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quinta-feira, 26 de junho de 2014

EBD LÇ.13 A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS

EBD para o dia 29 de junho de 2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS
II – BONS DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DIVINOS.
III – OS DONS ESPIRITUAIS E O FRUTO DO ESPÍRITO.


Em tempo: Última lição do trimestre que por sinal, foram muito instrutivas. Esta última parece-me um pouco mais complexa exigindo cautela e conhecimento dos professores para que fique bem clara a existência de muitos outros dons e alguns que podem levar os beneficiários deles, acharem-se “todo poderoso” quando na verdade, a nossa capacidade, inteligência e visão, vêm de Deus.

  I – OS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS

1.1 São diversos.

Rm.12:6-8  - De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça...
ICo. 12:28-30 – Apóstolos, profetas, doutores, milagres, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
IPd. 4:10-11 - Cada um administre o dom como o recebeu.
Hb. 2:4 – Sinais, milagres, maravilhas e dons do Espírito Santo.

Pelo que vemos, há muitos dons e outros ainda que não estão pontuados acima, pois, tudo que nos lança na dianteira com melhor condição de percepção e comunicação, vem de Deus.

1.2 São amplos.

Quando o apóstolo fala da multiforme sabedoria de Deus, significa que o mortal não tem alcance para julgar os atos divinos pela sua bondade em conceder algo ao homem, Tudo está acima da nossa capacidade.

1.3 Dádivas do Pai.

Além dos dons, o autor cita três grandes dádivas pelas quais nos tornamos aptos a: Pelo amor,  alcançar os homens, pela filiação, a condição de filhos de Deus e do Reino e pelo ministério da reconciliação, aproximar os homens a Deus. Tudo isto é dom de Deus.


II – BONS DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DIVINOS.

2.1 Com sobriedade e vigilância.

Recebendo dons e sendo ministeriais ou não, devemos usa-los com sobriedade, vigilância e acima de tudo, glorificar o doador da graça.

2.2 Amor e hospitalidade.

Amor e hospitalidade são elementos que não podem faltar a quem exercita o ministério.
O amor é a medicação que combate o legalismo e a intolerância.
A hospitalidade não significa que devemos abrir a casa para todos que chegam sem os cuidados necessários para não ser vítima de bandidos. O servo de Deus sabe pela graça do Senhor a quem deve conceder hospitalidade. Nem todos tem coração aberto e dedicado para o exercício deste dom.


2.3 O despenseiro deve administrar com fidelidade.

Essa fidelidade deve ser a cartilha de todos; de quem lidera e de quem é liderado, pois, há muitos que sabem cobrar fidelidade, mas, não sabe oferecer.

Outro aspecto da fidelidade é com relação a não ultrapassar os limites impostos pela própria Palavra de Deus, sob nenhum pretexto. Deus não é Deus de confusão.

Na nossa fidelidade a Cristo e a sua igreja, nossas conquistas espirituais; nas muitas almas e no reconhecimento dos que nos assistem.


III – OS DONS ESPIRITUAIS E O FRUTO DO ESPÍRITO.

3.1 A necessidade dos dons espirituais.

Que a igreja não pode olvidar ou prescindir dos dons espirituais, isto deve ser um pensamento sempre presente.

Quanto jovem andava por caminhos, hoje sim, perigosos para ir a uma vigília. Nessas vigílias, geralmente em locais afastados, nos derretíamos em lágrimas buscando o batismo com o Espírito Santo. O mundo evoluiu o conforto aumentou e ao invés de lágrimas, temos pessoas falando alto aos ouvidos do crente: “...Fala reteté reteté reteté, enrola a língua...”  e quando a pessoa consegue emitir um som estranho, eles levantam a mãozinha e dizem: “Mais um” e o pastor, em cima do púlpito confirmando: “...Jesus batizou mais um aqui...”.
A falta de o genuíno poder, deu lugar a muita invencionice.

