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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

EVANGELIZAÇÃO DE CRIANÇAS, EBD, Lç. 9 para 28/08/2016 (subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 08 PARA O DIA 28/08/2016.
“A EVANGELIZAÇÃO DE CRIANÇAS”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A CRIANÇA É PECADORA E PODE PERDER-SE.
II – A CRIANÇA PODE CRER E SER SALVA.
III – COMO EVANGELIZAR AS CRIANÇAS.

 Elas tem um grande coração, uma alma e sabem amar incondicionalmente.





I – A CRIANÇA É PECADORA E PODE PERDER-SE.


1.1       A criança é nascida em pecado.

Quando a Bíblia diz que Deus encerrou a todos debaixo do pecado para com todos usar de misericórdia logicamente, inclui toda alma vivente independente da idade.  Gl.3:22 e Rm. 11:32.

Em Mc 10:14 temos o registro da indignação do Senhor quando seus discípulos tentaram afastar as crianças que buscavam uma aproximação ao mestre.

Que visão temos a partir daí?

1 – Jesus as abençoou e não impôs qualquer ordem ou circunstâncias pelas quais as crianças teriam acesso ao Reino de Deus.

2 – Jesus mostra que as crianças têm prioridade, pois, das tais é o Reino dos Céus. Nesse sentido há quem use o texto para dizer que o adulto tem que ser como uma criança até por conta de Lc. 18:17 “(...) Qualquer que não receber o Reino de Deus como menino, não entrará nele.”. Em primeira mão, a criança tem o privilégio pela graça concedida.

O que digo agora  não digo como doutrina fundamentada em textos, exceto pelos ensinos de Jesus. Para mim, a criança que morre na sua inocência está segura nos planos eternos de Deus e essa é a razão pela qual o Diabo luta para abortar essa “inocência” implantando no mundo, a malícia e a maldade. Destruir família é destruir filhos.

Ez. 18:4 “(...) a alma que pecar, essa morrerá.” A criança nos seus primeiros anos não transgride como o adulto transgride.  Jr. 31:29 “Os pais comeram uvas e os dentes dos filhos se embotaram”.

1.2       A alma da criança está em perigo.



 O risco de uma criança se perder,  (principalmente nos dias atuais) é muito grande, afinal de contas, temos aí ao alcance dos olhos delas, uma mídia mais usada pelo Diabo que pelos homens de Deus, que só fazem criticar e nada acrescentam a não ser fotos deles pregando ou nas festas.

Nós somos exageradamente omissos nessa questão.


1.3 A questão da inocência.

Parabéns ao ilustre escritor do tema. Abordei antes de ler o que ele escreveu neste ponto.
“(...) se ela vier a morrer nesse estado, irá para o céu”.

Quero chamar a atenção dos senhores professores que no tocante a salvação das crianças no período da inocência, falamos de todas as crianças qualquer que seja sua religião.

Jesus ao receber os pequenos, não pergunta qual era a seita dos seus pais.

Assim é possível a luta do mundo para abortar a pureza das crianças.

Não culpo somente o Diabo não, ele plantou, os pais regam e a mídia apodrecida serve de esterco para dar crescimento.

Sem falar nos homens ímpios e doentes que querem investir nas crianças para a ideologia de gênero e seus reflexos.


II – A CRIANÇA PODE CRER E SER SALVA.

2.1 Os pequeninos creem em Cristo.

Leia o texto com seus alunos e considere o que Jesus diz sobre os pequenos que vale também para os “pequenos na fé” – Qualquer que escandalizar um desses pequenos seria melhor amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se lançar no fundo do mar.

O pior é que estes escandalizam e ao invés de amarrarem uma pedra, amarram uma melancia e nem ligam para os estragos feitos.

Depois veremos!

2.2 As crianças das cartas bíblicas.

O Evangelho é inclusivo no bom sentido e já foi tratada dessa questão de “igreja inclusiva”, todavia o sentido de “inclusiva” aqui, não deve dar a ideia de “vinde como estais e permaneçais do mesmo jeito”. O Evangelho é inclusivo, mas propõe uma vida de santidade.
Tratando-se de crianças nessa questão de inclusão, não há o que discutir e espero muito que não tenham na igreja de vocês(*), aqueles que separam os filhos dos crentes dos demais, na hora de formar o grupo infantil de louvor.

