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sábado, 31 de janeiro de 2015

EBD LÇ.5 NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR EM VÃO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 01/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O NOME DIVINO.
II – O NOME QUE SE TORNOU INFALÍVEL.
III – TOMAR O NOME DE DEUS EM VÃO.
IV – O SENHOR JESUS PROIBIU O JURAMENTO?



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:   Nós pastores devemos cuidar da segurança e cumprimento das nossas palavras para não cairmos na desconfiança do povo; depois, nem com juramento se acredita.

I – O NOME DIVINO.

1.1 O nome.

O nome é a maneira pela qual distinguimos ou identificamos um indivíduo. As coisas que aconteciam na Antiga Aliança, já não acontecem hoje como: Jacó = enganador. Na verdade, o substantivo não significava enganador, mas, na vida do filho de Isaque, era isto que fazia lembrar e assim, Deus mudou-lhe o nome.

O vocábulo “Deus” é mais do que um nome; o autor deixa bem claro isso neste tópico.

Alguns judeus de língua portuguesa escrevem “D’us” para não comprometer o nome do Senhor quando aplicado em algo que venha a ser destruído, como; papel e tem muitos que pegam carona nessa questão. O que conhecem bem a sua doce e maravilhosa Palavra, não embarcam nessa.

1.2 Nomes genéricos.

Segundo o autor são três os nomes genéricos que aparecem no Antigo Testamento além de  “Deus de Israel”, porém, na tradução para a língua portuguesa só aparecem dois nomes: “Deus” e “Altíssimo”.

O nome “Deus” em nossas bíblias é tradução do hebraico “El” que seria simplesmente “Eu” ou “EU SOU O QUE SOU”. Somente Deus podia e pode usar o seu nome para dizer: “EU SOU”. Ex.3:13.

Certa feita fui interpelado por um irmão (CCB) quando me disse que não devia dizer  “a paz do Senhor” e sim, “a paz de Deus” por que “senhor” são muitos;  respondi-lhe que quando invoco o termo “Senhor”, só conheço um que pode transmitir paz; JESUS, ele é o Príncipe da Paz, Is 9:6.
  
1.3 Nomes específicos.

Aos nomes de Deus no original hebraico; quase sempre vem acompanhado de um adjetivo, tornando-o composto entre os quais, o autor cita: Shadday, Adonay e YHWH.

El Shadday = “Deus Todo-poderoso”.
YHWH – Tetragrama para o nome “Deus” transliterado como “Jeová”.

Confesso que jamais usaria os nomes do Senhor para constituir um estabelecimento comercial e existem muitos espalhados; particularmente, como contador que sou, de profissão, quando procurado para isto, procuro dissuadir o interessado.


II O NOME QUE SE TORNOU INFALÍVEL.

2.1 A pronúncia do nome divino.

Dá para perceber pelo comentário deste tópico, o domínio linguístico do autor; assim, ele explica o uso histórico do tetragrama YHWH.

Fica sempre uma pergunta; os judeus tinham razão em preservar com tanto cuidado o nome do Senhor na sua forma original?

Se eles estavam certos; por que o povo ocidental banaliza o nome do Senhor? Até muitos crentes e filhos de crentes, brincam com o nome do Senhor de tal forma que chega a causar repulsa. Tais atos são  impensados e descomedidos.

2.2 Jeová ou Javé?

O autor explica o começo da discussão sobre a forma correta, dada pela inserção das consoantes de Adonay resultando na forma “Jeová ou Iavé” na forma aportuguesada.

Esse tipo de discussão em torno da teologia do nome do Senhor tem sido a causa de grandes desavenças de grupos.

O mais importante não é pronunciar o nome do Senhor por qualquer idioma ou língua e sim, a maneira como o pronunciamos principalmente quando a fé pulsa no coração. Deus não despreza um coração contrito. Salmos 51:17.


2.3 O significado.

 O nome do Senhor, pela definição do autor é: Autossuficiente, auto existente e indica que Deus é imutável. Deus é soberano e para quem crê no seu nome; saber isto é o suficiente para os que nele creem.
  
III – TOMAR O NOME DE DEUS EM VÃO.

3.1 O terceiro mandamento.


O comentário do autor é muitíssimo rico no esclarecimento do Terceiro Mandamento:

“lashaw” (Hb) = Em vão, inutilmente, à toa.
“epimataio” (Gr) = impensadamente.
“Shaw” (chav) = superficialmente.