A falta de poder no seio da igreja está no púlpito,
  
3.2 Os dons espirituais e o amor cristão.

Os dons de Deus são dados sem arrependimento e não são concedidos por seletividade; quem pede recebe e quem busca acha, mas, sem o amor, acreditem, conheci isto muito bem, não produzem bons resultados.

Os dons de Deus sem o amor assemelham-se a alguém que tendo preparado uma excelente receita, convida os amigos e na hora de servir, lembra-se de não ter posto sal.

3.3 A necessidade do fruto do Espírito.

“Portanto, procurai com zelo os melhores dons e eu vos mostrarei caminhos mais excelentes”. ICo 12:31.

Qual a visão que o apóstolo Paulo teve para dar essa informação?

Quem precisa deleitar-se diante dos dons não são os crentes e sim os descrentes. O caminho mais excelente pelo qual, os crentes precisam deleitar-se é realmente o caminho do amor. Tudo se realiza a contento quando existe amor.

Tudo o que temos provém de Deus como um dom dado aos homens; da força a sabedoria, de Sansão a Salomão, de José no Egito a Daniel entre os Caldeus.






sábado, 21 de junho de 2014

EBD LÇ.12 DIACONISA - COMENTÁRIO SUPLEMENTAR. (subsídio)

EBD para o dia 22 de junho de 2014.

Após a publicação do meu comentário como subsídio a lição 12 “O Diaconato” percebi que bem cabia no texto, um adendo sobre diaconisa sabendo que a forma feminina do termo, não se encontra na Bíblia.

A razão é bem simples; a igreja evangélica Assembleia de Deus, se mostra  uma igreja multifacetada do ponto de vista litúrgico. Ainda que aspectos litúrgicos não firam doutrinas bíblicas, alguns esbarram na linha tênue dessa verdade e até do bom gosto.

Se os cargos de diácono e diaconisa fossem remunerados, acreditem, apenas uns poucos privilegiados seriam escolhidos.

Neste mundo há os que enganam e os que gostam de ser enganados.

PAULO, O APÓSTOLO MACHISTA.

Por conta de alguns conselhos dados à igreja de Corínto, ele é chamado de machista; pela repreensão dada à igreja (1 Co  14.33-35) e o conselho dado à Timóteo,  (1 Tm 2.11-15). No primeiro caso, a repreensão se deu por conta da desordem no culto, no segundo caso os deveres da mulher cristã.

JESUS ESCOLHE 12 HOMENS PARA O APOSTOLADO.

Não sei se por conta disso alguém já o tenha chamado de machista.
Se Jesus tivesse “apóstolas” ao seu lado, a semelhança desse imitador barato chamado de Inri Cristo, que aparece na televisão com suas Irinetes, o que não diriam do Senhor se por muito menos lutam para provar que ele teve caso com Maria Madalena?

A imagem abaixo é pública e não visa agredir os seus personagens.


Se os homens obedecessem rigorosamente a Palavra de Deus, as mulheres seriam bem mais felizes que eles.

A MULHER NO ANTIGO TESTAMENTO.

Quero primeiro usar uma frase que veio ao meu coração antes de continuar:

Nem todas as mulheres merecem confiança aos olhos dos homens e nem todos os homens merecem confiança aos olhos das mulheres.

Não temos muitos casos de liderança feminina no Antigo Testamento.

Cito duas:
1. Débora. O papel de Débora como juíza em Israel e o respeito que Baraque  devotou-lhe quando disse: “Se fores comigo, irei; porém, se não fores não irei” Juízes 4.4, 8.

Coloco o valor e a sensatez na resposta de Débora a Baraque: “E disse ela: Certamente irei contigo, porém, não será tua a honra pelo caminho que levas; pois à mão de uma mulher o Senhor venderá a Sísera...” (vers. 9).

2. Jezabel – filha de Etbaal, rei dos sidônios e sua história como a de Acabe, seu esposo, começam em 1 Reis, no capítulo 16.29. Ela não governava oficialmente, de fato, porém sua sombra ofuscava Acabe e tinha a primeira palavra no Reino, principalmente para mandar matar.

