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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

EBD LÇ.9 BÊNÇÃO E MALDIÇÃO NA FAMÍLIA DE NOÉ

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 29/11/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VINHA DE NOÉ.
II –  O JUÍZO DE NOÉ SOBRE A IRREVERÊNCIA DE CAM.
III – CUMPRE-SE A MALDIÇÃO DE CANAÃ.

  
             Ela se cumpre, responde por si; é a Palavra de Deus.


I – A VINHA DE NOÉ.
  
1.1       A destemperança do Patriarca.

O fato que envolve a embriaguez de Noé, sua nudez e a consequente maldição sobre seu filho é o único fato bíblico que desafia a nossa inteligência, pois, nunca teremos uma resposta, do ponto de vista teológico: Que falta de cuidado de Noé, um homem de Deus se expor dessa maneira? Que nos sirva sempre de exemplo.

Caso semelhante em outro contexto e tempo, temos o voto inconsequente de Jefté.  Jz. 11.

1.2 A irreverência de Cam.

As informações são poucas para uma avaliação ou questionamento da atitude de Cam, o fato de,  tendo visto a nudez do pai, não tê-lo amparado como fez os irmãos só nos permite ver a irritação de Noé.

De certa forma, Noé deve ter educado seus filhos ensinando-os o que podiam ou não fazer. Não havia lei alguma que desse limite para as ações de cada um.  Em Lv. 18 a vida fica legalmente organizada.

Há pais modernos (cristãos?) que andam desnudos  dentro de casa, parcial ou totalmente. Há coisas que nem precisamos falar quanto à improbidade. Preservar os valores em família é preciso. A faculdade de agir de cada um mesmo não estando escrito. O Direito Subjetivo e o Objetivo (facultas Agendi, norma Agendi).

1.3 O respeitoso gesto de Sem e Jafé.

Os irmãos agiram de maneira coerente mantendo o respeito pelo pai. Pela forma como agiram, entende-se que Noé educou seus filhos ao longo da vida deles, pois, sabiam como nessa situação.

Quanto aos escândalos mencionados pelo autor, o mesmo se vale do gesto de Sem e Jafé exortando-nos a agir com a mesma prudência para preservação da dignidade do semelhante faltoso.

Notei ao logo dos anos e no exercício pastoral que o nosso povo entende pouco do real sentido do perdão. Vez por outra ficam relembrando nos corredores da igreja de fatos que macularam a vida de alguém, passados muito tempo.

Sempre achei muito sem gosto, “àquela” de perguntar à igreja: “Os irmãos querem perdoa-lo? Levante uma das mãos”. Isso era conversa para 100 quilômetros depois. (Há casos e casos).

II -  O JUÍZO DE NOÉ SOBRE A IRREVERÊNCIA DE CAM.

2.1 A maldição de Canaã.

O autor pesou a mão neste tópico (rsss)  está       muito rico e  merece um capítulo à parte o que não é possível    neste momento, mas, vamos tentar entender o que está  a nossa disposição.

Caso semelhante, tivemos com o filho de Jacó, o Esaú que perdeu a primogenitura. Gn 27:30 e sgts; a perda da primogenitura e consequentemente dos direitos.

“... o mais notável descendente de Sem, depois de Jesus Cristo”. Confesso que não entendi sobre quem o autor fala; “o mais notável...”.

2.2 A bênção de Sem e Jafé.

A bênção concedida aos dois novos patriarcas mostra a grandeza e o significado dessas bênçãos na antiga aliança do que temos apenas uma sombra nas grandes famílias hoje, com relação ao filho mais velho.

“Seja-lhe Canaã por servo”. Não dava para brincar de viver.


III -  CUMPRE-SE A MALDIÇÃO DE CANAÃ.

3.1 Canaã perde a sua herança.

Aproximadamente 700 anos é o tempo que vai do reinício da civilização a posse da terra prometida ao Patriarca Abraão, semita.

A sobra dos filhos de Cam  na terra prometida, viria a ser  a causa do conflito mais longo, penoso e interminável dos nossos dias entre Israel e o povo palestino.

3.2 A bênção de Sem a pessoa de Israel.

Os semitas foram considerados nômades por toda a terra habitável daqueles dias, mas, os olhos de Deus estavam sobre um único homem e Deus se interessou por ele, Abraão, o pai da fé.

Mostrar aos alunos a importância da fidelidade com Deus.

3.3 Jafé participa da bênção de Sem.

Gn 9:27 “Alargue Deus a Jafé...”