Chega a irritar:
O sangue de Jesus tem poder.
Deus me livre.
Só o sangue.
       E por aí vai.
   
3.2 Juramento e perjúrio.

O juramento nunca deve ser feito sob o nome do Senhor, quem assim o faz, geralmente o faz para dar credibilidade. A única credibilidade que precisamos oferecer é o nosso caráter de pessoas que andam na verdade.

Quando alguém força uma situação que leve o interlocutor a jurar, perceba-se que há desconfiança por trás.

3.3 Modalidades de juramento.

As diversas modalidades de juramento não encontram amparo bíblico, mas, já encontramos na Bíblia, palavras que se assemelham a um juramento (*), exceto, o juramento que Abraão pede ao seu servo (Eliézer) que ele jure pelo Senhor que não tome mulher cananeia para seu filho Isaque; o servo cumpriu fielmente. Gn.24.

(*) “...Vive o Senhor que nenhum mal te sobrevirá por isso...” ISm. 28:10. Saul falando à mulher adivinho.


IV – O SENHOR JESUS PROIBIU O JURAMENTO?

4.1 Objetivo do Terceiro Mandamento.

O excelente comentário do autor dá desfecho com a nova linguagem usada pelo cristão ou que deve ser usada por quem se diz cristão: SIM, SIM; NÃO, NÃO.

Percebam que o Terceiro Mandamento não foi pelo tempo ou pela nova dispensação, anulado. Tudo o que diga respeito à Lei Mosaica, deve ser analisada pelo aspecto moral.


4.2 A proibição absoluta.
  
Levemos em conta o comentário do autor nesta questão e tenhamos cuidado para não sermos envolvidos em questões que nos afastem do centro da Palavra do Senhor e percamos a paz.

Quando em um tribunal se é chamado a depor, o primeiro e tradicional ato é jurar falar a verdade, somente a verdade como forma de chamar o depoente à responsabilidade em não cometer crime de perjúrio.
  
4.3 A proibição relativa.

A proibição de Jesus no tocante a juramento chama a atenção para que não se desperdice palavras com juramentos, principalmente quando não se tem segurança em cumpri-la; mesmo tendo.

Não devemos viver com juramentos, mantenhamos a nossa palavra com segurança moral.  

Há muita gente imoral que não zela pela sua palavra e acaba caindo na desconfiança do povo. Tratando-se de “pastor”, pior ainda.


Infelizmente, na caminhada da vida já vi alguns chamados de “homem de Deus”, ter a palavra mais desacreditada da vida.

sábado, 24 de janeiro de 2015

EBD LÇ.4 NÃO FARÁS IMAGENS DE ESCULTURAS.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 25/01/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PROIBIÇÃO À IDOLATRIA.
II – AMEAÇAS E PROMESSAS.
III – O CULTO VERDADEIRO.
IV – AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:  Tenhamos cuidado para não fazermos de qualquer criatura, algo acima do seu criador ou pelo menos transformar qualquer semelhante no centro das atenções, pois, isto é uma forma de idolatria. Amar faz bem e todo mundo gosta; eu gosto de amar e ser amado, mas, o meu dedo sempre apontou para aquele que nos dota de alguma capacidade.


I – A PROIBIÇÃO À IDOLATRIA.

1.1 Ídolo e imagem.

Quem nunca cultuou diante de uma imagem de escultura, não tem como dizer o real significado que para mim, tendo estado entre esses, digo que duas situações podem ocorrer, não obstante,  as duas serem uma agressão à imagem viva de Deus:

Os fanáticos que esperam qualquer manifestação de poder do seu ídolo à semelhança dos profetas de Baal. IRs 18:24 e seguintes.

Os religiosos sinceros, sem fanatismo que acreditam que a imagem do seu intercessor esteja ao lado de Deus cuidando da sua vida.

1.2 Idolatria.

A idolatria é a prática de cultuar; imagens, nomes ou pessoas.

Que seja assim compreendido: Qualquer que concentrar a sua atenção para dar a entender que somente aquela pessoa pode resolver o seu problema mesmo que seja através de oração aproxima-se da idolatria.

