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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A PROVISÃO DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS, EBD LÇ 2 para 09/10/2016 (Subsídio)

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 02 PARA O DIA 09/10/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – PROVISÃO DIVINA EM UM MUNDO CAÓTICO.
II – UM MUNDO CAÓTICO.
III – CARACTERÍSITICAS DO MUNDO ATUAL.

Os que guardam a fé com a obediência não sentirão o tempo da escassez, não de forma dizimadora. Deus nos enviará o socorro desde os céus.


I – PROVISÃO DIVINA EM UM MUNDO CAÓTICO.

1.1       A provisão de Deus no deserto.

O tempo de crise revela o verdadeiro caráter do cristão.

Bem sabemos que é preciso compreender os limites de cada um. Nem todos estão preparados para suportar grandes pressões como nem todos sofrerão penas por conta de momentos de verdadeira loucura com palavras ditas fora do tempo. Isto em caso pessoal a exemplo da mulher de Ló.

No caso de Israel murmuração se deu com todo o povo contra Moises e contra Deus, mesmo assim, Deus supriu as necessidades deles e certamente Deus não será duro conosco no sentido pessoal,  salvo em calamidades quando o justo e o ímpio morrem da mesma morte.

O que acho muito interessante na peregrinação,  está em Dt. 29:5 roupas e calçados foram preservados durante os 40 anos.

1.2       A provisão de Deus para Elias em Querite.

Neste ponto o autor aborda a provisão de Deus para Elias quando saiu da presença de Acabe, IRs 17:1-6 e nesse caso em particular, temos uma forma de manutenção que somente Deus podia prover; um corvo levava carne para Elias e o ribeiro matava sua sede.

Essa maneira de Deus agir costumo chamar de “agir por exceção” que nós não podemos transformar em regras e refiro-me aos milagres que acompanham a obra da evangelização. Deus age como quer.

1.3 A provisão de Deus para Elias em Sarepta.

Deus manda Elias sair de  Querite para Sarepta dizendo-lhe: “ordenei a uma mulher viúva que te sustente”. Outro milagre por exceção.

Que ninguém vá importunar viúvas a pretexto de tirar-lhe o pouco que tenha, todavia a lição ficou marcada em nossos corações como um grande e maravilhoso milagre, pois a mulher que o sustentaria, já não tinha certeza de sobreviver diante da fome.

Viúva é para ser amparada, mas somente Deus pode encher de bens o faminto. Lc. 1:53-54 e Salmos 107:9.

Não devemos nos assustar com as crises que ameaçam o Brasil. Permaneçamos fieis.


II –  UM MUNDO CAÓTICO.

2.1 O mundo jaz no maligno.

Sabemos a causa de todo atropelo que ocorre no mundo; Fomes, guerras, doenças e acidentes naturais Mc 13:8 e as calamidades apocalípticas para depois do arrebatamento, Ap.6:8 tem como causa o profundo grau de desobediência dos homens e o gestor dessas calamidades é o próprio Diabo para quem a sentença já foi lavrada.

Não podemos ter medo, não podemos perder a paz.

O Senhor é a nossa força e o nosso grandíssimo galardão. Gn 15:1.

Servindo como pastor, vivendo do meu trabalho criei 4 filhos e éramos seis. Sempre que chegávamos a uma igreja, mais tarde alguém revelava o pensamento sobre nós: “Esse pastor é advogado e rico...” rssss. Andávamos sempre bem vestidos, mas se tivessem olhado primeiro para o meu carro logo matariam a charada.

 Nos momentos difíceis da vida, a mão de Deus nos abençoava com o necessário; hoje pela graça de Deus, os filhos estão bem formados e vivem confortavelmente bem.

Que mais podemos querer?


2.2 O mundo globalizado.

O autor define bem o conceito de globalização.

A globalização trouxe e mantém o espírito de unificação das nações para fins comerciais e de avanço tecnológico. Quem parece não encontrar lugar, são as nações pobres do planeta.

A globalização veio com o conceito de “nova ordem econômica” conceito que na minha juventude esperava acontecer e alegrei-me quando isto foi pronunciado pela primeira vez e então entendi que estava aberta a porta para o fim.

Mesmo diante desse ajuste mundial, Disse Jesus que não cairá um fio de cabelo da nossa cabeça. Lc. 21:18.


2.3 Tempo de mudanças.

Recomendo a leitura em classe deste tópico com seus alunos.

O autor fala de transformações em todas as áreas.

Quais das mudanças se constituem em grande perigo para a igreja?

De forma subjetiva todas e de forma objetiva, a luta ideológica nela encontramos todos os laços que apontam para o desvio de igrejas e grupos evangélicos.

Na nova ideologia, temos o divórcio, o aborto, a ideologia de gênero e a relativização de tudo acerca de Deus  pelo falso evangelho invadindo os arraiais evangélicos.  

                     
III –  CARACTERÍSTICAS DO MUNDO ATUAL.

