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sábado, 25 de julho de 2015

EBD LÇ 5 APOSTASIA, FIDELIDADE E DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 02/08/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A APOSTASIA DOS HOMENS.
II – A FIDELIDADE DOS MINISTROS.
III – A DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO.

                                  QUE HAJA DEDICAÇÃO AO ENSINO



 I – A APOSTASIA DOS HOMENS.

1.1       A apostasia.

Heresia é a divulgação de ensinamentos com erros propositais de interpretação ou vícios. Não penso que seja simplesmente por não entender um ou outro texto e que esse entendimento não comprometa o conjunto da obra; a coisa é bem pior.

Apostasia é a iniciativa de afastar-se abraçando esses erros. Recusa a obedecer ao evangelho e suas verdades doutrinárias. “Apostatarão alguns da fé dando ouvidos...”  (ITm4:1).  

Quem dá ouvidos às heresias, enche o coração e logo demonstra pela mudança de atitudes e palavras.

O autor faz menção da apostasia no A.T. e declara que a mesma era vista como “adultério espiritual”. Pior ainda, fragilizou e desnudou o povo de Deus, que foi comparada pela visão do profeta Ezequiel, a uma prostituta Ez.37. Apesar de ser uma reprimenda, esse texto é uma declaração de amor sempiterno declarada pelo Senhor. (Deus não abandonou Israel para sempre).


1.2 Doutrinas de demônios.

Vejam que situação, que exige de nós muita oração pelos pastores que militam diante das igrejas. Sempre que falamos algo a respeito das contradições, muitos crentes ficam nervosos.

O que fazer? Perguntar se os apóstolos se calariam diante de tanta confusão religiosa e doutrinária.

Calar é dar autenticidade às mentiras como se fossem verdades.

É preciso saber combater o mal.

Não concordamos também com a maneira debochada com que muitos criticam certos “pastores” nas redes sociais.

Evitar falar nomes de pessoas é mostrar prudência para evitar uma eventual confrontação jurídica.

Se atacarmos os erros amparados somente na bíblia, os contenciosos ficarão embaraçados. Eles só gostam de discutir “ideias” teológicas.

1.3 Espíritos enganadores.

Está muito difícil saber se o que mais explora a fé humana são os espíritos enganadores ou os próprios enganadores.

Claro está que se a Bíblia fala de “espíritos enganadores” ditos pelo apóstolo Paulo é que se firma o reconhecimento pela existência deles. Quem ousa discutir a autoridade apostólica; não confundir com autoridade dos falsos após-tolos que tem surgido no cenário neopentecostal.   (IICo 2:11).

II A FIDELIDADE DOS MINISTROS.

2.1 O bom ministro.

Há muito a considerar neste tópico:
1 – Quando o autor explica a origem da palavra “ministro” deixando entrever que se trata de um diácono, isto por si, mostra que na igreja do Senhor não há maiores nem melhores; mal comparando a um time de futebol e suas posições; são todos jogadores, porém, a posição de cada um define o que e como fazer.

2 – Servir a igreja ensinando, exortando e discipulando mostra o quão cuidadoso é os que assim fazem, ao invés de tentar ganhar o povo com agrados e sorrisos, ainda que necessários.

2           – Zela pela vida espiritual, é zeloso pela vida do rebanho. É preciso lembrar que o rebanho é constituído de pessoas fracas, fortes, novos convertidos, crianças e idosos. Carinho igual e ensinos diferentes pra cada grupo.

2.2 Rejeitando as fábulas profanas.
Este tópico tem muito de informativo e dispensa comentários, todavia, sempre é bom ter atenção, pois, infelizmente, há até professores de escolas dominicais que gastam o tempo exercitando suas fábulas, deixando de lado, lições tão ricas como esta, produzida pela CPAD e escritas pelo pastor Elinaldo.

2.3 O exercício físico e a piedade.

Achei muito oportuno o comentário do autor neste ponto. É sabido que a obesidade tem desfigurado muitas vidas. Somos uma sociedade sedentária. Não nos movimentamos na mesma proporção em que nos alimentamos, assim, as gorduras não são queimadas convenientemente, levando-se em conta ainda, os aditivos industriais nos produtos.