O papel de todo homem que esteja a serviço do altar é conduzir vidas a Cristo. “É preciso que ele cresça e que eu diminua” foi o que disse o profeta João Batista. Jo.3:30.


1.3 Semelhança ou figura.

O termo “Nem semelhança alguma...”  é muito forte dentro do contexto, pois,  desautoriza qualquer que busque a Deus por intermédio de uma figura que o represente.


II AMEAÇAS E PROMESSAS.

2.1 O Deus zeloso.        

Essa expressão “zeloso” é pertinente e exclusivo do Senhor e mostra que desde o princípio, Deus sempre cuidou dos seus filhos e como Deus, pode conceder o que for de melhor para que tenhamos paz, assim, Deus tem o direito a exclusividade por que é Deus do impossível e não há outro como ele.

2.2 As ameaças.

Quem lê sobre as ameaças de Deus, logo se precipita em julga-lo dizendo que ele é um Deus maldoso e possessivo, quando diz que visita a maldade dos pais aos filhos até a terceira e quarta geração. Ex.34:7 e os demais textos citados pelo autor.

2.3 As promessas.

Fantástico é o comentário do autor que nos chama a atenção para a bondade de Deus que é  incomensuravelmente maior que as suas ameaças e são eternas. Sua bondade é de geração em geração e se completa em Cristo.

III – O CULTO VERDADEIRO.

3.1 Adoração.

A proibição para curvar-se diante de qualquer imagem de escultura é uma proibição quase eterna, porquanto, não temos eternidade nesta vida.

 É difícil compreender como líderes católicos, papas, introduziram isto tendo diante de si, as Escrituras Sagradas e que para este assunto, não se exige profundo conhecimento teológico, também compreensível quando os sacerdotes de Israel se curvavam diante do sol, da lua,  dos baalins e astarotes. Capítulo 8 de Ezequiel é uma revelação e tanto dessa fraqueza humana.

Adoração é o que poucos sabem como fazer

3.2 Deus é Espírito.

O próprio Senhor Jesus declarou à mulher samaritana que “Deus é Espírito” e essa declaração é maior que qualquer teoria ou afirmação academicamente teológica.

Deus é Espírito e isto fala da sua natureza. Deus é ilimitado em suas vontades e ações.

O homem tem parte nessa natureza por concessão divina e portanto, não pode tomar para si o direito de adoração ou ser adorado; nem semelhança sua. Qualquer tentativa é pura usurpação.

3.3 Deus é imanente e transcendente.

A imanência e transcendência de Deus são mostradas na Bíblia Sagrada desde os primeiros versos em Gênesis; sua relação com o homem é uma forma de mostrar o amor com sua própria criação, porém, a transcendência de Deus é a sua particularidade inimitável. Ninguém é ou será como Deus.

Deus está acima de toda criação e ainda, dos anjos. Todos são obras da sua criação, porém, Deus não foi criado; ele existe e nisto cremos.
  
IV – AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO.

4.1 O que dizem os teólogos católicos romanos?

As referências usadas pelos teólogos católicos, simplesmente não merecem crédito, pois, apontam para imagens que foram criadas dentro de um simbolismo cujo propósito era simplesmente chamar a atenção do seu povo. Deus nunca mandou Moisés ou qualquer sacerdote do seu tempo ou depois, construir imagens com as mesmas semelhanças para o serviço de culto.

No caso da serpente de metal, para que o povo fosse curado no deserto, Nm. 21,  mas, o povo resolveu guarda-la e fazer-lhe culto, tendo sido destruída pelo rei Ezequias 2Rs.18:1-5.

4.2 Uma interpretação forçada.

Forçar a interpretação bíblica para satisfazer suas vontades e credulidades, sempre foi uma iniciativa do ser humano, haja vista, que qualquer dos símbolos mostrados, não eram alvo de adoração, exceto, nos momentos de desvio do povo.

4.3 O uso de figuras como símbolo de adoração.

Bastaria a leitura dos ensinos de Jesus e da palavra dos apóstolos para que as mentes se esvaziassem dessas vaidades.

Há padres que pregam em programas de TV de maneira muito convincente, todavia, ao término sempre apontam Maria como mãe de Deus o que é uma grande heresia e como mediadora, quando a Bíblia declara textualmente que Jesus é o único caminho como também o único mediador entre Deus e os homens.   Jo. 14:6 e  ITm 2:5.