3.1 Uma sociedade centrada no homem.

Alguns fatos ocorridos no passado poderiam ser visto como uma ficção e o nosso gtempo como realidade:

A Torre de Babel – “Façamos um nome para que não sejamos espalhados sobre a terra.”.
Jardins suspensos de Babilônica e Nabucodonosor, Dn. 4:30.

Deus não dá a sua glória a outrem. Is. 42:8

No Novo Testamento temos o discurso de Herodes que inchou-se diante dos aplausos e gritos que a sua voz era de Deus e não de homem, Atos 12:22.

O antropocentrismo é um mal que invadiu muitos lugares de culto e por vezes vem de um elogio aparentemente honroso.

Os pastores presidentes ou líderes precisam se cuidar, pois em busca de interesses, enaltecem a figura do homem acima de tudo em busca de poder e Deus está atento a tudo isso.

Tentado não cedas, ceder é pecar.


3.2 Uma sociedade relativista.

O autor esclarece bem o sentido do relativismo e basta sua leitura em classe, todavia como há leitores que certamente não participam de nossas escolas bíblicas e consequentemente não possuem a lição, para estes digo que vivemos um tempo em que o certo e o errado se misturam e pior ainda, em se tratando das questões relativas a Deus e principalmente a sua Palavra, o homem (pastores) se torna culpado pelo transtorno causado quando em muitas igrejas os valores cristãos estão pervertidos e não há qualquer respeito a verdadeira orientação da palavra de Deus.

Este assunto poderia ser mais bem detalhado, porém o que a lição passa, tem caráter informativo e de advertência. Os homens brincam com tudo, com dons espirituais principalmente o dom de línguas e não levam a sério a doutrina das ordenanças observadas pelas igrejas com base na doutrina apostólica.

Uma hora Deus dirá: Basta.
  
3.3 Uma sociedade secularizada.

Penoso é que a forma seja dentro da igreja ou fora dela, porém afeto a mesma, desvaloriza o conteúdo. Esvaziar o valor espiritual quando devidos ao fim.

Nessa passagem da espiritualidade para a secularização, muitos pastores que são os responsáveis pela boa condução da vida cristã, permitiram que o misticismo substituísse o que é de valor espiritual.

Para ser bom, é preciso ser espiritual e bíblico ao mesmo tempo.

Tomemos cuidado, pois Deus não se deixa escarnecer.



segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A SOBREVIVÊNCIA EM TEMPOS DE CRISE, EBD Lç.01 para 02/10/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 01  PARA O DIA 02/10/2016.
“A SOBREVIVÊNCIA EM TEMPOS DE CRISE”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A CRISE COMO UMA REALIDADE.
II – A CRISE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO.
III – A CRISE.

Um chamado a lutar pela regularidade de vida. Se não der tempo, O  Rei está voltando.





I – A CRISE COMO UMA REALIDADE.

1.1 Deus criou um mundo perfeito.

O autor considera a situação do mundo antes e depois da queda do homem no Paraíso.

No paraíso, antes da queda como dito pelo autor, não havia crise. A Terra e a terra eram abençoadas pelo Senhor. A terra produzia seus frutos (Gn 1:11-12)  e era recompensada com uma vapor de água que subia mantendo a sua umidade (Gn.1:6) e não havia seca que a maltratasse nem inundações que destruísse o solo. Além disso, o polo criado contava com a presença de quatro braços de rios (Gn.2:10-14).


         1.2 Uma sociedade em crise.   
                
Não se pode negar que a queda que resultou no afastamento do homem do Éden, foi o início do chamado “período da consciência”, quando o homem passou a ter o controle da sua vida. O bem e o mal estavam agora no controle das suas vontades, mas   as escolhas sempre foram para pior resguardados os justos como Abraão.

Na atual conjuntura,  as coisas se tornaram ainda muito piores, podemos até mesmo considerar que a sociedade entrou em colapso.

II – A CRISE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO.

2.1 A crise na sociedade antediluviana.

O que pode ser entendido como crise?
Tudo o que interfere de forma paralisante e contrária ao processo natural de desenvolvimento; o que prejudica o andamento normal da vida ou o que a ela se relacione.

As crises carregam características próprias de cada período histórico.

Penso que a crise no período antediluviano era uma crise de ordem moral  veja o relato de Gn. 6:5 e já tínhamos tomado conhecimento pela bíblia do primeiro homicídio.

O restante deve ser lido e considerado o que o autor diz a respeito. 

2.2 Crise na sociedade pós-diluviana.

Logicamente o que discutimos nesta e quem sabe nas lições seguintes não segue a linha das discussões de problemas sociais de forma científica, e acadêmica na linguagem comum dos sociólogos, pois é preciso perceber pelo texto do autor que a palavra “pecado” está sempre vinculado aos desvios e nem podia ser diferente, pois todos os males sociais tem como origem, a natureza rebelde do homem em relação ao conceito de ordem social estabelecido pela Palavra do Senhor que é muito mais puro que qualquer conceito humano de convivência social; temos a fonte.