Jafé deu origem ao povo indo-europeus ou arianos. Não será um desvio de ensino dizer que são os povos gentios dos quais fazemos parte.

O autor oferece na conclusão, um conselho que deve ser aplicado em nossas vidas para que haja (sempre) paz dentro das igrejas.



domingo, 15 de novembro de 2015

EBD LÇ.8 O INÍCIO DO GOVERNO HUMANO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 22/11/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – UM NOVO COMEÇO.
II – O ARCO DE DEUS.
III – O PRINCIPIO DO GOVERNO HUMANO.

                      "Nunca mais destruirei o mundo com águas.


I – UM NOVO COMEÇO.

Discute-se tanto sobre quem eram as pessoas encontradas por Caim, origem deles e agora, temos tudo zerado para o recomeço a partir de uma única família, a família de Noé.


1.1       Um novo relacionamento com a natureza.

No período anterior ao diluvio, apesar da queda do homem e a expulsão do jardim, Deus não havia declarado ainda a forma de sobrevivência deles, todavia, agora a situação ficava mais clara e no capítulo 9:3 Deus entrega todos os animais para sua alimentação com ressalvas; não comer a carne com o seu sangue por representar a vida.

No milênio, essa harmonia será restaurada. Is 11:5 e sgts.

1.2 Uma nova dieta.

Deus sempre interferiu na dieta do seu povo. Tudo indica que antes do diluvio, a alimentação do homem consistia em vegetais e depois do diluvio, Deus se lhes indica uma dieta rica em proteína animal.

A advertência quanto ao sangue, foi reformulada sob a lei, Lv. 17:10 e sgts, Dt. 12:16 e  Atos 15:29.

Quanto a diet no Novo Testamento, não há qualquer restrição exceto a já citada em At.15:29

1.3 A bênção divina.

Não sabemos exatamente quanto tempo durou  a reconstrução do mundo daquele tempo com todas as possibilidades de sobrevivência, mas, novamente temos aqui a questão do tempo de vida dos homens naquele período; Noé viveu exatos, 350 anos depois do diluvio, Gn. 10:28.

SEM, CÃO E JAFÉ deram origem às raças posteriormente conhecidas inclusive o lugar de habitação desse povo e o idioma de cada um deles, isto, após a tentativa de construir a Torre de Babel.

II -  O ARCO DE DEUS.

2.1 Um novo pacto com a humanidade e o sinal 2.2

A promessa de não mais subverter a terra com águas é marcada permanentemente  pela presença do sinal na nuvem, que tanto gostamos de ver em dias de chuva e sol, quando os raios atravessam as gotículas de água formando o fenômeno ótico com as cores: Vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e violeta.

III – O PRINCÍPIO DO GOVERNO HUMANO.

3.1  O governo humano.

Deus  delegou ao homem, o ato de governar tudo o que estivesse à sua volta, com apenas uma e única rudimentar recomendação:
“Requererei a vida de cada um, do seu irmão”. Gn,9:6.

Essa era a forma de governo geral que devia prevalecer. Com o crescimento, a tribo semita se sobressai na obediência a Deus e dela, o Patriarca Abraão; o patriarcalismo e depois o governo teocrático.


3.2 O aperfeiçoamento do governo.


A vida pós-dilúvio deixou lacunas, aliás, nem diria lacunas, pois, a expansão da  lei cresce e toma forma de acordo com a complexidade da sociedade e assim, pela mão de Moisés, uma lei completa é entregue no Sinai.

sábado, 14 de novembro de 2015

EBD LÇ.7 A FAMILIA QUE SOBREVIVEU AO DILÚVIO


PONTOS A ESTUDAR:
I – DEUS ANUNCIA O DILÚVIO.
II – A CONSTRUÇÃO DA ARCA.
III – O DILÚVIO.
IV – O JUÍZO DE DEUS.


  O mal desta sociedade tem-se multiplicado grandemente. O fim vem.


I – DEUS ANUNCIA O DILÚVIO.

1.1       O anúncio do dilúvio.

O autor faz referência à integridade de Noé, a condução da sua família como exemplo para nossas famílias e o anúncio do diluvio por ter achado graça diante do Senhor.

Ignoraram a iminência do juízo divino apesar das constantes advertências de Noé e aqui novamente, apontamos para o arbítrio. As escolhas de cada um.

Não há como fugir desse pensamento, o homem é avisado nos nossos dias e não se dá conta e pior ainda é ver pessoas plantadas em muitas igrejas e não atentam para os escritos sagrados com relação ao final dos tempos.