Definitivamente, não é pecado usar os recursos de uma academia que além da atividade aeróbica, oferece condicionamento físico.

Alguns cuidados precisam ser tomados principalmente quando as elegantes e justíssimas roupas usadas sem um camisetão,  acabam atraindo olhares libidinosos nas ruas.

Na academia onde malho, tem um período entregue às moscas e certa feita, pensei se não seria útil fazer um pacote para que senhoras das nossas igrejas e somente elas, pudessem usar para exercícios. Há homens, para quem tudo é pecado. A vida é assim; coam mosquito e engolem camelos.

III – A DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO.

3.1 O ensino prescritivo.

PO erro de muitos tem sido o desprezo dado ao ensino sistemático das doutrinas bíblicas e da doutrina dos costumes, dos bons costumes.

Ensinar o povo é fortalecê-los a ponto de sequer darem atenção para o lixo apregoado nos nossos arraiais e através das mídias.

Quem ensina, sofre menos. A igreja se livra dos encrenqueiros, dos fofoqueiros e de outros males. Não há quem suporte viver desqualificadamente e querer conviver em uma igreja onde há bons ensinamentos.

3.2  O exemplo dos fieis.

Um jovem pastor diante da igreja e de auxiliares por vezes, bem  mais velhos. Sempre tive pastores mais velhos que eu e hoje está invertido. Os  pastores que tem presidido sobre a minha vida são mais novos, porém, o carinho e respeito não muda.

O que é importante para o jovem pastor é não fazer como alguns que cursam teologia e assumem igrejas com o nariz empinado, sentindo-se “o senhor dos anéis”. A humildade é uma virtude que além de qualificar aproxima as pessoas.

As palavras acima são extensivas aos professores de escolas bíblicas, homem ou mulher. Homem soberbo e vaidoso é horrível e mulher assim, ninguém suporta.

3.3 O cuidado que o ministro deve ter com o aprendizado.

Eu tenho muito respeito por quem lê a bíblia toda de maneira sequencial e programada. Para mim há uma grande diferença entre ler a bíblia toda e conhecer a bíblia toda.

Não é possível conceber que alguém assuma o lugar de ensinador na igreja e não conheça a principal ferramenta de trabalho.

Em se tratando de EBD é fundamental que o professor conheça bem o que ensina sendo esta a única maneira de não abusar da paciência dos santos.

Quem não gosta de aprender não está apto para ensinar; pensemos nisso.




domingo, 19 de julho de 2015

EBD LÇ.4 PASTORES E DIÁCONOS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 26/07/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – QUEM DESEJA O EPISCOPADO.
II – QUALIFICAÇÕES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIACONOS.
III – O DIACONATO.
IV – SERVIÇO – RAZÃO DE SER DO MINISTÉRIO.

                             Valorizar o que tem nas mãos e no coração

                                  

  
I – QUEM DESEJA O EPISCOPADO.

1.1       Excelente obra deseja.

Por algum motivo eu deixaria a relação entre episcopado e pastor meio de lado. Basta ler atentamente Ef. 4:11.

Gosto dessa expressão, episcopado, equivalente a presbítero ou bispo como a seguinte: “Excelente obra deseja”.

A diferença entre pastor e presbítero está na condição e forma de chamada. Consideremos o pedido de Paulo a Tito em 1:5 em relação a Ef. 4:11.


1.2 A chamada.

Em 1.1 excelente obra deseja e em 1.2 a chamada, portanto, está definida a diferença.

Não significa que “desejar”  represente uma pessoa oferecida.

Todos os pastores são presbíteros, mas, nem todos os presbíteros são pastores.  IPd. 5:1.

Ser pastor é ter uma chamada que reveste o seu presbitério tornando visível para a igreja mediante a atuação no governo dela.

A chamada não é uma invenção do homem; Deus chama e capacita. Atos 13.1-3.

