Tradução deste blog

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

EBD LC9 ELIAS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO


LIÇÃO 09 ELIAS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO.

EBD 03.03.2013. Subsídio.

I – ELIAS, O MESSIAS E A TRANSFIGURAÇÃO.

II – ELIAS, O MESSIAS E A RESTAURAÇÃO.

III – ELIAS, O MESSIAS E A REJEIÇÃO

IV – ELIAS, O MESSIAS E A EXALTAÇÃO.

 

Em tempo: Esta nona lição, conforme sua introdução, pode ser considerada um apêndice do estudo sobre a vida de Elias e assim,  o autor, o considera como figura secundária já que o foco é JESUS. Elias que ao lado de Moisés, são vistos com o Senhor, torna o texto, cercado de mistérios visto que nada é dito além da menção dos seus nomes. Há muita especulação por parte dos estudiosos, principalmente as que buscam vincula-los aos acontecimentos escatológicos; por esta causa, dizemos que a lição é bem vinda.

 

I – ELIAS, O MESSIAS E A TRANSFIGURAÇÃO.

1.1        Transfiguração.

A transfiguração, não foi um momento criado pelos discípulos e sim pelo Senhor. Ao subir ao momento levando consigo apenas Pedro, Tiago e João, sabia exatamente o que queria mostrar-lhes. Esse fato, cujo detalhamento o autor explica muito bem, além da exuberância e revelação da divindade do Senhor, mostrou aos discípulos e a todos nós que amamos sua palavra, que JESUS, estava vinculado à lei e aos profetas, na pessoa de Moisés e de Elias, portanto, temos aí revelado, A LEI, OS PROFETAS E A GRAÇA, Jo.1:17 – “A graça e a verdade vieram por Jesus Cristo”.

 

1.2        Glória Divina.

A nuvem e o fogo, sempre estiveram presentes nos momentos de intimidade entre Deus e os homens. A nuvem como elemento moderador da visão, considerando que o homem jamais viu a Deus e o fogo como manifestação da sua glória. Assim foi no Sinai com Moisés, Ex.3, no momento de aprovação da tenda da congregação Ex. 40:34-38 e no próprio texto de Mt. 17:1-8. Se os discípulos não tivessem tido tal experiência, certamente seriam como muitos, meros escritores ou historiadores, mas, João disse: “Nós vimos a sua glória como a glória do unigênito do pai, cheio de graça e de verdade”, Jo.1:14.

 

II – ELIAS, O MESSIAS E A RESTAURAÇÃO.

2.1 Tipologia.

É bom saber que conectamos os tipos e figuras bíblicas por aquilo que foram, como Abraão, Moisés, José e tantos outros. O reconhecimento dos tipos e figuras bíblicas fortalece a cadeia da verdade, mostrando-nos como Deus monitorou o plano da redenção até o cumprimento no calvário. A epístola em que o autor faz uso dessas conexões pode ser lida na carta aos Hebreus. A presença de Elias foi um destaque a mais, no sentido de ser ele, o que melhor representa os profetas, cheios de atitudes corajosas para fazerem cumprir a vontade de Deus em meio a um mar de lama de corrupção e heresias.

 

2.2 Escatologia.

A conexão entre Elias e João Batista em relação a vinda do Messias, não foi produzida por vontade de estudiosos da Bíblia, mas, tem referência na Palavra de Deus, Lc 1:13-17. João não é a reencarnação de Elias como os kardecistas gostariam que fosse. João nasceu sob promessa e cheio do Espírito Santo, “no espírito de Elias”, fala do caráter, da sua força e ousadia tal como Elias em seu tempo como bem fala o autor, profeta de confrontos. O professor deve frisar bem essa questão de Elias e João Batista, lembrando sempre que em alguma classe, há novos convertidos.

 

III – ELIAS, O MESSIAS E A REJEIÇÃO

3.1 O Messias esperado.

O texto de Ml. 4:5-6 sobre a promessa do envio de Elias antes do advento do Messias e hoje, pela palavra, entendemos que Deus lança sobre João Batista a mesma intrepidez de Elias e quem sabe também, não lançará a mesma intrepidez, sobre algum justo, escolhido como as duas testemunhas do apocalipse que combaterão teologicamente o Anti Cristo, Ap. 11:3.

A crença do povo judeu nos profetas, nos deixa suspenso, pois, como não observariam o capítulo 53 do livro do profeta Isaias para crer na Cabala?