4.4 Mariolatria.

Pedro não aceitou que Cornélio se ajoelha-se diante dele e certamente Maria também não aceitaria, exceto, ser chamada de bem aventurada ou feliz por ter concebido o Salvador dos homens.





sábado, 17 de janeiro de 2015

EBD LÇ.3 NÃO TERÁS OUTROS DEUSES

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 18/01/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A AUTORIDADE DA LEI.
II – O PRIMEIRO MANDAMENTO.
III – EXEGESE DO PRIMEIRO MANDAMENTO.
IV – O MONOTEÍSMO.
                                                  DEUSES EGÍPCIOS.


PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:  Esta lição mostrará que idolatria não é apenas curvar-se diante de alguma figura.

I – A AUTORIDADE DA LEI.

1.1 A fórmula introdutória do Decálogo.

Tudo o que provém de Deus, mantém a mesma fórmula; “Então falou Deus todas estas coisas ou assim diz o Senhor”.

A diferença entre a fórmula bíblica e a fórmula humana é que partindo dos homens, têm gosto de barro; são ineficazes, deixam pessoas entristecidas atrás e não se percebe qualquer virtude na vida daqueles que fazem mau uso das Palavras de Deus.

Outra questão importante é que, tendo experimentado muitos e bons acontecimentos na minha vida e na vida de muitos irmãos, como curas, batismos com o Espírito Santo e outros milagres, no atual momento da Igreja, Deus não age por atacado.

Os hospitais estão lotados e aqueles que arrogam para si, poderes especiais, não são habituados a visita-los.

FIQUEMOS COM A PALAVRA DE DEUS!

1.2 As partes do concerto.

O prólogo (introdução)  dos Dez mandamentos a que o autor se refere, é a parte introdutória da lei e que ocupa um bom espaço no texto para declarar que as ordenanças dadas a seguir e pontuadas, tem o chamamento de Deus à responsabilidades do seu povo e o primeiro e maior ponto desse prólogo é: “Eu sou o Senhor teu Deus; não terás outros deuses diante de mim.”.


1.3 O Senhor do Universo.

O Século XVI (16) foi o século da reforma religiosa, que culminou com o rompimento do controle da igreja católica sobre toda ciência e filosofias. O Século XVIII (18) na total liberdade, o iluminismo abre a cela de todo conhecimento sem o “primatus” papal. A teologia toma forma mais acadêmica e quando surgem os críticos liberais  para atacar o que mais odiavam que era a religião institucionalizada, pensadores como  Descartes, procuravam desqualificar  a Bíblia com suas filosofias e interpretações;  para sustentar a ideia de um Deus tribal, ou seja, sem expressão alguma.

Teorias subjetivas – Dentro do contexto que estudamos é desprezar as verdades históricas e a própria Bíblia. Isto tem sido comum para quem pretende desqualificar a Bíblia como Palavra de Deus.

1.4 A libertação do Egito.

”Que te tirei da terra do Egito...”.

Deus  renova e reforça o chamativo para que entendam que ele mesmo, que falou e enviou Moisés e tirou o seu povo do Egito, agora estabelece a sua lei entre eles; a Lei que deveriam ouvir, guardar e praticar.



II  O PRIMEIRO MANDAMENTO.

2.1 Um código monoteísta.

Estudar os povos e as religiões é simplesmente fascinante; conhecer suas origens,  como tratavam da fé e o que praticavam para agradar o deus ou deuses das suas crenças que não eram poucas.  Havia entre eles, a tribo dos hebreus que tinham conhecimento de um único Deus e Abrão foi o instrumento para tirar esse povo do caldeirão do politeísmo para viver em uma terra e disseminassem a fé em  um único Deus verdadeiro.

Em escavações foram encontradas vilas e cidades e sob muitas casas, esqueletos de crianças, filhos sacrificados e enterrados para que seus moradores tivessem maior sorte e agradassem seu deus.

O Senhor foi ainda muito paciente com os homens  e essa paciência  estava apoiada no plano da redenção. 

2.2 Idolatria do Egito.

A cultura pagã do Egito que o autor cita, era com o que pretendiam envolver os hebreus, mas, estes, com todas as dificuldades, porém, guardados os  conselhos do Patriarca Abrão continuadas por Jacó, José e sua descendência, mantiveram-se a salvo do paganismo, porém, não todos, os saudosistas estavam no meio deles.