Se alguém diz ter chamada, verifique com a igreja onde congrega se este é o pensamento do povo.  ICo 4:1. “Que os homens nos considerem...”.

1.3 O preparo.

A preparação do obreiro não substitui o dom.

Um homem preparado sem o dom não é sensível de forma suficiente para que possa alcançar os corações.

O dom não dispensa o preparo que melhora o desempenho e abrilhanta o ministério do obreiro, torna-o mais útil para o que foi chamado.


II QUALIFICAÇÓES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIÁCONOS.

2.1 Atribuição dos pastores.

Penso que uma das características que todos gostam de ver no seu pastor, é personalidade.  – Conjunto de características psicológicas que mostram o jeito de ser, de agir e a individualidade do past

Uma segunda característica igualmente importante é o pastor não derrapar nas próprias palavras. Todos querem perceber que a palavra na boca do pastor é sempre a verdade.

2.2 Qualificações espirituais e ministeriais.

O autor apresenta uma lista de qualificações que devem ser lidas com calma para que os alunos entendam.

Entre as qualificações o autor aponta para o conhecimento bíblico e podemos acrescentar que na medida do possível, o conhecimento seja universal.

Quando o evangelho teve inicio no Brasil, o país vivia muito abaixo da linha razoável de educação sendo, portanto, comum, ver-se pastores analfabetos, mas, cheios da graça do Senhor e de sabedoria.

O país cresceu e a maior parte da população passou a ter acesso ao curso superior, sendo, portanto, incompreensível que um pastor assuma o pastorado como deveria ser igualmente proibido alcançar cargos público como presidentes,  governadores, prefeitos e cargos nas assembleias.

2.3 Qualificações familiares.

Recomendo a leitura deste tópico com seus alunos, mas, recomendo também que antes de estabelecer juízo de valor sobre qualquer pastor por conta dos seus filhos, recomendo que considere o que disse o profeta e sacerdote Samuel ao resignar-se do cargo e o que disse sobre os filhos em comparação ao que faziam os filhos de Elí.

ISm 12:1-4 “(...) em nada nos defraudastes...”.
ISm. 2:29 “Por que dais “coices” contra o sacrifício e contra a minha oferta de manjares que ordenei na minha morada e honras a teus filhos mais do que a mim...”.  (HONRAS A TEUS FILHOS MAIS DO QUE A MIM).

Na atual conjuntura, há muitos pastores que tem filhos distanciados e isto não os impedem de continuar exercendo o ministério, porém, deve afastar os filhos rebeldes do convívio da igreja, mas, nunca da sua casa. Com amor se ganha.

Não posso deixar de comentar que há pastores que tem filhos afastados e rebeldes por verem seus pais sofrerem injustiças no ministério.  Isto não se pode esconder. Não se pode partir um bolo e impedir que todos da mesa participem dele, pelo menos um pedacinho.

Quanto a separar jovens solteiros para o ministério, principalmente se estes não exercem de fato o pastorado, fica muito estranho, já que nossa igreja sempre requereu do pastor, convivência familiar completa; que fosse casado.

Este tópico é polêmico e o professor precisa ter pulso para não entregar a sua aula para algum aluno contencioso.

2.4 Qualificações morais.

Muito rico este tópico e recomendo a leitura dividida com os alunos.
Pastor que bebe, endivida-se de maneira não justificada, trata moças e senhoras com malícia, cobiçoso, ganancioso e outros adjetivos não servem nem para ser porteiro da igreja.


III – O DIACONATO.


3.1 a 3.3 Os diáconos chamados e a qualificação.

Perceba-se que a igreja “primitiva” consolidou a nomeação de diáconos por necessidade de atendimento à mesa, ou seja, as necessidades dos membrados.

Entendo que a qualificação para ser crente, diácono ou pastor, devem ser as mesmas.

“Não entendo que o diácono seja ‘CONSAGRADO”  como alguns dizem.  A nomeação de diácono é local enquanto a igreja precisa e enquanto o nomeado permanecer fiel. Esta posição, não diminui em nada o ser diácono, salvo para aqueles que dão mais valor ao título que o próprio exercício da função.