Estou muito pensativo por conta do aumento do divórcio no nosso meio, da prostituição e das loucuras que tem tomado conta do povo.


1.2 Um juízo que parecia improvável.

Ficamos a imaginar a reação do povo diante de Noé e sua arca. Para que uma arca?

Na maior secura espiritual, um profeta anuncia a vinda do Messias e com ele, o renovo; quem creria em João Batista?

Na maior dor dos nossos sentimentos por todo o mal praticado em nossos dias, (heresias, mentiras, corrupção nos púlpitos, prostituição e etc.) quem de fato crê na iminência da vinda do Senhor?


II -  A CONSTRUÇÃO DA ARCA.

2.1 A planta da arca.

Recomendo a leitura do texto aos seus alunos e observar que a planta foi dada pelo Senhor a Noé e ele fez conforme o modelo, assim como Moisés fez a Arca.

Uma pergunta não quer calar. A igreja do Senhor tem uma planta devidamente aprovada em Atos, I e II Timóteo e na carta de Paulo a Tito, assim, pergunto, por que distorcem tanto a nossa arca?

Devemos ser fieis ao que está escrito e não transformar nossas igrejas em área de lazer.

Quanto a questão do leme; o diluvio foi universal e não havia portos, portanto, há casos que convém esperar no Senhor, na maioria dos casos, ele nos leva ao porto desejado.

2.2 A construção da arca.

Noé construía a arca e apregoava. Como nossa arca está pronta, apenas aguardamos a chamada para a partida, devemos construir nossas vidas e obras sobre base segura.

Noé foi chamado pregoeiro da justiça. O que fazemos para que os homens vejam as nossas obras e glorifiquem a Deus?


III – O DILÚVIO.

3.1  O diluvio.

O diluvio não foi um sonho ou uma fantasia da mente de qualquer ser pensante. As águas cobriram a terra e oito pessoas deveriam refazer a população, dar continuidade à espécie, assim como, às espécies de cada animal salvo na arca por casal.


3.2 O diluvio foi universal?

O diluvio foi universal e não duvidamos do relato bíblico conforme Gênesis, 7:19.

Sempre criei a minha própria imagem para esse fato, vendo a pessoa dentro de casa para se proteger da chuva e de repente, as águas invadindo as casas, as pessoas correndo em direção a Arca, mas, já era tarde demais.

Quando Jesus voltar, a porta da graça se fecha em seguida e então, será o caos. Os que ficarem após o arrebatamento comerão de verdade, o pão amassado pelo Diabo.

Guardemos nossas almas na fidelidade em Cristo.
  
IV – O JUÍZO DE DEUS.

4.1 Um juízo universal.

A dois julgamentos feitos por conta da desobediência.

O pecado pode ser julgado na carne nesta vida e a alma no  julgamento final, no juízo do trono branco. Ap. 20:11 e sgts.

Nesta vida, a cessação dos atos praticados pela morte. Morte  na verdade não significa aniquilação, mas, separação, pois, na ressurreição, tudo se junta outra vez para ser apresentado diante de Deus em juízo e o seu juízo será sem misericórdia.  Tg. 2:13.

Nem sempre o ímpio é julgado nesta vida e essa é a razão da descrença de muitos.

No diluvio como mais tarde em Sodoma e Gomorra o juízo foi coletivo.

4.2 O juízo divino no inferno.

Bem apreciada a visão do autor com relação ao texto de  IPd 3-18:20. Quando ocorreu o dilúvio, não havia lei, exceto a lei moral, que sempre respeito a Deus e as coisas desta vida sempre foram passadas oralmente, assim, sem lei foram julgados na carne e serão condenados para a eternidade.  Pecado é pecado como sempre foi.  Hb 2:2-3.




segunda-feira, 2 de novembro de 2015

EBD LÇ.6 O IMPIEDOSO MUNDO DE LAMEQUE.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 01/11/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I –  UM MUNDO AINDA MARAVILHOSO.
II – UM MUNDO TOTALMENTE DEPRAVADO.
III – UM MUNDO CONDENADO À DESTRUIÇÃO.
                         
                PISAR OS FRACOS, FOI SEMPRE O PRAZER DO IMPIO.
                       ESTÁ NA HORA DO JULGAMENTO DELES.


 I – UM MUNDO AINDA MARAVILHOSO.

A população humana já era significativa no tempo de Lameque, indicando  que o tempo de Deus não é o tempo do homem.

É possível também notar que o espírito de liberdade e o arbítrio dominavam os corações. As escolhas de cada um.