3.2 O Messias rejeitado.

O fato de Lucas falar em quase oito dias depois, para o evento da transfiguração é uma mostra clara que a visão dos fatos era totalmente independente entre os evangelistas. Não entendo o porquê de tanta preocupação dos tais eruditos e de muitos que tentam criar factoides de alguns textos bíblicos e isto vale para doutrinas como: Selo da promessa, eleição e predestinação entre outros.

Podemos procurar dar sentido a um texto não muito claro, mas, temos que tomar cuidado em forçar interpretações que não casam com a geral informação da Bíblia sobre seus próprios assuntos.

 

IV – ELIAS, O MESSIAS E A EXALTAÇÃO.

4.1 Humilhação.

Recomendo a leitura em classe, do texto de Mt. 17:10-13 para perceber como os “estudiosos” sempre atrapalham com suas nefastas interpretações e hoje, não tem sido diferente, quando pessoas passam a tomar conhecimento das línguas originais e acabam por colocar em dúvida, muitos textos traduzidos para o português e que são do nosso domínio. Prefiro os nossos pastores que mal conheciam a língua portuguesa, todavia, nos ensinaram coisas valiosíssimas, nas escolas bíblicas e nunca forçaram interpretações perto de homens como Pr.Cícero Canuto de Lima entre outros.

 

No evento da grande tribulação, o Senhor mostrou aos seus discípulos, três, o suficiente segundo a lei para comprovar a verdade dos fatos, que: 1) Ele era Deus e como filho de Deus, mostrou o domínio que tinha sobre o mundo espiritual do após a morte, trazendo-lhes Moisés e Elias e 2) Ainda permitiu que ouvissem a confissão do Pai: Este é o meu filho amado. O verbo se fez carne e habitou entre nós.

 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

EBD LC.8 O LEGADO DE ELIAS


LIÇÃO 08 O LEGADO DE ELIAS.
EBD 24.02.2013. Subsídio.
I – O LONGO PERCURSO DE ELIAS.
II – ELIAS NA CASA DE ELISEU.
III – ELIAS E O DISCIPULADO DE ELISEU.
IV – O LEGADO DE ELIAS.

Em tempo: Claro que conhecemos na Bíblia, chamados anteriores ao de Eliseu. Creio que o mais impactante foi o chamado de Moisés com quem Deus falou cara a cara em Horebe ou Monte de Deus e o mais tocante do ponto de vista da minha emoção foi o chamado de Samuel, quando Deus o chama pelo nome, para dar uma reprimenda no sacerdote Eli. Toda chamada de Deus tem um caráter impactante ou tocante. Quem recebeu uma chamada de Deus pra o ministério, não tributou isto ao término do curso de teologia ou de uma escola de pastores se realmente foi chamado por Deus, cuja honra, ninguém pode tomar para si de qualquer maneira, Hb.5:4.

I – O LONGO PERCURSO DE ELIAS.
1.1        Volta às origens.
O autor descreve a caminhada de Elias até Horebe ou Sinai aproximadamente 400 km. Penso que o grande mal dos que se declaram chamados, é não querer voltar as origens; fazer o seu próprio caminho e por conta disso, muitos danos são irreparáveis.

1.2        Uma revelação transformadora.
“Não somos descartáveis, mas ninguém é insubstituível”, diz o autor.
Se essa frase é verdadeira e sabemos que é, porque muitos dentro  das igrejas acabam causando verdadeiras guerras quando substituídos dos seus trabalhos: Dirigentes de círculos de oração, professores de escolas dominicais e até mesmo o pastor.
O que mata é que infelizmente, muitos são descartados por questões de ciúmes, por antipatia e outras avenças, ou melhor, desavenças, menos pelo justo motivo do bem estar do trabalho.



II – ELIAS NA CASA DE ELISEU.
2.1 A exclusividade da chamada.
Não podemos confundir a exclusividade da chamada com predileção. Predileção é coisa dos homens, por amizade, aparência, dinheiro e outros interesses. A exclusividade da chamada tem a ver com o perfil do chamado.
Conheci ao longo dos anos, muita gente que não se dava bem nos empregos e buscaram na teologia o conhecimento para se ajeitarem no ministério. Uma forma de exorciza-los é mostrando-lhes uma CTPS.
No texto, o autor ressalta as qualidades e virtudes de Eliseu.
A virtude é o patrimônio moral do individuo onde se inclui os dons naturais e espirituais.