Servir bem como diácono é gozar da confiança da igreja e do ministério que poderá abrir espaço para o bispado.


IV – SERVIÇO – RAZÃO DE SER DO MINISTÉRIO.

4.1-3 O exemplo do mestre, de Paulo e de Timóteo.

Por qual motivo homens deixam de tomar como exemplo a vida e o legado deixado pelo Senhor, por Paulo, Timóteo e dos demais pastores que com eles andaram.

Há pastores que ficam ricos, riquíssimos  à custa da benevolência do povo de Deus.

Nunca vendi uma agulha aproveitando-me dessa benevolência e até aqui, o Senhor tem me ajudado; filhos bem formados com vida confortável. Posso morrer tranquilo.

Certa feita fui convencido por uma pessoa,  gerente do banco que cuidava da minha conta à uma reunião no ginásio do Ibirapuera; era empresarial, mas, parecia um culto, com testemunho e ostentação de riquezas e conquistas. Percebi que havia muitos pastores nessa reunião que estimulava a venda de produtos em forma de pirâmide e nessa, muitos usavam a sua influência na igreja.
Quer ser ministro? Seja ministro da verdade e de verdade.

 Não se falou em mulher até aqui, por motivos óbvios sem que isto pareça desprezo à classe feminina que desde os dias de Cristo, sempre se mostrou muito útil ao ministério.

sábado, 18 de julho de 2015

MALDIÇÃO - DE GÊNESIS A MALAQUIAS


                                    MALDIÇÃO: DE GÊNESIS A MALAQUIAS.

                                                           MONTE EBAL


Depois de ter lido algumas matérias sobre maldição e até maldição hereditária, meu coração acelerou ainda mais para escrever sobre este tão importante assunto, sem pretender estica-lo muito como se fosse defender tese.

A primeira e segunda menção sobre maldição que encontramos na bíblia está em Gênesis.
1 – O Senhor disse à serpente: “maldita serás mais que toda besta”. Essa maldição foi seguida de uma sentença. Gn 3:14.

2 -  O Senhor disse à Adão: “ (...) maldita é a terra por causa de ti...”. Gn. 3:17. Sem sentença, mas,  levando o homem a entender que toda desobediência tem o seu natural preço;  padecer, adoecer e morrer.

Com esses dois textos é possível perceber e delinear o sentido bíblico de maldição. Em linguagem simples, maldição é o mal que se instala dentro do homem ou fora dele, na vida periférica. Pode ser ainda qualquer palavra proferida desejando danos a alguém.

Maldição que se instale dentro do homem, desestrutura a vida emocional com graves consequências para si para qualquer que faça parte do convívio.

Maldição na vida periférica do homem é a que causa males como perda de bens e pessoas amadas.

Em tese, maldição é o mal que se deseja a alguém.

Quando proferida pelo homem, a causa é sempre a raiva ou inveja.

Quando proferida por Deus, a causa é o próprio homem e sua desobediência.

Em Dt.11:26-28 Disse o Senhor ao seu povo: “Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição: A bênção, quando ouvirdes os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que hoje vos mando, porém a maldição, se não ouvirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno para seguirdes outros deuses que não conhecestes.”.


A última palavra de maldição listada no Antigo Testamento está em Malaquias 3:9 proferida contra o seu povo, Israel, que a essa altura, já não deixavam lugar para Deus nem para o santuário. Muitos pregadores usam-na para assustar crentes associando com a questão do dízimo na nova aliança, cujo significado e desdobramentos pela falta dele não geram consequências, mas, impedem que o homem receba muitas bênçãos do Senhor, quando fruto de contraditório ou da avareza mesmo.

MALDIÇÃO PEGA?

Infelizmente sim e não.

SIM – Certa feita trabalhando em uma empresa, encontrei uma ex funcionária que perguntara sobre a diretora de quem não gostava. Tendo dado a informação, ela proferiu palavras de maldição. Quando cheguei no escritório tinha tomado conhecimento do acidente da diretora, em sua casa, fraturando o osso do calcanhar necessitando de platina. Confrontei o  horário que coincidiu com as palavras amaldiçoadoras. Nada comentei a respeito.