São dois exemplos antagônicos que não têm o objetivo de mostrar que a mulher, nem sempre merece confiança para o governo, visto que há homens incapazes como o próprio Acabe foi incapaz e fez só o que era mal aos olhos do Senhor; o propósito é mostrar que há mulheres e há mulheres especiais.

MULHERES NO NOVO TESTAMENTO.

Sem pretender alongar-me em discussões, não sendo o meu propósito argumentar de forma acadêmica, sobre a proibição de mulheres no exercício de atividades da igreja, quero apenas lembrar quantas são citadas nos evangelhos por tudo que fizeram em prol da causa, entre as que ajudaram o Senhor, cujos nomes estão no Livro da Vida e relatados no Evangelho de Lucas 8.1-3, além de muitas outras que o serviam com suas fazendas e no período apostólico, citadas por Paulo com profundo agradecimento pelo que fizeram pela obra, entre elas:

Priscila, esposa de Aquila, cuja postura diante do encontro com Apolo, mostrava o quanto ela e o marido apoiavam a causa do Senhor.

Febe, que servia a igreja em Cencréia, a quem o Apóstolo "machista", recomendava que a recebessem no Senhor, e como fala em “hospedar a muitos” percebe-se qual era a sua participação na igreja (Atos 16.1).

Finalmente, como não tenho a intenção de fazer escola e tampouco convencer quem pense o contrário, limito-me a dizer que nunca fui muito afeito a criar cargos na igreja somente para massagear o ego de crentes ou segurá-los de alguma maneira.

Alguns cargos como diáconos e presbíteros, foram instituídos como forma de organizar a igreja e não para dar domínio e autoridade sobre ela.

Prefiro ficar sempre com a suficiência bíblica, sem precisar apelar para questões sociais de valorização ou desvalorização da mulher para introduzí-las no ministério cristão.

Uma mulher sensata pode oferecer muito para sua igreja, sem precisar andar de salto alto no corredor da mesma somente para mostrar que tem alguma autoridade. Isso vale também para muitos homens, que apreciam ter destaque, e cometem deslizes somente para alcançar um cargo na igreja.

Não há nada que impeça de uma mulher, circunstancialmente, dirigir um culto, como evangelizar, podendo inclusive ser mantida financeiramente se a sua ocupação for em dedicação integral, mas, pagar ninguém quer.

Li textos de defensores da ordenação ou eleição feminina que sustentam a defesa com o seguinte argumento: “A Bíblia não declara a ordenação feminina tampouco a condena...” e entendem que por conta dessa omissão, podem escolher mulheres dando-lhes cargo ou título eclesiástico.

Conheci mulheres que tiveram um um papel importante e uma atuação pastoral no seio da igreja e certamente, garantiram o seu galardão para recebe-lo somente, após a ressurreição.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

EBD LC 12 O DIACONATO

EBD para o dia 22 de junho de 2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A DIACONIA DE JESUS CRISTO.
II – A INSTITUIÇÃO DOS DIÁCONOS.
III – O PERFIL E A FUNÇÃO DOS DIÁCONOS.


Em tempo: Não há nada mais honroso que servir o povo de Deus na posição de diácono. O diaconato existe porque o pastor só tem dois braços.


I – A DIACONIA DE JESUS CRISTO.

1.1 Significado do termo.
Filipenses 2 é a declaração de fé e ação do diácono. Ser como Jesus foi, e é, o maior desafio para o crente. Muitos ignoram o trabalho diaconal na sua essência, cujo sentido em relação ao termo original é explicado pelo autor como sendo ministério ou serviço. Prefiro serviço.