2.2 A autoridade da chamada.
A autoridade da chamada é reconhecida pelas virtudes e pela cristalização da relação entre o chamado e Deus;  entre o chamado e aqueles que a ele se submeterão em obediência aos ensinamentos da Palavra de Deus. Muito bom quando uma igreja reconhece no seu pastor, um chamado ou quando uma classe de EBD reconhece no seu professor, um chamado e assim por diante.
Até para ser um diácono, no sentido pleno da palavra, precisa ter sinas do chamado.

III – ELIAS E O DISCIPULADO DE ELISEU.
3.1 Por a prova para examinar as qualidades do chamado é algo necessário, o que não se deve é testar os limites do candidato, humilhando-o e constrangendo-o. Por experiências ingratas e desnecessárias, muitos já passaram e quem os fez passar, contavam isso com uma visível ponta de orgulho.

3.2 A nobreza de um pedido.
Muitos confundem o pedido de Eliseu sobre “porção dobrada do espírito de Elias” e oram pedindo “porção dobrada do Espírito de Deus”; os filhos de Zebedeu queriam um cantinho perto do Senhor no seu Reino. Muitos pedem coisas sem a mínima noção do significado.

IV – O LEGADO DE ELIAS.
4.1 Espiritual.
É possível um obreiro transmitir para o seu sucessor, o seu legado espiritual? Certamente não, mas, pode perfeitamente influenciar para o bem. Que deixemos um excelente legado à aqueles que nos acompanham.

4.2 Moral.
Há conquistas pessoais e há conquistas que parecem esta no DNA do indivíduo. A Bíblia diz que os passos de um homem bom, são confirmados pelo Senhor, Salmos 37:23. Que Deus leva em conta o caráter do homem que pretende servi-lo, disso não temos dúvidas. Perceba-se a maneira como Deus deu testemunho de Jó, ao Diabo.



sábado, 16 de fevereiro de 2013

EBD LC7 - A VINHA DE NABOTE


LIÇÃO 07 A VINHA DE NABOTE.

EBD 17.02.2013. Subsídio.
I – O OBJETO DA COBIÇA.
II – AS CAUSAS DA COBIÇA.
III – O FRUTO DA COBIÇA.
IV – AS CONSEQUENCIAS DA COBIÇA.

  
Em tempo: Nasci para o Evangelho num tempo em que tudo era tratado como pecado, assim, a ambição que acaba se tornando uma doença na alma do individuo, era tratado como pecado e nos afastávamos de tudo que representasse interesse de conquista. Com o tempo, fui aprendendo e como pastor, ensinando os nossos jovens que a ambição, que só pode ser medida por sua intensidade e mediante o comportamento do ambicioso, todos nós devemos tê-la  e a única restrição bíblica para isto, está em Rm 12:16 “Não ambicioneis coisas altas, mas, acomodai-vos as humildes”. Assim, podemos dizer que ambição está mais para o desejo de querer o que é bom e útil para nossas vidas que deixa-la dominar a natureza ao ponto de:

1 – Desejar ardentemente aquilo que o vizinho tem.

2 – Desejar que outro perca o que tem porque não tenho.

3 – Desejar até a morte de alguém, para assumir o lugar de liderança.

4 – A cobiça é o mais alto grau da ambição e a patologia (doença) da alma.

É desastroso ver um jovem sem qualquer ambição, sem qualquer interesse de conquista de espaço na sociedade.

 I – O OBJETO DA COBIÇA.

1.1        O direito à propriedade no antigo Israel.

Esse ponto da lição nos mostra como Deus, sendo Senhor de toda terra, quer que seus filhos cultivem seu próprio espaço, todavia, ao longo da história, sabemos de verdadeiros banhos de sangue, praticados no interesse em possuir o bem alheio. Brigas intermináveis ocorrem nas partilhas dos bens deixados em espólio.

1.2        A herança de Nabote.

O autor remete para o direito legal de proteção do bem pela recusa de negociar o que havia sido deixado pelos pais, assim também, vemos o zelo de Nabote em cuidar da sua herança e transportamos isso para o sentido espiritual com que devemos proteger a herança recebida de Cristo, a nossa salvação.