2.3 Como Israel preservou o monoteísmo de Abraão?

Deus tem os seus caminhos e para o seu povo, algo que não cheirava bem para os egípcios forçou o afastamento do povo para habitar a terra de Gósen. O povo de Israel tinha como base econômica, o pastoreio.

Na atual conjuntura, precisamos estar em nossa terra de Gósen como forma de não nos misturarmos com o mundo.

“...se alguém ama o mundo, o amor do pai, não está nele”. IJo 2:15

Seja lá como for, saibamos que Deus não quer parte do nosso amor.

III – EXEGESE DO PRIMEIRO MANDAMENTO.

3.2 Outros deuses.

O presente tópico  é de fácil compreensão, porém, acredito que novo para muitos de nós que nos habituamos a associar Elohim como sendo o nosso Deus, mas, aqui, temos o esclarecimento do  autor que é um hebraísta por excelência e nos enriquece com o seu ensino; aplica-se tanto ao nosso Deus como aos vários deuses na condição de adjetivo. Segundo o Wikipedia, o termo Elohim tem 2570 incidências nas escrituras e o seu correspondente Eloha, 57 vezes.


3.2 O ponto de discussão.

A questão segundo o autor está em “...diante de mim” o que para alguns, não significa impedir adoração de outros deuses a não ser, diante de mim.

Penso que podemos reproduzir o pensamento do autor para como ele entender que “não terás outros deuses diante de mim” é universal e proíbe todos os homens de se dobrarem diante de outros deuses, porém, a própria Bíblia, nos mostra que não há outros deuses, exceto na mente humana, quando destituída do verdadeiro conhecimento de Deus.


3.3 O politeismo.

O politeísmo é a prática de adoração de mais de uma divindade, o autor esclarece a origem grega do nome: Polys = muitos ou vários e Theos = “deus”.


IV – O MONOTEÍSMO.

4.1 Os mandamentos, os estatutos e os juízos.

 Segundo o autor, essas palavras denotam toda a lei e o concerto, mais uma vez, convém repetir aos alunos para que fique gravado em suas mentes que a Lei não era apenas o decálogo e ainda assim mesmo, há quem subtraia um termo da Lei para forçar os seus seguidores a guardar o sábado como se isso representasse tudo o que Deus quer do homem.

Em sentido mais amplo, nós guardamos toda a Lei de Deus em Cristo.

4.2  O maior de todos os mandamentos.

O maior de todos os mandamentos pode ser compreendido como o amor singular que temos por Deus através do seu filho Jesus Cristo que nos ensinou o verdadeiro amor e adoração devidos ao Senhor. Este é o maior mandamento.

Nem precisamos perder tempo discutindo esses aspectos com quem vive da pesca proibida nos aquários alheios.

4.3 A trindade na unidade.

Penso que este último tópico da lição é o que exige uma reflexão cuidadosa, pois, não se trata de uma simples declaração teológicas.

Temos aqui, uma nova expressão: Unidade composta, pelo menos, não é uma expressão muito usual, mas, certamente, quer dizer que temos nessa unidade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, isto é uma unidade composta, pois, sabemos que a Bíblia declara que os três são um entre outras declarações e revelações do próprio filho.

Se IJo 5:7-8 “Três são os que testificam no céu; O Pai, a Palavra e o Espírito Santo e esses três são um”.  Se esse texto incomoda a senhora Ellen G. Whitte e os Testemunhas de Jeová que tal fecharmos este tópico com os seguintes textos:


Lc. 3:22 “...e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo”.

Deus o nosso único Deus Verdadeiro não merece nem deve ser trocado pelos deuses deste século; cantores, pregadores, artistas e atores populares.



sábado, 10 de janeiro de 2015

EBD LC.2 O PADRÃO DA LEI MORAL

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 11/01/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – AS TÁBUAS DA LEI.
II – OS DEZ MANDAMENTOS.
III – A QUESTÃO DOS PRECEITOS DA LEI.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: A lei foi dada por Moisés, mas, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. João 1:17
  
I – AS TÁBUAS DA LEI.

1.1 Formato.

É preciso estar muito atento e somente pessoas estudiosas da Bíblia, percebem esses detalhes.  No lugar santíssimo, as tábuas estavam guardadas na Arca, com a vara de Arão e uma medida do maná.