1.2 Serviço de escravo.

O serviço de lavar os pés dos discípulos foi como fechar a questão sobre serviço cristão, o ponto alto do seu ensino. Ao longo do seu ministério, Jesus se ocupou de apresentar o evangelho aos homens, sem contudo deixar de atendê-los em suas necessidades básicas, tanto pelas curas quanto pelo suprimento de alimentos. Preocupação abrangente.

1.3 O discípulo é um serviçal.

Recomendo a leitura deste tópico para os alunos com muita tranquilidade.
Perceba-se que:
- Faltam discípulos.
- Faltam servos.
- As palavras do Senhor:  “...entre vós não será assim... qualquer que quiser ser grande será o vosso serviçal...”. O assunto é muito abrangente e vai além de envolver apenas os nomeados ao diaconato na igreja.

Muitos querem apenas o cargo, podendo assentar-se à direita ou à esquerda, desde que sejam vistos.


II – A INSTITUIÇÃO DOS DIÁCONOS.

2.1 O conceito da função.

Eu confesso que não sei o peso que “diáconos” ou “doulos” exerce sobre as pessoas que gostam tanto de título; o que sei é que a ação pessoal deve ser tão forte e significativa que outros digam de nós: São servos ou diáconos de verdade.

O pensamento acima, não desconsidera o fato de a igreja precisar nomear diáconos para impor responsabilidades e organizar a igreja como em Atos 6.

O título não pode ser maior ou mais expressivo que a ação diaconal.


2.2 Origem do diaconato.

A sensação de abandono levou os gregos a reclamarem direitos para suas viúvas da mesma forma como as viúvas hebreias eram atendidas pelo ministério.

• Temos aí uma atitude coerente de homens de Deus que poderiam mandar as mulheres orarem como alguns fazem.

• Também não ficaram se desculpando pela falta de tempo, apresentaram a solução para o problema.

• Na casa de Deus temos recursos humanos para todos os fins. Mas não para qualquer pessoa, escolhida apenas por aparência, é necessário considerar ter boa reputação.


2.3 A escolha dos diáconos.

A escolha de diáconos pouparia os apóstolos de se afastarem do compromisso com a Palavra de Deus – atitude sábia e coerente com a responsabilidade.

"Cheios do Espírito Santo" deve ser entendido como cheios de vontade de servir, cheios de alegria, ter o serviço como um prêmio de Deus, gozo na alma.

Há muitos que falam em línguas, mas somente isto; não contribui para o engrandecimento do Reino de Deus nem para glorificação do seu Santo Nome.
  

III – O PERFIL E A FUNÇÃO DOS DIÁCONOS.


3.l Qualificações do diácono.

Na casa de Deus, não há perfil do pastor, do diácono ou do crente; de modo geral todos nós temos os mesmos deveres morais para com Deus, para a igreja e para a sociedade.

Claro que em função da exposição dos líderes, quer sejam pastores, presbíteros, diáconos ou professor de EBD, todos têm um peso de compromisso maior.

3.2 A função dos diáconos em Atos 6.

Percebe-se o valor dado aos diáconos e a respectiva correspondência destes ao compromisso assumido.

Inclua-se pregar o evangelho, Atos 8. Há muitos que consideram o trabalho diaconal um fim em si mesmo sem se dar conta do compromisso com as almas.


3.3 A função dos diáconos hoje.

A igreja cresceu, os problemas são diversos e o diácono precisa estar sob orientação do pastor, o que vale dizer que o diácono não deve sair por aí fazendo tudo o que deseja em nome do Senhor.

Além das atividades de auxílio à ordem do culto, visitas e tantas outras serviços, o diácono pode ser solicitado a que presida o trabalho de uma congregação, sendo o primeiro passo para alcançar o ministério pastoral.

EBD LÇ.12 DIACONISA - COMENTÁRIO SUPLEMENTAR. (subsídio) 


sexta-feira, 13 de junho de 2014

O PRESBÍTERO, BISPO OU ANCIÃO.

EBD para o dia 15 de junho de 2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A ESCOLHA DOS PRESBÍTEROS.
II – A IMPORTÂNCIA DO PRESBITÉRIO.
III – OS DEVERES DO PRESBITÉRIO.