Outro aspecto abordado neste tópico é a tirania dos poderosos. Não devemos ter medo em nossos locais de trabalho, diante da ação de pessoas egoístas, gananciosas e invejosas. Guardemo-nos sob a proteção da graça do Senhor. Nabote não estava abandonado.
 

II – AS CAUSAS DA COBIÇA.

2.1 A casa de campo de Acabe.

O desejo de querer sempre mais é o grande mal da sociedade moderna, tanto nos centros urbanos quanto nos campos. A televisão tem sido um forte agente de disseminação dos desejos de posse. Tenhamos cuidado e guardemo-nos sob os ensinamentos da Palavra de Deus que nos dá ricas orientações, para evitarmos tropeços.

2.2 A horta de Acabe.

O autor discorre sobre as posses de Acabe e o desejo de querer a vinha de Nabote. Ao lamentar-se diante de Jezabel, ele já sabia que teria dela, a resposta que lhe daria posse a qualquer custo e o autor lança mão do provérbio: “Os fins justificam os meios”. Tem muita gente vivendo desse expediente hoje em dia, mas, quem semeia vento colhe tempestade é o dito dos nossos avós.

 III – O FRUTO DA COBIÇA.

Os crimes cometidos contra o erário público de maneira desmedida pelos que exercem o poder político são frutos da cobiça.

 3.1 O fruto da cobiça.

Um crime engenhosamente encomendado contra a vida de Nabote, envolvendo mentiras. Muitas vidas de homens de Deus são ceifadas no ministério, por conta do espírito de Jezabel que levam pessoas a infamar outras, com o propósito de “limpar o caminho”.  Não vale a pena querer ser, apenas para mostrar-se. Deixe Deus trabalhar na sua vida ou nas nossas vidas e todos saberão a quem pertencemos de fato.

3.2 Assassinato e apropriação indevida.

Espiritualizar formas e meios para esconder as reais intenções, não funcionam diante de Deus. Lembremo-nos que tão logo Caim se desfez de Abel, a voz de Deus foi ouvida no campo: “Onde está o teu irmão Abel” Gn.4:9.

O que há de pessoas deleitando-se na cobiça das riquezas e usando a Bíblia como escudo, fazendo-nos corar de vergonha.

IV – AS CONSEQUENCIAS DA COBIÇA.

4.1 Julgamento divino.

Um coisa que nunca duvidei foi da ação profética. Ainda hoje, Deus usa seus servos para tornar público, segredos do coração do homem. Que ninguém duvide disso, lembremo-nos de Eliseu e o rei da Síria IIRs cap.6 e  Salmos 44:21.

4.2 Arrependimento e morte.

Na antiga aliança, muitas vezes a desobediência dos pais, recaiam sobre seus filhos ou sobre a sua posteridade. Há dois tipos de julgamentos para nossas ações. O pecado julgado na carne a exemplo de Ananias e Safira. Mesmo havendo arrependimento, sempre pagamos por aquilo que semeamos. Quando a impiedade permanece, por conta do endurecimento do coração, o julgamento recai sobre a alma do indivíduo e esse julgamento determina a eternidade.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

EBD/CPAD LÇ.06 A VIÚVA DE SAREPTA.


LIÇÃO 06 A VIÚVA DE SAREPTA.
EBD 10.02.2013. Subsídio.
I – UM PROFETA EM TERRA ESTRANGEIRA.
II – UMA ESTRANGEIRA NO PLANO DE DEUS.
III – O PODER DA PALAVRA DE DEUS.
IV – O PODERDA ORAÇÃO .


Em tempo: A viúva de Sarepta,  não tinha a menor noção que seu nome,  melhor dizendo, como se podia chama-la, viúva de Sarepta, seria alvo de tanta discussão acerca da fé e da bondade de Deus para com os necessitados, ultrapassando as fronteiras de Israel, provendo-nos de exemplo do seu grande amor e quem sabe, uma lição para aqueles que muitas vezes, são incapazes de ultrapassar os limites da igreja, para socorrer alguém, apenas, porque não é crente ou não é evangélica. Quantas vezes, perdemos a chance de atender a um chamado de Deus, por puro preconceito ou simplesmente, por erro de entendimento quanto ao Evangelho e seus propósitos.

I – UM PROFETA EM TERRA ESTRANGEIRA.
Deve-se considerar o clima que envolvia a vida de Elias conforme comentário da lição.