No período pós-diluviano o mal viralizou da mesma forma e já começa a atingir a raça humano causando danos a sua longevidade. O homem que vivia em média 950 anos, passou a viver  120 em média sentença proferida ainda antes do diluvio Gn. 6:24. Noé viveu 950 anos Gn.9:29.

Teve inicio a divisão de tempos estabelecendo as quatro estações do ano cujos efeitos são conhecidos até os dias de hoje. Gn. 8:22.

Após o diluvio, Torre de Babel construída para alimentar a vaidade humana e já manifestando o gosto pelo poder, tão bem descritos pelo autor.

O restante deve ser lido e considerado o que o autor diz a respeito.

Ops! O autor faz uma importante referência neste tópico sobre a vaidade de construir monumentos pessoais em nossos dias, tudo pela vaidade pessoal e com certeza, apelo para a mesma discrição citando apenas o já conhecido, Templo de Salomão.

É preciso separar o essencial  do não essencial para reunir o povo de Deus.

Neste ponto recomendo aos professores serem igualmente cuidadosos, pois há muita gente lutando nas redes sociais para desqualificar o uso dos templos e generalizam o que pode e não pode.  Você é o professor, não relaxe a guarda.


2.3  Crise nos tempos de Jesus e na Igreja Primitiva.

Com graça o autor aproveita o curto espaço para mostrar as crises e agora sim, uma crise mais ampla na vida do povo e na vida da igreja. Os cristãos primitivos  em inteireza de espírito obediente, souberam como resolver os problemas dos irmãos. Tenho certeza que nessa fase, não havia que se falar em dízimos, pois os corações era abertos e não precisavam de postular uma contribuição de valor fixado como o dízimo, pois a Palavra declara que tudo era de todos.

As demais aflições promovidas pelo domínio romano, não tinha jeito a dar a não ser esperar em Deus e administrar o tempo para cultuar.

Uma questão que não quero deixar passar é com respeito a preocupação com os pobres. Invariavelmente   “quase” que em todos os livros da Bíblia o pobre é lembrado pelo próprio Deus e chamo a atenção para o capítulo primeiro de Isaias que os irmãos leiam com muita atenção, nesse sentido, o que era para Israel, deve ser para nós.


III –  A CRISE.


3.1 A crise política.

O autor começa citando a divisão do reino de Israel a partir de Roboão e mostrando quanto sofrimento isso causou a nação e ao povo. A impiedade é um câncer danoso à saúde do povo. Os reis que vieram depois, principalmente no Norte, foram na maioria maus governantes. A crise política desencadeou outras crises e principalmente a crise espiritual e depois, moral.

 Na segunda parte o autor cita as nossas crises, a brasileira, da qual somos testemunhas e vítimas.

Considero dispensável neste subsídio comentar o que já está na lição e que nós mesmos vivenciamos.

3.2 A crise econômica.

A crise econômica brasileira tem peculiaridades decorrentes da crise política e a má administração do governo federal, todavia não ignoramos que a política econômica mundial tem um peso considerável na vida de cada nação e tudo isto tem a ver com o tamanho de investimentos que se faça aos meios de produção.

O governo que esteve no poder por tantos anos, deu preferência a enviar dinheiro para fora, vultosa soma para empreendimentos externos e agora, nem sabemos se em algum dia esses bilhões voltarão para casa e não significa que devamos virar as costas para o mundo. Faltaram moderação e conhecimento público, exceto o que a imprensa publicou já tendo sido consumados.

Uma lição nos trouxe; não podemos abraçar como irmãos políticos que se permitiram corromper nem aceitar ajudas financeiras de fonte duvidosa.
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3.3 A crise espiritual.

Penso que depois de ter iniciado minha incursão pela rede social, tomei conhecimento de maneira mais ampla dos efeitos da crise espiritual. As postagens em grande parte mostram as fraquezas do nosso povo. Os ensinadores;  pastores, líderes e “teólogos” que saíram dos bancos da escola onde aprenderam riquezas bíblicas, se gastam em críticas pesadas e na maioria quase absoluta tentam desqualificar a igreja no uso dos templos e os dízimos, de forma irresponsável considerando que muitos deles não tem responsabilidade com pequenos ou grandes rebanhos.

A crise espiritual esconde as práticas vergonhosas de homens e mulheres que se entregam aos desvarios da sexualidade, do destempero, da falta de amor dando largas ao cumprimento das profecias bíblicas de caráter escatológico.

Professor! Seja cauteloso quando falar de homossexualidade aos alunos, porém não omita que toda relação fora do casamento ou a relação com seres do mesmo sexo como com animais e outras formas como sexo anal, alimentam a crise espiritual e o afastamento do homem à comunhão com Deus.

Os discordantes que busquem se converter.

sábado, 24 de setembro de 2016

A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL NESTA ÚLTIMA HORA, EBD Lç.13 para 25/09/2016 (Subsídio)

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 13  PARA O DIA 25/09/2016.
“EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL NESTA ÚLTIMA HORA”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O QUE É A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL.
II – DISCIPULADO INTEGRAL.
III – A IGREJA DA EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL.