(*) Para evitar os chatos de plantão, entenda-se como igreja de vocês a comunidade da qual façam parte.

2.3 Outras crianças da Bíblia.

As crianças da Bíblia não são as crianças dos gentios, são aquelas crianças que aprenderam a ler e escrever nas sagradas letras como Timóteo. E num contexto social completamente diferente do nosso e muito mais, considerando o nosso tempo.

Lembremo-nos de Samuel (ISm. 3..)



 III –  COMO EVANGELIZAR CRIANÇAS.

3.1 Escola Dominical.

Creio que é o departamento mais funcional dentro das atividades da igreja, porém, ao longo dos anos, sempre considerei sofrido.

Líderes com boa vontade – Corresponde a maioria das irmãs que atuam nessa área.
Líderes que se aventuram – Dificilmente prospera na mão dessas irmãs e felizmente não é a maioria, possivelmente uns 10% do exército.

A estrutura das nossas igrejas e a maioria delas, não contempla espaço adequado para atividades com as crianças, levando-as a ter gosto peço espaço. Criança também pensa e tem gosto.

A questão mais crucial é que pedem muito e oferem pouco para as nossas crianças. Haja espaço para falar a respeito.

Quer crianças na Escola Dominical? Comece olhando para os pezinhos delas.

3.2 Alfabetização evangelizadora.

Os métodos para evangelização de crianças não são inatingíveis, basta ter boa vontade.

3.3 Escola Bíblica de Férias.

É uma excelente oportunidade para tira-las da rua. Exige um bom investimento, mas vale a pena.

3.4 Evangelização infantil personalizada.
Recomendo a leitura deste tópico com seus alunos, em qualquer classe, temos pessoas interessadas.

Pude experimentar o quanto faz uma criança bem cuidada na igreja. Tenho entre pessoas adicionadas na minha página no Facebook, jovens e senhoras que conheci quando criança e a satisfação que tinham em frequentar a igreja, considerando ainda, quantas delas trouxeram os país ao encontro do Senhor.


Devo finalizar dizendo e até para rebater críticas injustas que as Assembleias constroem uma caixa com banheiro nos fundos. Luxo à parte que existe em todos os lugares, esta nossa igreja é a única que invade bairros e favelas, sendo encontrada em todos os lugares a ponto de um cômico “zoando” dizer que em cada bairro sempre tem um “botequim” e uma Assembleia de Deus e isto é uma grande verdade.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS, EBD Lç.8 para 21/08/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 08 PARA O DIA 14/08/2016.
“A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS MITOS DA RELIGIÃO.
II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS.
III – RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS.

O PREÇO A PAGAR PODE SER CARO, MAS COMPENSA O INVESTIMENTO. 


  
I – OS MITOS DA RELIGIÃO.
Começando a ler a lição e estudar para elaborar a minha colaboração aos ilustres professores e interessados. Até aproveito para dizer que quando iniciei a elaborar subsídios fiz, pois ao longo dos anos (56), deparei-me com muitas lições de elevado nível de exposição e que certamente muitos não entenderiam, pois a lição é única para todas as regiões; assim encerro essa breve declaração dizendo que é a primeira vez que me deparo com uma abordagem como esta. Vamos em frente!

Com relação aos mitos, o autor oferece a definição a que chama de genérica ou seja, a mais comum entre as pessoas que estudam as religiões, certamente.

A definição bíblica é encontrada na epístola universal de Tiago como sendo: “... visitar os órfãos, as viúvas e guardar-se da corrupção do mundo.” Não obstante, aqui Tiago trata da verdadeira religião no sentido de pratica-la como um bem comum.

1.1       Mito um: Todas as religiões são boas.

O autor cita as religiões encontradas entre os cananeus e o que praticavam. Mesmo se quiséssemos pô-las de lado para falar das modernas, sabemos que há muitas, presas a um espiritualismo misturado com filosofia de vida e teosófica, (teosofia = que tem caráter sincrético, místico e ocultismos, algumas, revelando uma divindade e não fazem o que faziam os cananeus por conta das leis e do efeito midiático).

1.2       Mito dois: Todas as religiões levam a Deus.

 Penso que a situação ainda é pior. Todas as religiões, em tese, afastam o homem de Deus, pois, quem busca uma religião, declaram implícita ou explicitamente que ela é suficiente.

A bem da verdade, muitos usam o argumento “eu tenho a minha religião” com o propósito de afastar quem pretenda evangeliza-los.