Em tempo: Eis um assunto merecedor de estudo apurado para esclarecer o sentido da existência do presbítero na igreja.


I – A ESCOLHA DOS PRESBÍTEROS.

1.1 Significado da função.

A melhor palavra para entender de maneira bíblica literal para presbítero está no texto da lição: Tt 1:5 “...Estabelecesses presbítero de cidade em cidade..” a partir dessa orientação dada a Tito, basta um pouco de simples pensar.

O autor usa os recursos da língua original, grego, para traduzir o seu real significado.

Tendo como construção gramatical, o radical materno “presbys” para pessoa mais velha possivelmente seja a causa de muitos e por muito tempo ter-se no presbítero a figura de um homem mais velho, todavia, o texto com seu contexto, em qualquer momento deixa transparecer que a escolha devia recair sobre homens mais velhos, porém, as recomendações apontavam para pessoas maduras intelectualmente, experientes, bons maridos e pais de família.

Mesmo que, segundo o entendimento geral que “marido de uma mulher, não xxsignifique que deva ser casado, mas, se for, que seja de uma, as demais considerações indicam que deva ser casado.


1.2 A liderança local.

O autor fala bem quando fala de: “...aspecto pastoral da função exercida...”.

- Exatamente isto; aspecto pastoral da função exercida.

- Função exercida como pastor e administrador são biblicamente, sinônimos.

- Não há como dissociar sequer, o pastor da implicação de administrador, mesmo que por contingência, delegue poder.


1.3 As qualificações.

- Para mim, sem a necessária e longa discussão, o vocábulo encontrado sempre no plural, nos textos indicados, serve para mostrar que em determinadas igrejas, a presença dos presbíteros, pareciam formar um colegiado de bons conselheiros, todavia, um deles devia estar cuidando do governo da igreja de forma mais objetiva e a este, o reconhecimento de “pastor da igreja”.

Nesta semana da lição, uma professora perguntou-me a razão de chamarem todos os presbíteros da igreja de “pastor”.  Não é próprio, exceto quando de fato, ele exerce a função pastoral da congregação.

Concordo com o autor quando considera a escolha de presbíteros para cuidar de congregações, por ser a forma de experimentar o eleito nos trabalhos pastorais da igreja. Melhor que ordenar uma pessoa ao pastorado para depois, descredencia-lo por não cumprir com o objetivo desejado.


II – A IMPORTÂNCIA DO PRESBITÉRIO.

2.1 Significado do termo.


ITm 4:14 mostra a força, a importância e a espiritualidade do corpo de presbíteros, neste texto, o reforço da ideia de colegiado e força de governo, o valor do voto do presbitério na escolha do oficial.

2.2 A atuação do presbitério.

Em atos 15, vê-se o valor e respeito que se davam aos presbíteros e como atuavam junto dos apóstolos.

- Considero uma pena que pouco valor se dê aos presbíteros em muitas e igrejas e noutras, os presbíteros não se valorizem.

- Não considero pastor, um cargo e sim, um dom.

- Considero o presbítero não necessariamente com dom pastoral. Falo de um dos cinco dons ministeriais, já estudados.

2.3 A valorização do presbitério.

- Compor o governo da igreja.
- Apoiar o pastor titular nas suas atividades.
- O maior problema é que vivemos em um mundo tão desacreditado de valores éticos e morais que parece não haver mais respeito entre as pessoas.

- Sinto-me um presbítero por excelência. É o maior cargo da igreja, não existe outro. O que passa disso, está nos dons ministeriais.

Disse o nosso irmão Pedro: “...eu também sou presbítero com eles...


III – OS DEVERES DO PRESBITÉRIO.

3.1 Apascentar a igreja.

...Apascentai o rebanho que está entre vós... IPd 5:2

O texto acima é magnifico para nos fazer compreender a importância do presbítero.