 Este é o tempo do fim. O que estamos fazendo para que tudo se cumpra como determinado? 




I – O QUE É A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL.

Na introdução deste primeiro ponto o autor diz que não precisamos de fórmulas extravagantes para cumprir o cronograma divino do anúncio universal do Evangelho e com razão; basta copiarmos o que os nossos pais fizeram quando o Evangelho chegou no Brasil onde prevalecia política e religiosamente o catolicismo: Jejum, oração e pregação bíblica sem acréscimos, mas com vigor do Espírito de Deus pela manifestação dos dons.

1.1 Evangelização integral.

O autor fala do “plano diretor”, termo muito usado pelos poderes municipais para o planejamento gestor da cidade, assim por similaridade, temos um plano diretor que é a Bíblia Sagrada; tudo o que precisamos e devemos fazer, está na sua escritura. Para uma evangelização integral o autor sugere, a partir de Atos 1:8 alcançar todas as nações e esclarece que o texto “ser-me-eis testemunhas” não estabelece ordem de prioridade.
“Tanto em Jerusalém como....”.  é o mesmo que dizer: Onde quer que estejamos.

1.2       Avivamento e evangelização.

O autor declara que sem o batismo com o Espírito Santo, qualquer plano de evangelização não alcançará êxito.

Se dissermos isto publicamente, abriremos uma fronteira de guerra já que tem um grupo chamado de “cessacionistas” que não creem na continuidade do Batismo com o Espírito Santo.

É possível simplificar, pois de certa forma, não podemos desqualificar o trabalho das igrejas tradicionais não pentecostais, mas veja:

O Batismo com o Espírito Santo dá pelos dons, ferramentas adequadas para evangelização pela manifestação do poder de Deus que opera das mais variadas formas, assim concluímos que sem ferramentas, não dá.

Quanto ao avivamento, precisa começar pelo altar.


II – DISCIPULADO INTEGRAL.

O autor declara que a E.I. precisa ser acompanhada do D.I. = Doutrinação, integração, treinamento e identificação. O que de fato acontece? Uma dura constatação impossível de negar: O novo convertido chega à igreja e para segura-lo,  encaminham-no para participar de algum grupo de louvor. Ele se “enturma” e daí para frente, só mesmo a graça de Deus.

2.1 Doutrinação.

Consiste no ensino das verdades centrais da fé cristã, diz o autor.

As verdades centrais devem ser compreendidas como as doutrinas basilares da Bíblia Sagrada, portanto, imagine que nenhum de nós tira diploma e fecha grade curricular na igreja.

2.2 Integração.

Toda igreja deveria ser com frequência ensinada e bem treinada para receber os novos convertidos.

Considero fundamental ensinar que não é pelo fato de estar dentro de uma igreja (no plano físico) que pode confiar cegamente em todos, abrindo a guarda. Há pessoas mal intencionadas em qualquer área da vida.

2.3  Treinamento.

Treinamento é a preparação para que o novo convertido entenda o que Deus quer de cada um de nós.

2.4 Identificação.

O autor trata da identificação como a maneira pela qual somos reconhecidos em nossa vizinhança, fora do templo.   A doutrina da ética cristã responde todas as questões da vida fora do convívio da igreja.

O Cristão precisa ser conhecido pelo seu porte como cidadão.


III –  A IGREJA E A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL.

O autor propõe três ações básicas.

3.1 Promoção.

O autor aponta a igreja de Antioquia como modelo de promoção ou cumprir a missão de forma plena. Atos 13:1-3.

Fala-se muito em avivamento, renovação, reforma e tantos outros adjetivos, mas o que falta mesmo é a igreja olhar os objetivos e esses objetivos estão muito perto de nós, entre nós e na vizinhança. Tudo precisa começar pelo altar.

Promover significa estar atento à toda movimentação e carências dos crentes principalmente os novos convertidos e falamos do papel social da igreja. Somos inescusáveis.


3.2 Comissão.

A igreja precisa agir como agência evangelizadora. Se ela deixar este papel incorrerá em dois grandes erros:

1 - Assemelha-se a negar a verdadeira fé.

2 - Entregar os homens aos cuidados dos exploradores da fé.

3.3 Manutenção.
Recomendo a leitura deste tópico para avaliar se realmente estamos tratando da manutenção em todos os sentidos para preservação nos  dias futuros e angustiosos.

Como fazer para que a liderança entenda que as empresas tomaram o modelo da igreja, trabalharam e alcançaram seus resultados. Nós paramos no tempo. Temos milhares de obreiros que com muito pouco, estariam satisfeitos para encarar o tempo integral no serviço do Senhor.

Para que se comissione obreiros em tempo integral, é preciso orar e fazer a escolha certa para evitar frustrações ate mesmo no candidato ao ministério.