O autor faz menção além do culto satânico, a última investida do Diabo para afastar os homens de Deus e o ecumenismo será o meio usado para reunir todos debaixo de uma única bandeira tendo a frente, a besta e o falso profeta, ap. 13:4.


1.3 Mito três: Nenhuma religião é verdadeira.

Sempre procuro enaltecer o Evangelho, principalmente nos funerais, em detrimento de qualquer religião sem entrar na questão que envolva qualquer delas e para que percebam a lisura da minha pregação, incluo crentes, católicos ou qualquer outra mostrando que nessa hora, a única porta se abre para quem crêr, JESUS.

Houve época em que se faziam muitas críticas contra todos os crentes por conta daqueles que diziam estarem salvos  nessa condição, tendo do outro lado, pessoas sem testemunho negando a sua eficácia.


II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS.

2.1 Não discuta religião.

Quando se aprende o verdadeiro sentido de igreja local, descobre-se que ela não representa um fim em si mesmo, salvo quando as pessoas que ali frequentam formando a comunidade “A” cumpra rigorosamente os preceitos neotestamentários em relação a doutrina e a atividade social assim, não dá para supervalorizar o prédio em detrimento do verdadeiro evangelho.

Deus fez ou constituiu a igreja e os homens, a religião. Discutir religião é ignorar a igreja e a causa da sua existência.


2.2 Não deprecie religião alguma.

Nesta questão principalmente na rede social, penduro-me nas orelhas mostrando que perdemos muito quando criticamos de forma direta, principalmente com achincalhes como fazem com os neopentecostais atingindo a todos os pentecostais.

As broncas até fizeram melhorar exceto alguns portais que insistem; para escândalo de muitos e tristeza nossa.

Tanto se fala da Universal e suas reuniões estão sempre lotadas. Pregar a verdade de Cristo é melhor e mais eficaz. Atrai-se com mais facilidade quando se oferece  credibilidade.

2.3 Mostre a verdadeira religião.

Para mostrar a verdadeira religião é preciso exaltar Cristo e esconder o homem.

Outra questão não menos importante é que mesmo fazendo  o que Tiago prescreve na sua epístola (1:27), ainda falta:

- Respeitar a opinião alheia, se errada, corrigi-la com muito amor.
- Respeitar a fragilidade própria do ser humano, pois nós mesmos somos cheios de fraqueza. Hb.5:2 e Rm. 15:1.
- Respeitar a ignorância dos homens, pois fomos parte dela. Atos 17:30.


 III –  RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS.

3.1 Católicos romanos.

Na atualidade evangelizar os católicos não é tarefa fácil considerando que diferente das décadas passadas, quando não liam a bíblia, ignoravam totalmente as verdades divinas e hoje, conhecem meia verdade e digo isto sem pretender ofender a quem eventualmente leia esta publicação, saiba que a razão disto é a falta de coragem dos líderes católicos e refiro-me os de primeira linha, os padres, de romperem com certas tradições que não reconhecem a Jesus como único mediador e salvador além de outras questões doutrinárias em relação às convenções católicas e principalmente a idolatria.

É preciso mostrar que o Evangelho em nossa vida é a verdade.

3.2 Espíritas.

Grande parte dos espíritas gostam de uma boa discussão a respeito do que fazem em relação as nossas afirmações,  geralmente  desprovidas de obras e sabemos que as obras constituem importante referência que aponta para a  verdadeira fé.

A fé sem as obras é morta. Tiago 2:20.

3.3 Judeus e muçulmanos.

Interessante, o autor reunir em um bloco a evangelização de judeus e muçulmanos.
Ambos possuem forte identidade por sua história e tradição. Ambos são monoteístas.

Em relação aos judeus, mesmo sendo difícil, temos muitos judeus convertidos ao Evangelho lembrando que Jesus não anulou nem desprezou a história judaica e a sua intima relação com Deus. Chegando a plenitude dos tempos, Deus fez parar o relógio da sua relação com o seu povo para submetê-los a graça salvadora, a saber, os que crerem no nome de Jesus, pois a salvação foi primeiramente para o povo judeu e sua recusa permitiu que nós os gentios adentrássemos a esta maravilhosa graça.
Muçulmanos.