Já tive casos em família de um tio e seu filho terem sofrido com obras de macumbaria que tem origem em maldições pessoais de uma pessoa contra outra.

NÃO – Já fui amaldiçoado ao demitir uma funcionária, copeira, ela praguejou contra a minha família dizendo que tudo quanto eu ganhasse, gastaria com remédios.  Graças a Deus, nunca aconteceu nada, salvo os gastos decorrentes da boa idade e as consequências dela decorrentes.

JESUS entrou no meu coração e quando ele ocupa o coração do homem, a vida é selada; nada atinge. Veja o que diz o Salmo 91.

NEM UM MAL CHEGARÁ A TUA TENDA.
Daqui para frente, conhecemos todos os casos bíblicos da maldição sobre o Monte Ebal  (Dt. 11:26) para os hebreus que fossem rebeldes à palavra de Deus à Malaquias 3:8-9 passando pelo importante relato de tentativa de amaldiçoar o povo de Israel, pedido feito por Balaque a Balaão. Concluindo Balaão: “Contra este povo não vale encantamento...”.  Nm. 22.

NO NOVO TESTAMENTO.
Alguém pode citar um texto, um pensamento apostólico proferindo maldição contra quem quer que seja, salvo, sentença condenatória por conta da vil desobediência à Palavra do Senhor na tentativa de usurpar ou usufruir do evangelho como um bem de valor comercial?

Se alguém citar Ananias e Safira, (Atos 5), o fornicador da igreja de Coríntios (ICo 5) Simão (Atos 8:18) Elimas (Atos 13:8), estes  foram mostrados para ficar como exemplo de que Deus não tolera enganos na sua casa e que o evangelho é realmente o poder de Deus.

A única maldição persistente é a que decorre do pecado original; “maldita é a terra” e como terra tem aqui, duplo sentido, falando tanto da natureza como do homem, o pecado tem submetido o homem sob essa maldição que o Apóstolo Paulo chama de lei do pecado e da morte, conforme  Rm. 8:2.

O QUE SIGNIFICA TUDO ISTO:
Deus freou suas ações com o advento do Messias para que o evangelho fluísse livremente libertando o homem, os que abrem seus corações, para uma libertação total de todas as mazelas ou maldições da vida.

Pobreza não é tratada na Bíblia como maldição, mas, algo decorrente ainda, do pecado e das diferenças de capacidade e trabalho entre os seres humanos.

Nas maldições proferidas no Monte Ebal que tratam de diversos temas sobre os quais, pesam as maldições,  hoje são julgados pela rejeição ao amor da verdade. João deixou escrito em 3:19 do evangelho; “ ...e a condenação é esta que a luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz porque as suas obras eram más.

No Juízo final, os homens serão julgados pelas suas obras, quaisquer que tenham sido, pois, perderam a oportunidade da remissão dos pecados por rejeitarem o autor da vida.

Genivaldo T. de Melo.

Julho/2015.

sábado, 11 de julho de 2015

EBD LÇ 3. ORAÇÃO E RECOMENDAÇÃO ÀS MULHERES CRISTÃS.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 19/07/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – ORAÇÃO POR TODOS OS HOMENS.
II – A SALVAÇÃO DE TODOS.
III – A MANEIRA DE SE VESTIR DAS MULHERES.
IV – A CONDUTA DAS MULHERES NA IGREJA.


     SUBA A MINHA ORAÇÃO COMO INCENSO - SALMOS  141:2



I – ORAÇÃO POR TODOS OS HOMENS.

1.1       Deprecações.

Independente das questões etimológicas, o Espírito de Deus nos impulsiona a rogar por todos os homens, não apenas pelos eleitos ou quem se sinta na “lista dos preferenciais”. Se esta afirmação é verdadeira e sempre dou espaço ao contraditório no facebook, isto mostra que Deus mantém o interesse por todos independendo do tamanho de cada um.