Se os homens se frustram quando demitidos de uma empresa como não deve ser quando perceberem que a pessoa escolhida não atende bem o trabalho do Senhor depois de ter sido nele gerado expectativas?


Findamos mais uma tarefa.

Desejamos que não tenha sido mais um trimestre jogado para trás. Qual seria o sentido da Escolha bíblica Dominical se assim fosse?

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A EVANGELIZAÇÃO NA ERA DIGITAL, EBD Lç. 12 para 18/09/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 12 PARA O DIA 18/09/2016.
“A EVANGELIZAÇÃO REAL NA ERA DIGITAL”
PONTOS A ESTUDAR:
I – PECADORES DIGITAIS NAS MÃOS DE UM DEUS REAL.
II – CONSERTANDO A REDE PARA CRISTO.
III – EVANGELHO REAL PARA PESCADORES DIGITAIS.

 USAR BEM O TECLADO É CONSTRUIR VIDAS EVANGELIZANDO 




I – PECADORES DIGITAIS NAS MÃOS DE UM DEUS REAL.


1.1       Pecados em série.

O autor cita o que se considerava da televisão no seu maior momento, quando era considerada a porta do inferno. Nada fizemos de importante e o inferno cresceu para tristeza nossa.

Não se pode subestimar a televisão por conta da rede mundial. Tenho observado que as novelas da Globo transmitidas em horário inteiramente acessível (18:00 hrs.)  a jovens e adolescentes, está carregada de libidinagens ostensivas, considerando que o efeito na libido é maior quando induzidas de forma sutil;  causam estragos aos valores morais.

Os porões da rede mundial não causam estragos, os já estragados buscam esses porões sabendo o que vai encontrar e comem como cães famintos o que se produz. Excetuo nessa afirmação os iniciados ou crianças com liberdade de acesso que acabam tendo a sua pureza sacrificada ou abortada.

O mundo escancarou as portas da devassidão e em muitos casos, o mal está dentro de muitos lares.


1.2       Rede de intrigas.

 Na descrição do autor  no primeiro parágrafo, com o exemplo do crime cometido por Ammon filho do rei Davi que estuprou a própria irmã Tamar (2Sm. 13:1-14) fica a mostra que os meios para consumação do mal sempre esteve na mente doentia do ser humano e para sua consumação, qualquer veículo vale para comunicar o mal.

Quanto a facilitação de bons encontros pela rede social, eu particularmente uso e encontrei pessoas maravilhosas, todavia o sistema apresenta canal de comunicação privado ou “inbox” de alta periculosidade para quem se entrega aos vícios.


 1.3 O e-mail fatal.

O que posso recomendar como amigo é que nunca passem notícias difamatórias nem façam críticas públicas denegrindo a imagem de quem quer que seja. Todos tem o direito ao arrependimento, todavia o que tem seu nome “emporcalhado” terá muitas dificuldades para  organizar sua vida no convívio com as igrejas.  Não tem perdão que dê jeito.

II – CONSERTANDO A REDE PARA CRISTO.

Vejo muitos homens que ocupam posições ministeriais como pastores, evangelistas e professores de teologia usando muito mal a rede e isto pode ser consertado com uma mudança de atitude.

2.1 Vocação.

Excelente conselho do autor, fazer bom uso da rede social, evangelizar. Acho muito mais uma questão de bom senso que de vocação e explico essa razão: Mesmo não sabendo pregar, pode-se adicionar um texto bíblico sem grandes esforços. Só não pode se “abestalhar” escrevendo frases tolas tais como:  “O Senhor está abrindo uma porta hoje, pra você”; se você tem fé digite um “amém”.

2.2 Mensagem.

A rede social não é um campo que deva ser usado para combater de forma estúpida princípios geralmente aceitos pelas igrejas conservadoras. O ataque direto a pessoas e instituições não produzem o resultado que se espera de um semeador.

Combater heresias exige inteligência e conhecimento bíblico. Quando combato biblicamente qualquer heresia ou mau costume perturbador da ordem do culto, conferindo tudo com a Bíblia, dificilmente o debate se estende muito e as argumentações não bíblicas caem no desprezo de quem lê.

Cabe ao professor, dar exemplo e orientar seus alunos para que nunca use a rede social para falar mal de pastor ou de ministérios. Esse tipo de comunicação eu chamo de “bala perdida” que mata gente inocente e não atinge o alvo.

Tem provas da desonestidade do seu líder? Peça reunião do conselho da igreja e trate do assunto à luz da Bíblia. Não confia nos resultados, entregue em suas orações que Deus trabalhará, afinal, Deus não é cego, surdo ou mudo.

2.3 Habilidade.

Nenhum campo exige tanta habilidade no trato com as palavras e textos que a rede social. Há uma riqueza infindável de temas e é bom saber que milhares de pessoas nos acompanham até com cunho investigativo.