O número de cristãos mortos sob a fria faca do Estado Islâmico, mais de duzentos mil é prova da boa penetração do Evangelho naquela região. Sejam muçulmanos, judeus, católicos, espíritas ou de qualquer outra religião, precisam saber que só em Jesus há salvação e para qualquer deles, precisamos do momento e da graça do Senhor para cumprirmos o ide de Jesus.

Jesus não é religião, é vida eterna.

3.4 Ateus.

Penso que a maioria quase absoluta dos ateus são pessoas alto rendimento intelectual e logicamente, alcança-los é necessário que o agente, tenha uma boa relação de amizade, evitar discutir acerca da existência de Deus, mas com um bom testemunho de vida, mostrar-lhes o grande amor do Senhor. Não há quem resista.

3.5 Os desviados do Evangelho.

Geralmente, formam um grupo de pessoas extremamente carentes que precisam de muito amor e atenção para serem alcançados.

Finalmente, a nossa luta contra os falsos pregadores, os que invadiram nossos arraiais que com sus ações, causam grande dano a obra do Senhor. Combate em todas as frentes.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO, EBD Lç.7 para 14/08/2016 (Subsídio)




EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 07 PARA O DIA 14/08/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – DANIEL NA UNIVERSIDADE DE BABILÔNIA.
II – DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA.
III – A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABILÔNICA.


 Sem essa verdade, qualquer trabalho ou esforço será em vão.


I – DANIEL NA UNIVERSIDADE DE BABILÔNIA.

1.1       Uma vida testemunhal.

O autor usa nesta lição o exemplo de vida de Daniel e seus amigos na Babilônia, a rígida confissão de fé e a disposição de não se contaminarem. Aliado a essa questão, percebidamente a preparação dos jovens no ensino e na cultura babilônica, todavia sem contaminação, preservando o que guardaram em seus corações. Qualquer coisa, menos abrir mão das convicções de fé. O testemunho pessoal é a base do melhor testemunho para o ensino da salvação em Cristo.

Ao longo da vida, convivi com muitos crentes que vinham pedir oração por morar em lares ou propriedades coletivas na companhia de pessoas não crentes. Eles declararam não aguentar mais. Nada se compara à provação de Daniel na Babilônia. 

1.2       Uma carreira acadêmica testemunhal.

Na vida acadêmica, ou na vida pública, a preservação da vida moral torna mais fácil a evangelização. O resultado da fidelidade foi a aprovação de Deus revelando o oculto e o escondido despertando o rei para o reconhecimento da grandeza do seu Nome.

Dividindo o meu tempo de vida cristã ativa, 56 anos, posso dizer que pela graça do Senhor, conheci três gerações de jovens na igreja. Confesso que esta geração me surpreende, a juventude atual não é melhor que as anteriores e é está assim por nossa exclusiva culpa, por não investir no potencial deles. Ao dizer isto, não busco aplausos, nunca quis e não será agora.

Quando alguns - e por conta de alguns - rejeitam a presença de crentes na política, cometem grave erro e não se dão conta disso. A única coisa inaceitável é ter pastores ativos envolvidos na política. Temos muitos irmãos e muitos jovens competentes e habilidosos para isso.

Não podemos passar por este ponto sem deixar claro o desenvolvimento intelectual de Daniel e seus amigos. Havia a mão de Deus sobre eles. Deus abre os horizontes quando vê em nós sinceridade.


1.3 Uma carreira testemunhal.

O que o autor sugere é um estímulo para que todos os vinculados ao meio acadêmico e científico, de quaisquer áreas, sejam preparados para evangelizar aqueles que por opção ou ocupação,  não procuram uma igreja evangélica.

“Como crerão naquele de quem não ouviram e como ouvirão se não há quem pregue?”.
Rm. 10:14.

É bom lembrar aos alunos como a sabedoria de Daniel e de seus amigos incomodaram os concorrentes e como eles venceram  essa batalha.

Oração.


II – DEUS NA ACADEMIA DA BABILÔNIA.

2.1 A crise escatológica.

É lamentável que hoje, homens públicos busquem meios impróprios para quererem saber algo sobre si. Conheço toda a minha vida pela revelação da Palavra do Senhor, a Palavra nos revela de forma plena. Porém, há situações muitíssimo complicadas, principalmente para o esquecido rei da Babilônia. Mais tarde, depois de tanta luta e oração o Senhor deu a resposta a Daniel (Dn. 2:22-24). Através da revelação recebida, Daniel pôde salvar a sua vida e dos amigos e também intercedeu pelos magos e astrólogos.