1.2 A  Divisão das tábuas.

O autor mostra a divergência entre os que defendem a quantidade de mandamentos em cada tábua; cinco e cinco ou quatro e seis por conta da divisão ou aplicação da lei? Os quatro primeiros, os mandamentos do amor a Deus e os seis restantes, traça o perfil de vida que cada um devia observar.

Não quero dizer que essa discussão seja irrelevante, todavia, não vejo motivo para longas e acirradas discussões sobre o assunto.

1.3 A rebelião.

Quarenta dias foi a ausência de Moisés e  tempo suficiente para que o povo se corrompe-se e se entregassem ao pecado. Essa é a inclinação do ser humano e a razão por que combatemos tanto os abusos nas liturgias dos nossos cultos.
  
1.4 Deus renova o concerto.

Moisés quebrou sobre o bezerro as tábuas recebidas no Sinai e Deus renova o pacto e manda Moisés lavrar novas tábuas onde o Senhor reescreveu os mandamentos.
Sem qualquer alteração no texto.

 II  OS DEZ MANDAMENTOS.

2.1 Origem do termo.

A explicação do termo no hebraico e também no grego somente reforça a importância que os tradutores davam as termos originais. Com naturais variações, nas duas formas temos os dez mandamentos.
  
2.2 A classificação.

O teológico e o ético, o vertical e o horizontal.

O teológico diz respeito à relação com Deus e daí a razão de ser vertical.

O ético, na relação de homens com os seus semelhantes, daí a sua horizontalidade.

2.3 Forma.

Geralmente chamada de categórica ou absoluta.

Quando o aluno se depara com um texto tão didático e convenhamos, tão rico em nomenclatura, pode perguntar se é importante saber desse detalhe.

 A importância desse tópico é esclarecedor quando trata da sobriedade do estilo e estrutura, assim, com muita facilidade decoramos e citamos os dez mandamentos.

Lembrar que os dez mandamentos mostrados no “catecismo” católico esbarra na originalidade do texto hebraico; quando criança tinha muita vontade de conhecer os dez mandamentos bíblicos para comparar com o que era apresentado no catecismo.

1 “Amar a Deus sobre todas as coisas e não tomar seu santo nome em vão é um exemplo.
2 “Guarda os domingos e festas de guarda, honrar pai e mãe.
  
3 Omitem:  “Não farás para ti escultura nem figura alguma do que há em cima nos céus...  “não te prostrarás diante delas...”.

O autor explica o que é categórico e absoluto.

Oito mandamentos são apresentados na forma de negação “não...” sendo por isso, categóricos e absolutos cumpra-se e cumpra-se.

Dois são positivos: Guardar o sábado e honrar pai e mãe.

  
III – A QUESTÃO DOS PRECEITOS DA LEI.

3.1 Uma só lei.

Nada tem sido tão discutido quanto o assunto da lei, vez por outra, aparece um irmão na simplicidade dizendo que precisa cumprir a lei.

A lei não se restringe apenas aos dez mandamentos, mas, todo o texto que se conhece na bíblia que trata das questões mais elementares das relações sociais, dos cuidados com as coisas de Deus, do culto, mas, também do conjunto de ordenanças que disciplina a vida religiosa, civil e política do povo.


3.2 A lei do Senhor e a lei de Moisés.

Sejam aspectos morais, cerimoniais e civis, temos diante de nós apenas uma lei que foi escrita por Deus e entregue ao povo por Moisés.


3.3 A lei de Deus.

A lei de Deus é todo o Pentateuco, portanto, um livro e não apenas o decálogo.

Agradecemos a Deus e ao pastor Esequias Soares por fazer-nos lembrar que a lei pontua 613 preceitos sendo portanto,  puro sectarismo (sectarismo, seguidores de seitas que não aceitam contestações).

Finalmente, devemos lembrar e nesta semana fui consultado sobre isto, como Jesus cumpriu toda a lei? Conhecendo a mais pura essência da lei, Jesus sabia que a vontade de Deus é que os homens exercitassem o amor e na impossibilidade, pelo menos, respeitassem regras. Jesus cumpriu tudo por que amou incondicionalmente o mundo de tal maneira...