Sinto-me investigado muito mais pelos de dentro que pelos de fora, mas louvo a Deus e uso da liberdade de Cristo para escrever tanto no blogger como no facebook e deixo sempre a porta aberta para os embates desde que sejam bíblicos e coerentes.


 III –  O EVANGELHO REAL PARA PE(S)CADORES DIGITAIS.

3.1 Fator Habacuque.

Comecei usando o Blogger como forma de ocupar melhor o meu tempo já que tinha pedido a minha jubilação e ele foi uma salvaguarda, pois, quem aprecia estar envolvido com os irmãos, jubilar é morte e assim, consolei a minha alma escrevendo.

Surgiu na minha vida o facebook por sugestão de um amigo. Grudei nele atentando que no face, as mensagens precisam ser  muito curtas e objetivas, evitando usar nomes de pessoas ou instituições, excedendo-me um pouco, quando algo cai no domínio público e o meu comentário me garante tranquilidade jurídica para não ser alvo de alguma ação por improbidade.

3.2 Fator Eliseu.

O fator Eliseu remete ao que a mulher sunamita disse dele: “Santo homem de Deus”. O comportamento na rede social passa a ser um grande testemunho a favor do Reino de Deus.  IIRs. 4:9.

Intolerância e principalmente isto, não pode ser esquecida. Há uma verdadeira enxurrada de mensagens com profunda manifestação de intolerância e extremismos.

Para quem já conviveu com a intolerância deve saber o quanto esse comportamento é indigesto e quando passados na rede social, fica mais indigesto ainda.


3.3 Fator Paulo.

O autor cita a chegada de Paulo em Atenas. Encontrou o ponto de contato e usou-o de forma inteligente. Sem detratar os atenienses. De forma delicada Paulo tirou proveito do que tinha visto na entrada da cidade. Constitui-se numa boa dica para quem quer evangelizar.

3.4 Fator Filipe.

A abordagem de Filipe foi muito sábia, sutil e prudente aliada ao respeito ao interlocutor que era um homem público e mesmo que não fosse.

Aqui vai uma dica muito importante para quem usa a rede social.
Percebi que muita gente, saídos das escolas teológicas e mestres nas questões pertinentes, cometem um grave erro: Falam pouco de Jesus e muito dos reformadores, longos textos, acadêmicos e complexos de tal forma que fica mais fácil entender a Bíblia que o pensamento teológico deles.

Professor, aproveite a riqueza desta lição e boa aula.


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A EVANGELIZAÇAO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, EBD Lç..11 para 11/09/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 10  PARA O DIA 04/09/2016.
“O PODER DA EVANGELIZAÇÃO NA FAMÍLIA”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A SUFICIÊNCIA DE CRISTO PARA COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.
II – O SOM DO EVANGELHO AOS SURDOS
III – A VISÃO DE CRISTO AOS CEGOS.
IV – OS PARALÍTICOS VÃO AO ENCONTRO DE CRISTO.


O que de fato fazemos para evangelizar e dar conforto aos que já temos?

  
I – A SUFICIÊNCIA DE CRISTO PARA COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

1.1 Definição.

O autor toma as informações da OMS para repassar a definição de deficiência. Nos nossos dias, este assunto tem sido tratado por organizações e até por meio de programas de televisão com vistas a cobrar do poder público, a facilitação por todos os meios, de locomoção de pessoas portadoras de deficiência física e o que nos interessa saber é se as nossas igrejas, todas, tem alguma preocupação nesta área.

1.2       A deficiência no Antigo Testamento.

O comentário do autor pode ser dividido em três partes para o ensino aos alunos:
1 – No tocante ao sacerdócio, não podia haver imperfeição considerando que esse ofício apontava para a perfeição de Cristo como homem e mediador, não se tratando de rejeição.

2 – A referência ao filho de Jônatas que era deficiente fora buscado pelo rei por uma deferência ao que Jônatas representou para ele. O nome do filho era Mefibosete cujos textos são indicados pelo autor, 2Sm. 4 e 9.

3- Em linhas gerais, cremos que as pessoas eram tratadas por seus familiares e os problemas não deviam ser diferentes dos de hoje.  


1.3 A deficiência no Novo Testamento.

Lembro-me de um culto realizado do Ginásio de Esportes do Ibirapuera quando um pregador americano  de quem não me lembro o nome, tinha como chamada principal que os deficientes seriam curados e vi, que muitos cadeirantes foram levados para receber o tal milagre e no final, vi no rosto a decepção de quem não recebeu o esperado e saíram dali frustrados.

O que não se pode adotar como estratégia é prometer o que Deus não está prometendo.

Nos caminhos da evangelização tudo pode acontecer por sabermos que Deus honra sua palavra, todavia não podemos encher de esperança, salvo na vida eterna prometida pelo Senhor.

Certamente que a proposta da lição não é alimentar, falsas esperanças.