O relato de Gênesis 5 mostra o primeiro desdobramento das gerações após Adão. O  primeiro homicídio aponta para a contaminação  da raiz humana; os frutos já estavam contaminados Gn. 4:8.

O homem criado a imagem de Deus agora é gerado a imagem e semelhança do próprio homem Gn. 5:3.

O tempo de vida dos primeiros patriarcas até à corrupção geral:
Adão viveu 930 anos, Sete viveu 912 anos, Enos viveu 905 anos, Cainã viveu 910 anos. O primeiro filho de Maalalel nasceu quando ele tinha 65 anos e viveu 895 anos. Não havia preservativos na terra.

Maalalel gerou Jarede (800) e gerou filhos e filhas dentre eles, Enoque (300) e gerou filhos e filhas e Metusalém que gerou o nosso amigo Lameque (777 anos).

Considere o capítulo 6:1  de Gênesis: “... os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra...”,  portanto, está fora de cogitação a existência de anjos cruzando com seres humanos.

1.1       Fartura de pão.
O autor cita o texto de Mt. 24:38-39 quando Jesus faz referência aos dias anteriores ao diluvio, o texto deixa transparecer mais a vida folgada que a quantidade disponível, todavia, é sempre uma referência, pois, na escassez o povo não vive tão folgados assim.

1.2 Saúde perfeita.

A saúde do povo era compreensível como boa considerando o meio ambiente favorável para tanto.

O autor convida a considerar a folha corrida de um homem vivendo 900 anos. Realmente é para se pensar e principalmente quantos filhos teriam tido na verdade, esses homens, considerando a poligamia e a fertilidade da mulher que deviam viver o mesmo tempo do homem, a produção não referenciada devia nos impressionar.

 Interessante que a Bíblia só cita os homens nesse jogo de vida longa, por serem os responsáveis pela reprodução biológica e social?

1.3 Beleza perfeita.

Incontestável a beleza feminina citada em Gn. 6:1 e ai começa a tão discutida “mistura” abominada por Esdras 9:1-2 e pelos nossos pais na fé quando a igreja não aceitava o namoro e casamento de crente com descrente.

1.4 Tecnologia avançada.

Claro que quando se fala em “tecnologia” vocês devem pensar o que eu pensei quando li o título antes do comentário do autor.

Como a ciência divide a história da humanidade?

PRÉ-HISTÓRIA – Do surgimento do homem na terra até 4000 a.c. e nesse período registra-se o “Paleolítico” e  “Neolítico”.

No Paleolítico a idade da Pedra Lascada com a descoberta do fogo.

No Neolítico ou “Pedra Polida”  a “Idade dos Metais”. Revolução agrícola e fundição dos metais, fabricação de instrumentos.

As informações acima servem para avaliar um período que ninguém conhece, exceto, pela avaliação dos achados ou fósseis, mas, que se pode considerar o período em que a civilização, a partir de Adão explorou as oportunidades.



II -  UM MUNDO TOTALMENTE DEPRAVADO.

2.1 Devassidão sexual.

Voltemos a Mt. 24:38-39 para entendermos este ponto e tê-lo como completa verdade. Casar-se e dar-se em casamento é viver uma vida devassa.

2.2 Violência sem limites.

Novamente apelo para outro texto, Gn. 6:5 “E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra...”.

Quero apenas chamar a atenção que a Bíblia não desce a detalhes sobre o comportamento daquela geração, mas, para encher as medidas de Deus, possivelmente a coisa tenha sido muito mais feia que a visão mostrada pelo autor.

2.3 Resistência a graça divina. 

O homem sempre fez mau uso do arbítrio na hora de confrontar-se com a vida dissoluta, a escolha é sempre nessa direção.

III – UM MUNDO CONDENADO À DESTRUIÇÃO.

3.1  A pregação de Noé

O que Noé fez durante 120 anos pregando, advertindo a sua geração e construindo a arca, a igreja faz para esta geração com apenas uma diferença, porém, uma grande diferença, a nossa arca está pronta.

3.2 Uma geração corrompida.

A corrupção era tanta que para Deus, somente uma solução; destruir toda carne.

A nossa geração assemelha-se àquela, foi o que disse o Senhor. A diferença é que Deus não pode mata-los por conta do seu plano de redenção da humanidade e ter posto o seu próprio filho como mediador. Quando o Senhor arrebatar a sua igreja e sair da posição de mediador, o acerto final será diretamente com Deus.

Guarde-nos o Senhor de pecarmos contra a sua palavra.