SEXO - CONTROLE A SUA NATUREZA CARNAL


SEXO - CONTROLE A SUA NATUREZA CARNAL.
03 mar 2012. Publicado Blogger

Amanheci pensando neste assunto por conta de tanto sofrimento observado em muitas pessoas, sejam solteiras ou casadas. Se solteira, o risco de encontrar um pedregulho (péssimo companheiro)  pela frente e ter a vida sufocada é por demais terrível, além dos riscos de adquirir qualquer doença sexualmente transmissível (DSTs)  e se casada, passar a viver debaixo do pavor de ver a sua família destruída e sem poder afirmar com profunda convicção que o futuro ao lado de outra pessoa será um futuro certo e garantido além, é claro, de uma inesperada  reação incontrolável da parte abandonada.

Quaisquer aventuras à parte do casamento ou sem esse comprometimento resvalam perigosamente em área de areia movediça, cujas consequências podem ser desastrosas. Um descuido qualquer e além dos problemas já citados, vejo como um dos maiores, uma gravidez inesperada que pode culminar em assassinato de uma vida em desenvolvimento, considerando que até o governo procura dar ares de atitude inocente transformando a questão em puramente sintomática e de profilaxia, cuja solução está em apenas uma pequena cirurgia; como quem apaga a luz  com um leve toque no interruptor.

O tempo mostrou-me que dentro das igrejas ou fora delas, o homem será sempre o bicho inocente, perdoado imediatamente e muitas vezes ovacionado como quem ganhou o Premio Nobel com raras e honrosas exceções, pela atitude coerente de alguns pastores.

A mulher, essa ilustre perdedora, será sempre tratada com os piores adjetivos: Periguetes, galinha, mulher atoa, destruidora de lares, vagabunda e outra dezena de nada bons nomes. 

O homem, esse ilustre garanhão aventureiro, “parece” nunca ter muito a perder nem se fartar. Quando ele se aproxima da mulher e baba toda sua sede de conquista, mandando flores, levando a vítima para baladas e bebidas, afasta-se depois de ter tomado conhecimento do terreno, tão rapidamente como chegou, indo à busca de outra vítima.

Ao escrever isto, sei que sou lido por pessoas evangélicas e de diversas outras religiões.  Aquelas pessoas que procuram pautar suas vidas pelo princípio moral com base nas escrituras, sabe perfeitamente que a bíblia estabelece regras éticas e morais, pouco apreciadas, principalmente no tocante a sexualidade e nesse sentido, não há muito que fazer; ou aceita ou não aceita e ponto final, porém, não pode critica-la, pois, é por excelência, a palavra de Deus, profética e verdadeira.

No tocante a bíblia, ela é perfeita; imperfeitas são as interpretações dadas quando se puxa demasiadamente para a esquerda  ou direita, não se estabelece um ponto de equilíbrio suportável por qualquer pessoa principalmente as cristãs.

Um exemplo disso é o que lemos em Provérbios 25:28 “Como cidade derrubada que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio”. Isto é válido para qualquer pessoa. 

Reconhecemos nossas fragilidades, porém, nada justifica andar como garimpador de aventuras, pois um dia, seremos vitimados pela nossa intemperança.