Aconteceu comigo há muitos anos, quando um casal da igreja, em uma quinta feira levaram uma cadeirante e mandaram me dizer que naquela noite Deus faria um milagre. Vendo encrenca pela frente e terminando o culto, mandei que fechassem imediatamente a porta da igreja para não causar escândalos, depois de alguns minutos de suor e gritaria, eles voltaram com a cadeirante do mesmo jeito. Nunca podemos permitir que essas coisas aconteçam,  salvo quando tomados por uma surpresa como essa sem ter tempo para uma reação imediata.


II – O SOM DO EVANGELHO AOS SURDOS.

2.1 Conduzindo os surdos a Jesus.

Não tenho muito para comentar sobre este assunto exceto que a lição vem para despertar a nossa consciência e com ou sem propósito, mostrar o quanto somos negligentes como instituição para atender essa área.

Sem investimentos em quem possa assumir o papel de um verdadeiro evangelista nesta área, nada acontecerá. Permaneceremos no campo das teorias.

2.2 A integração dos surdos.

Vale o comentário anterior, apenas acrescentando que o número de surdos no Brasil é razão sobrada para que se invista nessa área. Não apenas no tocante a evangelização, mas no verdadeiro compromisso de atender um deficiente considerando todas as suas carências.
III –  A VISÃO DE CRISTO AOS CEGOS.

3.1 Conduzindo os cegos a Cristo.

Conduzir todas as pessoas a Cristo é o mínimo que uma pessoa que se reconheça como discípulo pode fazer e a igreja como instituição precisa oferecer condições para integração de portadores de deficiência visual e nessas condições, não há jeito; é preciso trabalhar em conjunto com outras igrejas para junta-los em núcleo comum se formos capazes de reconhece-los como prioridade e não o nosso orgulho e ou vaidade.

3.2 Discipulando os cegos

Cego não é aquele com deficiência visual e sim aquele que não consegue ver com a alma o quanto há de pessoas carentes a nossa volta e que precisam de Jesus, porém, não podemos oferecer um Jesus de teorias e sim um Jesus que em nós, faça da teoria uma prática saudável.

IV –  OS PARALÍTICOS VÃO AO ENCONTRO DE CRISTO.

4.1 Conduzindo os deficientes físicos.

Considero muito importante o comentário do autor neste tópico. Sem amor, nada se faz e a maneira como quatro homens fizeram o improvável, destelhar uma casa para descer o paralítico exatamente no local onde Jesus estava exige dois empenhos:

O primeiro é muita vontade quando nos nossos dias a maioria alega falta de tempo até para usar o próprio automóvel para dar carona a quem precisa.

O segundo é crer o quanto o Senhor pode fazer por eles, não considerando aqui o milagre da cura.

4.2 Acesso facilitado.

Na questão do acesso é preciso observar que não se trata de boa vontade das igrejas e sim de atendimento a normas regulamentares ou leis específicas, sem esse atendimento, o poder público negará o alvará de uso e pode até pedir o fechamento do templo.

Quero finalmente observar que na lição bíblica e á margem dos pontos abordados, há importantes instruções que devem ser levadas em conta pelos professores.

JESUS VEM BREVE e não podemos deixar para amanhã, assuntos que precisam ser tradados com muita urgência.  Se as igrejas cumprirem fielmente o papel de agência para salvação dos povos, Deus não deixará faltar recursos.

Pastor que reclama muito da falta de recursos é o que não convence a igreja da necessidade de investir em ações importantes. É como a travessia do Jordão; é preciso tocar ás águas com os pés e elas se abrirão.

sábado, 3 de setembro de 2016

O PODER DA EVANGELIZAÇÃO NA FAMÍLIA, EBD, Lç.10 para 04/09/16 (subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 10  PARA O DIA 04/09/2016.
“O PODER DA EVANGELIZAÇÃO NA FAMÍLIA”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – EVANGELIZANDO OS FILHOS.
II – EVANGELIZANDO O CÔNJUGE.
III – EVANGELIZANDO OS PARENTES.

 Juntadas as mãos em todo tempo, corações sinalizam o melhor momento.



I – EVANGELIZANDO OS FILHOS.

1.1 Por meio do culto doméstico.

O culto doméstico deve ser praticado com amor, sem imposição principalmente se praticados por pais e filhos que têm vida constante no convívio da igreja, ou seja, estão em quase todos os cultos.

Em alguns casos, o culto doméstico pode ser suprido por uma vida familiar devotada ao Reino de Deus, quando a presença do Senhor é sentida na mesa do café, almoço ou janta; no respeito a individualidade e na relação civilizada dos cônjuges.

Não se devem forçar os filhos a participarem. Temos experiências de casos de pastores que para dar o “bom exemplo”  praticava o culto doméstico e a presença era compulsória, criando filhos revoltados, portanto, com efeito contrário.

1.2       Através dos símbolos cristãos.

 Não dispomos de tantos símbolos assim, nesta dispensação o que para nós é considerado um símbolo como cita o autor, a Bíblia, a Harpa Cristã e demais literaturas pertinentes, devem ser tratados com zelo e sempre às mãos. Fica estranho em uma casa dita cristã, a bíblia não ser encontrada com a facilidade que exija.