 1.2 Orações.

Não há tema tão interessante quanto o que trata da oração considerando que a oração revela a dimensão da nossa relação com Deus pela intimidade.
Oração de joelhos, nos montes, no quarto, onde e como orar de forma eficaz? Para quem pedir; a Deus, a Jesus ou ao Espírito Santo? Orar em voz alta, silenciosamente, no espírito?

Percebam que há muitas perguntas e para todas elas a Bíblia tem respostas claras. Logicamente que as diferenças só existem nas cabeças e corações humanos pela maneira de compreender ou pela ansiedade em receber o que precisa.

1 – Mesmo conhecendo tudo pela onisciência, Deus quer nos ouvir.
2 – A maneira mais eficaz e equivalente à oração, para receber algo de Deus é fazendo pelo próximo.

“Dai e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo.”.  Lc. 6:38.

1.3 Intercessões.

Temos na Bíblia muitas intercessões que nos servem de exemplo e tão especial quanto as demais, cito Daniel orando pelo retorno de Israel do cativeiro entendendo que já era hora.

O autor cita e os professores devem ler com seus alunos, Ezequiel 22:30 para mostrar o quanto é importante ter na igreja pessoas que intercedam e por quem?

1 – Pela resistência da igreja aos ataques inimigos em todas as frentes, principalmente contra as heresias.

2 – Interceder pela vida dos irmãos, pois, é melhor interceder que fazer coro a comentários improdutivos. Inclua-se como prioridade, os casamentos.

1.4 “Ações de graças”.

Lembramo-nos do saudoso pastor Valdir Nunes Bícego que associava com alguma frequência, estas quatro expressões; deprecações, orações, intercessões e ações de graças, aos quatro elementos que compunham o incenso aromático.
Ex. 30:34 toma especiarias aromáticas, estoraque, ônica,  gálbano
e incenso puro de igual peso” assim era a composição e Deus não aceitava alteração da receita sob qualquer pretexto.

Em Ex.30:9 a proibição de oferecer incenso estranho  equivale dizer dos arranjos produzidos em muitas igrejas com vistas a dar corpo e corpo estranho aos ensinamentos bíblicos, principalmente no tocante a oração; valida-la em lugares especiais como nos montes.

II A SALVAÇÃO DE TODOS.

2.1 Que todos se salvem.

Que ponto excelente e recomendável que se leia junto com os alunos, sem envolver no meio, Armínio ou Calvino. Eles escreveram suas histórias, fizeram acontecer, mas, os que vieram depois deles, esqueceram as lições da Bíblia a respeito de salvação. Convém ler atentamente e não disseminar o que não é verdade.
Deus quer que todos se salvem e que venham ao conhecimento da verdade. Estando salvos, tendo experimentado no Senhor, o novo nascimento, passamos a fazer parte do plano de Deus que nos elegeu.

Só para lembrar que a permanência em Cristo depende da absoluta obediência a sua palavra. Mesmo estando sob a eleição que é pela graça, o homem pode cair. Sugiro a leitura de Hebreus. 3:12-14.

2.2 Um árduo trabalho missionário.

Basta ler Atos para ver que o envolvimento da igreja era total; não apenas os apóstolos, que detinham o ministério pastoral sem deixar de evangelizar; a igreja crescia pela paixão dos fieis.

O dinheiro tem feito com que milhares de cristãos passassem o dever de pregar para os “grandes pregadores e suas grandes igrejas”. Como se dissessem: “(...) dou o dízimo; eles que façam a obra”.

Muitos pastores não tem tempo para evangelizar, tampouco estimulam os crentes a fazerem ou investem nessa área para que pessoas se dediquem integralmente.

2.3 A melhor recompensa.

Este ponto é um refresco para aqueles que se dedicam ao ministério e o fazem com amor. Muitos obreiros dirigem congregações e trabalham arduamente em fábricas ou escritórios para a noite, repartirem com os irmãos aquilo que pela graça e bondade de Deus recebem em seus corações.

III – A MANEIRA DE SE VESTIR DAS MULHERES.