1.1        1.1 A fonte de Querite.
A orientação de Deus pela sua palavra, mas, também, por suas revelações, são melhores que conselhos até de amigos. Um amigo pode errar, porém, Deus nunca erra.
Como Deus conduziu a vida de José, filho de Jacó. A vida de Davi e sua ascensão ao trono de Israel.
Às vezes penso, porque esta geração vive correndo atrás de pregadores quando temos um Deus que nos ama e sabe tudo ao nosso respeito.

1.2        Elias em Sarepta.
Afastar-se da zona de conflito nos proporciona duas interpretações aceitáveis: 1) Esconder Elias e pô-lo longe do alcance de Acabe e sua má sorte, Jezabel. 2) Uma pausa para suas lutas e mostrar-lhe o quanto Deus é benigno e pronto a revelar  seu poder e cuidados com cada um de nós. Uma viúva vai te sustentar, humanamente falando, só rindo. Quando Deus manda, o resultado é o melhor.

II – UMA ESTRANGEIRA NO PLANO DE DEUS.
2.1 A soberania e graça de Deus.
Corvos que levam alimentos para o profeta, viúva que sustenta apesar da fome. Não cai uma folha da árvore se Deus não autorizar.
-Nunca rejeite ir à casa da viúva por ser pobre e viver praticamente isolada. Em uma caneca de café e um pedaço de bolo de fubá, pode estar a sua bênção por muitos, desprezada.
-Infeliz o obreiro acelerado quando convidado a ir a casa de quem lhe pode retribuir e passa pela porta da viúva sem dar a mínima atenção, nunca tem tempo.
A soberania de Deus revela o poder de controlar todas as coisas, tornando tudo possível enquanto a sua graça nos ensina a não desprezar aqueles por quem Cristo morreu.

2.2 A providência de Deus.
Este ponto da lição nos mostra que a despeito dos pregadores da prosperidade falar da riqueza como um fim em si mesmo, Deus usa coisas desprezíveis para honrar seus filhos. Imaginem um tele pregador cotado pela Forbes como milionário, teria essa preocupação. Somente o Deus da providência, oferece água da rocha Ex.17:6.


III – O PODER DA PALAVRA DE DEUS.
3.1 A escassez humana e a suficiência divina.
Qualquer semelhança entre as obras de Deus e as de Cristo não é mera coincidência.
-Cinco pães e dois peixes, sob a graça do Senhor, alimentaram multidões. Mc. 6:41.
-Um pouco de farinha e azeite, alimentou e pagou dívidas, garantindo um futuro tranquilo.
A minha incompreensão reside no fato de termos um Deus que provê e os homens correrem atrás de homens por conta de promessas, muitas das quais, não se realizarão.

3.2 Deus, a prioridade maior.
O texto de Mt. 6:33 citado pelo autor, precisa ser considerado neste contexto, pois não alimentará qualquer pretexto para o crente, comprar: Toalhinha ungida, óleo de Israel, areia da praia do mar da Galileia e a mais nova é o tijolinho abençoado ao custo de R$ 200,00.
Quando aceitamos a fé, aceitamos a Deus e as promessas do seu filho Jesus Cristo, sem questionar, como ficam as riquezas materiais.


IV – O PODER DA ORAÇÃO .
4.1 A oração intercessória.
Será que alguém tem dúvidas que essa viúva, pertencendo a um povo idólatra, não sabia no seu íntimo que havia sobre tudo e todos,  um Deus vivo que poderia socorrê-la?
– Consideremos o exemplo de Cornélio em Atos 10.
- A pronta e perfeita argumentação do cego de nascença. Jo 9:31.
Como dizem alguns jocosamente: Chupa essa manga.

4.2 A oração perseverante,
Dois momentos na vida de Elias nos mostra que nem todas as respostas de Deus ocorrem no primeiro momento de oração.
Em IReis 18:42 o servo de Elias foi procurar o sinal de chuva.
Daniel orou 21 dias por uma resposta. Dn 10:2.
Hoje o homem não tem paciência de esperar a providência de Deus e corre atrás de soluções rápidas.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

EBD LC5 - UM HOMEM DE DEUS EM DEPRESSÃO


LIÇÃO 05 UM HOMEM DE DEUS EM DEPRESSÃO.
EBD 03.02.2013. Subsídio.
I – ELIAS, UM HOMEM COMO OS OUTROS.
II – AS CAUSAS DOS CONFLITOS DE ELIAS.
III – AS CONSEQUÊNCIAS DOS CONFLITOS.
IV – O SOCORRO DIVINO.