O que aprendemos nessa história é que existem questões que requerem sabedoria e inteligência, mas outras só mesmo pela intervenção direta do Senhor.

Estejamos prontos; só a matemática não resolve.


2.2 A resposta teológico-evangélica.

Penso que a maior resposta para qualquer classe de pessoas é um evangelho com poder, mesmo sabendo que hoje não temos as mesmas manifestações tão volumosas como nos dias primitivos da igreja do Senhor e também, na evangelização do Brasil - que esteve tão entregue ao catolicismo, cujo poder decidia sobre todas as autoridades o que se  podia ou não fazer. Foram muitas e grandes barreiras rompidas com jejum, oração e a palavra pregada com a verdade da própria vida.

III –  A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABILÔNICA.

3.1 A corrupção de Babilônia.

Governo corrupto sempre esteve em evidência em todos os tempos, ontem Babilônia e hoje o Brasil.

Como lidar com isso sem se envolver na confusão? É preciso saber que o valor moral de um evangelista responderá pelo sucesso da obra.

3.2 Daniel, o incorruptível.

Pior que a própria corrupção é a defesa mentirosa do caráter. Os jornais divulgam com frequência que, atualmente, nada fica escondido na atualidade, graças às redes sociais. 

Quem está sendo  indicado para nos representar nas instâncias superiores da vida comum?

Qual é a história de vida do candidato? Resistirá a tentação de não receber as ofertas e cairá no erro de Geazi ou se manterá firme como Daniel?

Guarde-nos o Senhor que passemos para a outra vida com a consciência tranquila e sem medo do julgamento do eterno Deus.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS DESAFIADORES, LÇ.6 EBD 7/8/2016 (subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 05 PARA O DIA 07/08/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS ANUNCIA O EVANGELHO DA INCLUSÃO.
II – O EVANGELHO ÁS PROSTITUTAS.
III – O EVANGELHO AOS HOMOSSEXUAIS.

   Há quem ame o crime e há os que são atraídos pelo crime.


 I – JESUS ANUNCIA O EVANGELHO DA INCLUSÃO.
O tema Inclusão ou inclusivo deve ser tratado com muita cautela por conta do mau uso que se tem feito desse verbo.

1.1       A reação do fariseu, o incluído.

Como já disse em lições anteriores, trato de subsídio e logicamente exponho a minha opinião sobre a matéria sem que isto represente uma forma de desqualificar o pensamento do autor.

No tocante a reação do fariseu, vive-se coisas semelhantes em muitas igrejas por conta do pré-julgamento que se faz em relação a outras pessoas prejudicando a sua inclusão no ambiente da igreja:
- Por falta de conhecimento.
- Por puro fanatismo.
- preconceito e até, boas intenções.

Derrubar esses maus princípios é uma tarefa do tipo “missão impossível” sendo o melhor, preparar o novo convertido para esse tipo de confrontação.

1.2       A reação da mulher excluída.

Não se pode falar em inclusão sem arrependimento Lc. 19:8, porém, não podemos transformar uma pessoa que vem de fora com todos os vícios da natureza humana em pecado. Assim, chorar ou mesmo sorrir de alegria, são sentimentos que falam de uma pessoa aberta ao arrependimento.

1.3       Reação de Jesus, o amor inclusivo.

Por incrível que pareça, um grande número de crentes não se dão conta do amor de Jesus e desprezam pessoas por seus atos.

Falar da vida alheia é fácil, enche-las de bem poucos querem.
Já tomei conhecimento que mães cristãs que no desespero de ver os filhos passando fome, entregaram-se a prostituição e assim acontece com muitas prostitutas. Somos de falar e criticar, porém, péssimos em enfiar a mão no bolso e ajudar com amor a quem precisa.
Jesus fazia a obra completa e nesse sentido, a igreja precisa estar preparada para incluir e ajudar ou contribuir. Há pastores que não tem qualquer preocupação com os problemas sociais e a igreja, infelizmente, é a cara do pastor.

II – O EVANGELHO ÁS PROSTITUTAS.


2.1 Por que evangelizar as prostitutas.

Em todo o tempo da minha vida cristã, soube do testemunho de uma prostituta que aceitou Jesus em um culto ao ar livre, acompanhou o grupo para o culto público da igreja, converteu-se de fato e casou-se com um membro da mesma igreja tendo a sua vida mudada.