3.1 As mulheres na Casa de Deus.

Neste ponto está o pomos da discórdia em comentários. Muitos dizem que “costume” não é doutrina, porém, temos na Bíblia, a doutrina dos costumes; basta analisar sem muito esforço e perceber que a Bíblia tem regras de conduta tanto para o homem quanto para a mulher.

Nem é por questão de machismo, mas, a mulher tem mais a cuidar que o próprio homem.
  
3.2 Traje honesto e com pudor.

É muito bom ver-se uma mulher vestida com sobriedade. Com as cores da sua idade sim, mas, com pudor.

Claro está que os homens maus, perseguem até freiras, mas, uma mulher vestida com sobriedade afasta os maus olhares.

É incrível como um bom número de mulheres “crentes” ou “evangélicas”, gostam de se vestir de maneira sedutora e ainda fazem questão de postar nas redes sociais, principalmente fotos que permitam mostrar as linhas do corpo e do bumbum e tem muitos homens que se declaram “crentes” ou “evangélicos” que ficam babão diante de certas situações.

Se o pastor não for firme nessa área, mas, com cuidado para não criar juízos de valor como foi feito no passado, gerando divisões e suspeitas dentro da igrejas, a frieza vai congelando o cérebro até não haver mais lugar para Deus.

3.3 Traje com modéstia.

Vou explicar uma coisa:

Independente das discussões em torno dos costumes,  queremos lembrar que a mulher moderna tem perdido muito diante de Deus por conta da sua vaidade pessoal, além dos limites aceitáveis como normais.

Tudo o que quisermos de Deus, dependerá exclusivamente do tamanho da renúncia que estamos dispostos a exercitar para alcançar as metas desejáveis.

Exemplos de renúncia têm nas vidas de Elias e João Batista; basta ver o poder que Elias recebeu de Deus.

Elias disse à Acabe que segundo a sua palavra, não choveria na terra de Israel nem orvalho cairia e assim aconteceu, por três anos e meio. IRs. 17:1.



IV – A CONDUTA DAS MULHERES NA IGREJA.

4.1 O silêncio no culto.

O comentário do autor está muito claro e bem explicado e isto não quer dizer que a mulher não deva falar, entenda-se, dar testemunho na igreja.

É muito feio falar no culto ou expor-se demasiadamente e isto vale tanto para homens quanto para mulheres.

Há homens e infelizmente até nos púlpitos que gostam de falar mesmo quando há algum companheiro pregando.

4.2 As mulheres no Novo Testamento.

Começando com Ana filha de Fanuel que a Bíblia chama de “profetisa” muitas mulheres exerceram papel importante no meio do povo e diante do Senhor, sem, todavia, receberem qualquer título, salvo as honrarias semelhantes a mulher (Maria) que ungiu o Senhor na casa de Simão e Jesus declarou que onde o evangelho fosse pregado, isto seria contado para memória dela.  Mt. 26:13.


4.3 A liderança do homem.

No Reino de Deus, homens e mulheres são exatamente iguais, todavia, na igreja, Deus encarregou os homens da tarefa de exercerem os diversos ministérios bíblicos conforme efésios 4:9-13.










domingo, 5 de julho de 2015

EBD LÇ.2 O EVANGELHO DA GRAÇA

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 12/07/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – AS FALSAS DOUTRINAS CORROMPEM O EVANGELHO DA GRAÇA.
II – A GRAÇA SUPERABUNDOU COM A FÉ E O AMOR.
III – UM CONVITE A COMBATER O BOM COMBATE.


                    O EVANGELHO DA GRAÇA QUE MUITOS COMPLICAM 

  
I – AS FALSAS DOUTRINAS CORROMPEM O EVANGELHO DA GRAÇA.

1.1 O evangelho da graça.

A relação entre o evangelho da graça, tal e qual está nos escritos e consolidados pela doutrina paulina, deveria ser mantido pelas igrejas sem qualquer acréscimo, mesmo sabendo que Paulo usava túnica e nós, ternos e gravatas.