Ninguém jamais amou como ele, assim, podia interromper a guarda do sábado quando o momento o exigisse.



sábado, 3 de janeiro de 2015

EBD LÇ.1 DEUS DÁ A SUA LEI AO POVO DE ISRAEL.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 04/01/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PROMULGAÇÃO DA LEI.
II – OS CÓDIGOS.
III – O CONCERTO.

PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: A lei foi dada por Moisés, mas, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. João 1:17


I – A PROMULGAÇÃO DA LEI.

1.1 A solenidade.

Israel já estava constituída por Deus, mas, não tinha a sua constituição, portanto, existiam apenas por leis morais e por tradição religiosa transmitida por Abraão que conservava no seu coração o amor e o temor a Deus.

Aproveitando, é bom lembrar que mesmo sem mandamentos escritos, o sentimento religioso natural em todo ser humano, já era corrigido para o bem pelo Espírito de Deus.

1.2 A credibilidade de Moisés.

Tanto a lei como a graça foi introduzida por Deus ao mundo, pela manifestação de sinais. Costumamos dizer que mesmo que não houvesse  sinais, creríamos em toda obra de Deus, porém, a forma como foram introduzidas, tornam-nas irrefutáveis fortalecendo o nosso argumento e fé.

Ex.33: 9-13 e Ex.40:34 O Senhor se manifestava na Tenda da Congregação. Essa manifestação despertava o temor e reconhecimento da legitimidade da lei.

1.3 A lei.    

Observe-se que há religiões que trouxeram suas bases e revelações de forma muito suspeita, todavia, a lei de Moisés ou a lei dada por intermédio de Moisés, estabelece regras que abrange todas as áreas da vida humana bem como as responsabilidades e formas de culto a Deus, tendo origem no próprio Deus, de forma clara e inequívoca; todos viram e ouviram essas manifestações. Considere Hb. 12:18-22.

II – OS CÓDIGOS.

2.1 Classificação.

O que se lê neste tópico é o aspecto histórico a partir da visão humana e como tudo o que vem do homem, precisa ser analisado à própria luz da Bíblia que se completa com e entre os seus livros, assim, o autor faz esta consideração para que o aluno tenha consciência da sua existência.


2.2 O que há de concreto.

O autor reconhece que é perceptível essa divisão, mas, não considera legítimo ou aceitável como se cada código tivesse sua independência sobre todo o texto. Moisés recebeu a lei de forma completa, exceto, os dez mandamentos que fora entregues no Monte Sinai, como a Lei maior ou o alicerce de tudo o que lhe fora revelado em seguida.


III – O CONCERTO.

3.1 O que é um concerto.

Penso que a palavra mais próxima para concerto, é aliança ou pacto e o autor menciona as três alianças bíblicas:

1) Noé. A Bíblia relata o concerto que Deus fizera com Noé após o diluvio. Gn 9:8-9.
2) Abraão. Gn 17:1-8.
3) Israel no Sinai. Ex.24:8.

Essas alianças ou pactos consolidaram a relação entre Deus e os homens. A nova aliança é eterna para que todos tenham a vida eterna em Cristo, a saber, os que creem no seu Santo Nome como Salvador da Humanidade.

3.2 Preparativos.

As alianças feitas com os Patriarcas e depois, com o próprio povo, deu espaço a uma aliança maior que tinha como resumo a obediência devida a Lei, sem nada tirar ou acrescentar.

O peso do julgamento para ambas as situações foram proclamadas nos montes Gerizim e Ebal. Dt. 11:29. (Ambas as situações refiro-me a bênção para os que obedecessem e a maldição para os desobedientes).


3.3 O concerto do Sinai.

O autor fala da fragilidade do concerto do Sinai e da fraca mediação para mencionar o mais perfeito concerto e mediador com promessas eternas em Cristo.

Sobre a fragilidade do concerto sinaítico, o autor da carta aos Hebreus propõe no seu texto, uma análise apurada mostrando a causa e efeitos desse concerto para o indicar o que era permanente e perfeito.

“...para que os chamados recebam a promessa da herança eterna – Hb 9:15
“,,,e desta forma é introduzida uma melhor aliança pela qual nos chegamos a Deus...” Hb. 7:19

3.4  O livro do concerto.

O livro continha as ordenanças.
A obediência não era opcional.
Os pais deveriam passar o seu conhecimento aos filhos.
E assim, Israel manteve a sua identidade entre as nações até os dias de hoje.