Como na nossa cultura, preocupam-se tanto com a questão da virgindade, imagine então, casar-se com uma ex prostituta. Vamos provar que amamos de verdade e não apenas de palavras.

O autor cita, além da mulher do texto da lição, Raabe a meretriz que vivia em Jericó e o fim que o Senhor lhe deu. Que grande lição para nós.

2.2 Como evangelizar as prostitutas.

Neste ponto, o autor adverte com os cuidados da aproximação e abordagem. Não há dúvida que evangelizar qualquer mulher exige muito cuidado e de preferência que haja acompanhamento feminino e de preferência, senhora comprometida com o evangelho.

Sabe-se da prostituição infantil na Tailândia e outros países próximos e soubemos também de organizações não governamentais cristãs cujos mentores iam à busca de prostitutas adolescentes. Pagavam o programa para não atrair o crime organizado e lá dentro, ao invés de abusar, mostravam o interesse em tira-las de lá e muitas foram libertas.

Quando o sujeito tem a mente corrompida com sexo, deve ser afastado de qualquer possibilidade desses encontros. Com esses, nada funciona e precisam de cura espiritual pelo arrependimento verdadeiro.

 III –  O EVANGELHO AOS HOMOSSEXUAIS.

3.1 Homossexuais em Corinto.

Temos diante de nós um assunto muito delicado em decorrência da ação dos grupos que atuam em “defesa” dos homossexuais e suas variantes LGBT. Conhecemos as demandas judiciais que essa questão tem dado e as ameaças que fazem para quem proponha a “libertação” deles considerando-nos homofóbicos.

Deve ficar muito claro que a condenação é pela pratica sexual ilícita, seja pessoas do mesmo sexo ou até oposto e com animais, zoofilia e outras formas depravadas de relação íntima.

Imaginem o apóstolo Paulo, ensinando uma igreja que até aquele momento, não tinha muita noção de limites, vivendo em uma sociedade libertina por conta de suas filosofias que valorizavam a vida terrena. Como politeístas que eram, veneravam a Afrodite, deusa do amor, da beleza e do sexo.

Paulo mandou chumbo grosso sobre eles: “Os injustos não hão de herdar o reino de Deus”. ICo 6:9.

3.2 Como evangelizar os homossexuais.

Este ponto mereceria um capítulo à parte, assim, recomendo a leitura na lição com as recomendações de abordagem do autor.

Quem prega para pessoas que mantém relação homo afetiva ou quem se prostitua, precisa buscar conhecer todos os conflitos que acompanha a diversidade de orientação sexual e crer no poder de Cristo para libertar. Os principais conflitos decorrem de:

- Forte desvio hormonal afetando as características indefinindo corpo e voz.
- Abuso sexual na infância.
- vítima de estupro que faz com que a mulher passe a desprezar o homem buscando uma relação afetiva com outra mulher.

Finalmente, diferente do conceito em como esse adjetivo é explicado nos inúmeros dicionários, como forte atração por pessoas do mesmo sexo, eu prefiro dizer que sou um homo afetivo nada ligado a questões da sexualidade, mas ao prazer de ter amizade com pessoas que correspondam a uma relação de amizade séria e dou como exemplo, a amizade de Jonatas e Davi e perceber qual foi a declaração de Davi diante da morte do amigo.


IV –  O EVANGELHO AOS CRIMINOSOS.

4.1 e 2  A capelania de Paulo e Silas da igreja atual.

O capelão é o responsável pelos cuidados religiosos em hospitais, prisões e em diversas outras instituições que precisar.  Devendo ser pessoa preparada sob todos os aspectos com melhor preparação para a área que pretender atuar de forma específica.  Cheio do Espirito Santo, vida ilibada  e ter confiança na transformação das pessoas principalmente quando se trata de prisão.

Com relação a capelania na igreja atual, a desatenção é muito evidente.


V –  O EVANGELHO AOS VICIADOS.

Essa é outra questão que merece um capítulo à parte, pois conhecemos bem o problema aflitivo do viciado, o desprezo destes por qualquer tentativa de ajuda-los.

Não há como falar em evangelização de viciados sem investimentos nessa área.

Tenho para mim que as casas de recuperação precisariam ser mais bem assistidas e  avaliadas as reais intenções de quem constitui casa de recuperação.