ITm, 5:17 “...principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina...”

5:18 “...digno é o obreiro do seu salário...”  e aqui, grande parte das lideranças fecham os olhos.

3.2 Liderar a igreja local.

Liderar de forma direta ou como coadjuvante do  pastor.

O que se espera de um presbítero é a sua posição digna diante da igreja e dos homens.

Não se pode esperar de um presbítero, uma pessoa irresponsável que torne público aquilo que lhe foi confidenciado.

Um bom presbítero é uma riqueza para a igreja do Senhor e para o ministério.

3.3 Ungir com azeite.

Percebe-se aqui, o apóstolo reconhecendo a função do bispo junto à igreja.

Finalmente, chamar os presbíteros de pastor, pode ser apenas uma forma carinhosa de tratamento, que não compromete em nada, a doutrina da Palavra de Deus.


sexta-feira, 6 de junho de 2014

EBD LÇ.10 - O MINISTÉRIO DE MESTRE OU DOUTOR.

EBD para o dia 08 de junho de 2014.
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS, O MESTRE POR EXCELÊNCIA.
II – O ENSINO DAS ESCRITURAS NA IGREJA NO PRIMEIRO SÉCULO.
III – A IMPORTÂNCIA DO DOM MINISTERIAL DE MESTRE.

 Em tempo: Ensinar não é preparar pessoas para aplaudi-lo; é preparar pessoas para bem adorar e servir a Deus.


I – JESUS, O MESTRE POR EXCELÊNCIA.

1.1 O mestre da Galileia.

O autor faz as seguintes considerações:
a) Seus sermões, ensinos e discursos eram inflamados...
b) A verdade emanava da pessoa de Jesus.
c) Os que ouviam, só tinham duas opções: Amá-lo ou odiá-lo.
d) Era impossível ouvi-lo e ficar indiferente.
e) Aquietava o coração perturbado.

Para que possamos concluir: Por que inventam tanta coisa na igreja quando apenas uma basta; a Palavra de Deus ensinada com amor e fervor.

1.2 O mestre divino.

Figuras importantes da sociedade, do mundo político e religioso da época, reconheceram que havia algo diferente nele e era a riqueza de conhecimento tanto do homem quanto de Deus, daí, Nicodemos dizer que Deus era com ele, sem saber nada da divindade de Cristo. Não eram apenas palavras, eram obras.

1.3 O mestre da humildade.

O autor faz menção do momento em que JESUS já despido da soberba humana, desce mais degraus e faz para dar lição aos que querem ser mestres; lava os pés dos discípulos.

Ficamos a pensar, JESUS o filho de Deus, o próprio Deus sem usurpação, abaixa-se para lavar os pés de seus colaboradores. Quem conhece a maioria dos líderes de hoje, em nada se assemelha com aquele a quem dizem seguir.

LAMENTÁVEL!

Como o homem tem-se despersonalizado nos nossos dias. Muitos só querem puxar para si, não valorizam seus colaboradores. 

Nem pensar que tenhamos que imitar o Mestre, literalmente. Ele o fez de forma autêntica, mas, com o objetivo de nos ensinar.

Vós também deveis lavar os pés uns dos outros. Isto fala do respeito e amor devidos aos companheiros de ministério.


II – O ENSINO DAS ESCRITURAS NA IGREJA NO PRIMEIRO SÉCULO.

2.1 Uma ordem de JESUS.

Ide e ensinai.

Como vemos tanta discussão na rede com relação à igreja bíblica e a igreja louvor, que faz festa todos os meses do ano sem se ocupar com o ensino sistemático da Palavra de Deus. Faltam doutores? É o que parece!

O que afastou a igreja do ensino bíblico? A escolha de pessoas distanciadas da Bíblia ou pessoas que só tiram da Bíblia o que lhes interessa para manter a plateia e rendas.

Quanto à questão da formação intelectual mencionada pelo autor, devemos concluir pelo exemplo dos judeus; Aprende-se a Bíblia com a Bíblia e quanto mais cedo, melhor.