A graça de Deus revelada por Jesus é apresentada aos homens  pelo conjunto das santas tarefas  que usamos para dar conhecimento dela  e incluem, não apenas a pregação, mas, o acompanhamento para saúde física e espiritual dos que dela se aproximem. Pelo menos deveria ser assim.

1.2 As falsas doutrinas.

A falsa doutrina pode parecer inócua num primeiro momento, mas, o seu resultado é muito danoso. Com razão Paulo ao recomendar a Timóteo que tivesse cuidado com a doutrina, emendou dizendo que podia salvar a ele, Timóteo quando os ouvintes.

O conjunto de doutrinas fundamentais torna o culto harmonioso, mas, muitos não querem essa harmonia; gostam mesmo do barulho que chamam de “pentecostal” sem entender exatamente o que quer dizer, ser pentecostal, ou melhor, o que de fato acontece no meio pentecostal de quem obedece a Palavra do Senhor integralmente.

As genealogias citadas pelo apóstolo pode tratar-se de uma linguagem coloquial de Paulo como diríamos hoje, figurada, para mostrar que ficar curtindo histórias paralelas às bíblicas ou tradições, não levaria os crentes ao verdadeiro objetivo.

1.3 O “fim do mandamento” e a finalidade da lei.

Disse o Senhor: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas, cumprir” Mt. 5:17.

Ab-rogar = Abolir, mudar ou anular. (usado no Direito).

Tento explicar isto dizendo que Deus fez parar o relógio dispensacional; deu uma grande pausa, para que Jesus assumisse o controle da oportunidade de salvação para todos os homens.

A questão de ser somente para eleitos previamente escolhidos, não cabe em João 3:16.

O que parece ser “previamente escolhidos” só pode ser visto sob a ótica divina, da presciência de Deus.


II A GRAÇA SUPERABUNDOU COM A FÉ E O AMOR.

2.1 Gratidão a Deus.

Com clareza e facilmente compreensível o autor traz uma frase que  achei de muita valia e riqueza para o entendimento de muitos:

“O evangelho é a expressão do amor de Deus em Cristo Jesus, que alcança um homem no mais baixo nivel de pecado e o faz uma “nova criatura” e mais ainda; o faz parte da família de Deus”.

Lembrei-me do Salmo 68:6 “Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões...”.


2.2 Humildade.

Temos muitas escolas de teologia, mas, muitos formados nelas, fogem da escola de humildade cujo mestre é Jesus e o “campus” é a igreja onde devemos servir os fieis transformando tudo o que aprendemos como teoria em prática.

Jesus deu o maior exemplo de como servir e deixou claro:

“Não vim para ser servido, mas para servir” Mt. 20:28.



III – UM CONVITE PARA COMBATER O BOM COMBATE.

3.1 A boa milícia.

O bom combate contra as heresias poderiam tornar Timóteo um pastor “chato”, pois é assim que os sinceros são conhecidos e tratados por levantar bandeiras contra todo tipo de heresias.

Assim prevalece a máxima: Falem o que quiser, menos do meu cantor ou pregador predileto, independente do que eles fazem, cantam ou pregam.

3.2 A rejeição da fé e suas consequências.

Fé não fingida e boa consciência.

Fingimento e consciência. Com essas duas palavras o autor fecha este último ponto com brilho, mostrando as ações nefastas de Himeneu e Fileto.

Quando Paulo diz que as palavras deles (Himeneu e Fileto) roíam como gangrena e sabendo  que a gangrena é a morte do tecido por insuficiência de irrigação sanguínea em que o lugar apodrece até os ossos, façam ideia do estrago que eles e outros promoviam no seio da igreja.

Realmente, ser pastor e servir é isso, proteger o rebanho de Cristo desses carrapatos, lembrando ainda que João escreveu ao amado Gaio, falando de um “pastor” chamado Diótrefes que além dos males, proibia os crentes de receber os apóstolos.

Façamos esta oração:
Senhor ensina-nos a afiar bem a nossa espada para acabar com os carrapatos que devoram o teu rebanho. Eles já estragaram tudo na Europa, na outra América e está estragando no Brasil.