1.3 Levando-os a igreja.

Uma prática que ficou longe com algumas razões compreendidas é que os filhos deveriam estar sentados ao lado dos pais até para reforçar o sentimento familiar e sua importância na vida da igreja, porém com o novo pensamento educativo e os conjuntos musicais, estes estão sempre a uma boa distância, porém, não convém o professor permitir discussão acalorada sobre o tema, considerando que não é o nosso maior problema nos dias atuais.

O que não pode faltar na igreja  é o amor e atenção, começando pelo pastor e incendiando os corações para os devidos cuidados com os filhos.

Outra questão terribilíssima é os pais sofrerem desaforos ou humilhações por parte de quem devia protegê-los causando assim, indignação nos filhos e uma provável revolta sobre tudo o que se chama “igreja”.

1.4 Tendo um viver cristão.

Bons exemplos formam bons crentes.

O que dizer de pais que na mesa do café ou outra refeição, abrem conversa para falar mal dos ministérios, pastores e até de membros da igreja; pais preconceituosos que transmitem esse flagelo para os filhos e mais tarde, choram o desastre já quase sem condições de recuperar os filhos perdidos?

A força do exemplo é mais saudável que o exemplo da força.

A falta de educação é uma chaga mortal em muitos lares.


II – EVANGELIZANDO O CÔNJUGE.

2.1 Trazendo a esposa a Cristo.

O autor cita em dois pontos: Amando como Cristo amou e coabitando com entendimento.

Sabemos que na atual conjuntura social, há uma série de etapas no relacionamento conjugal, certamente muito mais implicantes que nos tempos dos nossos avós ou em toda história da humanidade.

Vivemos em uma sociedade consumista, hedonista (que busca o prazer como um fim em si mesmo) e de libertação feminina que sofreu sob o jugo imposto pelos homens sem Deus.

46 anos de casado, com filha de pastor que a principio, não pensava em casar com marido tornado pastor, vida marcada por sofrimentos e alguns até impostos pelo sofrimento dos pais, assim, tiro forças na declaração de amor de Elcana para com sua mulher Ana:  “(...) Ana por que choras? E por que não comes? E por que está mal o teu coração? Não te sou melhor do que dez filhos?”. ISm. 1:5-8 que pode ser lido em classe, pelo valor do texto nas relações conjugais.

O que falar de uma sociedade depravada que cobra sexo das mais variadas formas e até por onde não se deve com aprovação, infelizmente, de muitos crentes enrustidos em seus paletós?

O amor e atenção no  casamento torna marido e mulher serviçais um do outro.


2.2 Trazendo o esposo a Cristo.

O  que escrevi no ponto acima, (2.1) vale para a mulher em relação ao marido, porém recomendo a leitura em classe deste tópico da lição onde o autor aborta questões como:

Sujeição da mulher ao marido que logicamente está longe de aceitar-se a subserviência e nem é isto que a bíblia  ensina em Ef. 5:22 “Vós mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor”.

Pelo porte cristão que retrata uma mulher responsável, equilibrada em todos os sentidos, tanto na administração da casa como da sua própria vida.

Sem palavras que retrata uma mulher não falastrona, dessas que “boqueja” sobre tudo de maneira irresponsável e inapropriada ao cansado marido que chega do trabalho, as vezes, de “cabeça quente” sabendo que competir no mercado de trabalho e preservar o emprego não é tarefa fácil.


 III –  COMO EVANGELIZAR CRIANÇAS.

3.1 Em tempos favoráveis.

Em tempos favoráveis conforme o texto do autor e referência a Cornélio deve referir-se aos momentos oportunos da nossa vida.

Cada família tem suas características e isto deve ser conhecido, para que não aconteça de qualquer ingerência, produzir efeito contrário daquilo que a “boa intenção” deseja que aconteça.

Lembro-me dos meus avós maternos, ele, o pastor Luiz Gonçalves Chaves e ela, Irmã Santina. Quando iam a nossa casa para passar uma temporada vendo a família totalmente afastada dos caminhos do Senhor, não diziam nada, mas sei que sofriam em silêncio e oravam e isto impactou a mim e meus irmãos e na hora certa, o resultado veio. O testemunho de vida deles, foi fundamental.


3.2 Em tempos de crise.

Este último ponto é por mim, visto com singularidade por finalizar recomendando qual o caminho para se resolver problemas em tempos de crise mostrando Jesus como a única solução.

A crise sempre aproximou pessoas, claro que falo de crises endêmicas, estas que assolam uma cidade ou um país por inteiro.

As crises familiares é sempre o melhor momento para que, de forma cautelosa mostremos nossa capacidade de agir ajudando a contornar os momentos ruins na vida de qualquer pessoa e a Parábola do Bom Samaritano nos mostra o valor de sermos atenciosos com os que sofrem e como ganha-los para Jesus.


Evangelho só de palavras não é Evangelho.