O dom não inutiliza a possibilidade e importância do aprendizado nas escolas de teologia. Estas enriquecem os conhecimentos gerais da matéria.

Devemos amar todas as fontes de bons ensinos.

2.2 A doutrina dos apóstolos.

Sempre suscitamos este pensamento na igreja. Precisamos voltar às práticas da igreja primitiva.

-O primeiro amor mantém raízes frescas, tornando o crente em pessoa dócil e tratável, não confundir com subserviência.

-O crente verdadeiramente convertido ou nascido de novo, ama a Palavra de Deus e nela busca o crescimento.

-Diante de um clima propício, o mestre finca os pregos da saudável doutrina e não havendo, o profeta entra em ação com a mesma palavra para corrigir desvios.

A “doutrina dos apóstolos” é a marca do compromisso sério com a palavra ensinada com virtude, cujos resultados, podem ser vistos em todas as áreas da igreja razão que nos faz inimigos de toda invencione com o pretexto de adorar a Deus.

Devemos considerar o perfil social daquela época com a nossa, nada impedindo que pratiquemos ações eficazes de igual modo.


2.3 Ensinamentos persistentes.

Na despedida de Paulo aos anciãos de Éfeso, ele disse que nunca tinha deixado de anunciar todo o conselho de Deus e principalmente os preventivos, sabendo que logo viriam os lobos devoradores que não perdoariam o rebanho. Atos 20:29.

Não posso afirmar que Paulo tinha o ministério de doutor ou o dom do ensino visto que, Paulo era um obreiro completo, parece-nos que tudo o que tinha de ruim na vida pública, Deus o ornamentou de coisas boas para o serviço do Reino.

“...Que pregues a Palavra, instes, a tempo e fora de tempo...” IITm 4:2.
“...com longanimidade...”.


III – A IMPORTÂNCIA DO DOM MINISTERIAL DE MESTRE.

3.1 Uma necessidade urgente da igreja.

Atualmente, valorizam-se muito as revelações que envolvam pessoas e interesses.


A igreja precisa valorizar pessoas, mesmo que não sejam pastores, sempre há os dotados de outros dons ministeriais, pouco percebidos.

Uma igreja para caminhar mais rapidamente em busca da perfeição precisa ter: pastor, evangelistas, ensinadores e profetas. Basta evitar a soberba, cada um reconhecendo o seu valioso papel para o bem da igreja.

3.2 A responsabilidade de um discipulado contínuo.

Claro que nunca fui contra a chamada “classe discipulado” convivi com ela, todavia, imaginem uma lição como esta, basta dosar o tempero e todos comem, tanto crianças quanto adultos.
-Espera-se do professor que ele seja inteligente e sensível.

3.3 Requisitos necessários ao mestre.

Vou deixar o comentário do autor para arriscar-me passando as minhas impressões sobre o assunto.

a) Amar o que faz.
b) Conhecer o que faz, dominando a matéria.
c) Gostar de aprender sempre.
d) Gostar de ensinar é pouco, precisa amar sua classe e procurar atender as necessidades econômicas dos seus alunos, com roupas, calçados, alimentação e o que mais precisar. Não tem condições? Socorra-se com quem tem.
e) Gostar de ler.

Um professor dedicado ao que faz e atento aos seus alunos é uma riqueza na igreja.

Não seja daqueles que gastam horas, preparando a lição; vai à igreja, transmite o ensino e volta para casa, sem dar um fraternal abraço nos seus alunos, gastar algum tempo com eles, acompanhar o estado das suas ovelhas.

Cada mestre é um pastor a quem Deus confiou um pequeno rebanho, a classe da EBD é o seu rebanho, faça-o crescer. Ensine ardorosamente a Palavra do Senhor.

Ame seus alunos incondicionalmente, mas, nunca esqueça que são propriedades do Senhor, não os coloque em torno de si.