Em tempo: Desmistificando o que a Bíblia não ensina. Desta forma, posso apreciar e ensinar esta lição com muita tranquilidade, considerando que, muitos crentes, acham que certas doenças são do Diabo. Todo ser humano tem suas limitações de ânimo e força. Vencer nossos próprios limites, submetendo-nos a graça do Senhor é a formula que encontramos para sobreviver e chegar do outro lado, sem sequelas como: doenças degenerativas, mal de Alzheimer e outras decorrentes do desgaste imposto por certas tarefas.

I – ELIAS, UM HOMEM COMO OS OUTROS.
1.1        Um homem espiritual.
Antes de ser um homem espiritual, Elias era apenas, um homem. Essa é a questão que muitos não aceitam. Não há quem não tenha suas fraquezas, seus temores. O orgulho é uma perigosa janela que se mantém trancada para ocultar as lágrimas.

1.2        Um homem sentimental.
Quanto Tiago diz que Elias era um homem sujeito às mesmas paixões, deixa claro, o conhecimento que o apóstolo tinha das fraquezas e dos limites de cada um. A falta desse reconhecimento tem sido a causa de muitas “guerrinhas” nos nossos sítios. Há crentes que circulam pelos corredores das igrejas, ferindo um ou outro por total vontade de querer reconhecer que Deus nos fez com as nossas limitações. Vencer essas limitações é o que nos faz vencedores em Cristo.






II – AS CAUSAS DOS CONFLITOS DE ELIAS.
2.1 Decepção.
Como é ruim quando tudo parece dar errado.
Acho difícil esperar que todos compreendam o seu empreendedorismo para com a obra do Senhor.
-Depois de ter feito tudo quanto de bom para o povo, ouvi-los gritar: Crucifica-o, certamente essa atitude poderia tê-lo feito desistir, todavia, a palavra final foi: Tudo está consumado.
-Melhor é nunca esperar nada, pois, o que vier do homem, é lucro.
-No tocante as coisas de Deus, elas estão acima da nossa razão, portanto, se alguma coisa não estiver do seu ou do nosso gosto, não se desespere. Deus sabe o que faz e como faz.  


2.2 Medo.
Confesso não saber porque alguns irmãos acham que crente em Jesus não pode ter medo.
Salmos: 42:5, 11 e 43:5 falam do abatimento da alma.
Disse JESUS: “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai salva-me desta hora, mas, para isto vim à esta hora”. Jo.12:27.
ANGUSTIA E ABATIMENTOS DA ALMA ESTÃO SEMPRE  LADO A LADO DO MEDO. NO CASO DE JESUS, A DIFERENÇA E CONTROLE ESTAVAM NO CONHECIMENTO E CUMPRIMENTO DA SUA MISSÃO: “EU PARA ISTO VIM”.
-Não há problema em ter medo, mas, é preciso controla-lo ou ele acaba conosco. Orar, esperar e confiar no Senhor, afasta todo o temor.


III – AS CONSEQUÊNCIAS DOS CONFLITOS.
3.1 Fuga e isolamento.
Cuido ou pelo menos tento cuidar de um jovem que por conta do medo “Síndrome do Pânico” mantém-se isolado dentro de casa há pelo menos quatro anos.
A lição que devemos tirar da vida de Elias é o quanto ele foi renovado com a presença do Senhor e assim, o Senhor faz e fará com seus filhos nesta dispensação. O Espírito de Deus é o despenseiro de toda consolação.

3.2 Auto piedade e desejo de morrer.
É muito comum encontrarmos irmãos com esse sentimento, caracterizado por um transtorno psíquico. Há os que vêem erro em tudo e se considera um sofredor pela causa. Deus mostrou a Elias que ele não era o único preocupado com a causa.

IV – O SOCORRO DIVINO.
4.1 Provisão física.
Deus tem para nós, pão cozido assado na brasa e água fresca. Essa provisão além de ser providenciada ainda hoje, em favor dos que hão de herdar a vida eterna, fala também do conforto da sua palavra e da ação do Espírito Santo, visto na Bíblia, como rios de água viva, sempre associado a sua Palavra mediante a fé no nome de JESUS.

Convide pessoas para sua classe de Escola Dominical, uma lição