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sábado, 30 de setembro de 2017

UMA PROMESSA DE SALVAÇÃO - EBD LÇ. 01 01/10/2017

EBD LÇ. 01  01/10/2017 “UMA PROMESSA DE SALVAÇÃO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O CONCEITO BÍBLICO DE SALVAÇÃO.
II – A IMPORTÂNCIA DA DOUTRINA DA SALVAÇÃO.
III –  A SALVAÇÃO PROMETIDA NO EDEN.


 A proposta do evangelho é salvar e colocar o homem em lugar seguro. Nem todos deram como não dão atenção ao verdadeiro evangelho, mas o fim vem!




Tenho publicado os comentários com bastante atraso e peço que não haja qualquer recriminação. Apesar dos meus quase 71 anos, ainda trabalho secularmente para o sustento da família. Procuro dividir o tempo como posso e gasto de 12 a 14 horas com diversas ocupações.
   
I – O CONCEITO BÍBLICO DE SALVAÇÃO.

1.1 O conceito.

Não escrevo para fazer reparos ao comentário do autor, mas para ajudar muitos alunos espalhados por esse imenso e nada culto país, como traduzir um pensamento acadêmico e culto a uma linguagem de “barrancos” considerando que a lição não é divida por grupos sociais.

No tocante ao conceito, não dá para ignorar que salvação de fato, representa tudo o que está no tópico da lição, sem negar que nem tudo pode compor a salvação dentro do plano físico para todas as pessoas e não por falta de vontade divina, mas por questão de fé e razões.

As razões levam em conta as  condições sócio econômicas e idade por exemplo. Uma pessoa com idade avançada não vai esperar a renovação dos órgãos vitais por ter crido no evangelho.

Os milagres foram dados para mostrar aos homens que o evangelho não é uma religião sem vida; há sinais e prodígios.

(ICo.12:12) “Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas.”.

1.2 A salvação no Antigo Testamento.

Podemos dividir o pensamento do autor em dois pontos:

O primeiro trata do tipo de salvação concedida e notadamente, do povo de Deus, Israel, em relação aos seus inimigos, onde caberia uma pergunta: E a salvação da alma deles quando comparada a nossa salvação pelo evangelho da graça de Deus?

A graça ainda não estava manifestada considerando que elas vieram por Jesus Cristo. (Jo.1:17), todavia antes da Lei (Abraão) e sob a Lei, Moisés, os profetas e homens e mulheres justos, alcançaram a  salvação pela justiça de Deus.  No monte da transfiguração (Mt.17:2) salvos estiveram com Jesus e o capítulo 11 de Hebreus exalta a fé deles.

O segundo ponto trata a salvação no Antigo Testamento como anunciado.

1.3 Salvação em o Novo Testamento.

Irretocável e de fácil compreensão. O que vou acrescentar, vale como cuidados por conta da tentativa de muitos temperos dispensáveis colocados na salvação conceitual aqui exposta que é como está na Bíblia.

Basta juntar salvação e graça com livre arbítrio e eleição e o “circo pega fogo”.

Quando disserem para você que estávamos mortos e morto não pensa, nunca esqueça que morte não é aniquilação e sim “separação”. A morte iniciada no Eden não tornou o homem incapaz de pensar no que é justo, honesto e bom, portanto plenamente capaz de aceitar ou rejeitar o amor da verdade para ser salvo. (2Ts.2:10)




II – A IMPORTÂNCIA DA DOUTRINA DA SALVAÇÃO.

2.1 A grandeza da salvação.

No tocante a isto, lembro de um tempo em que lia muito jornal e aquela leitura diária e constante de política, negócios e alguns assuntos do dia a dia começaram a transtornar-me emocionalmente e rompi com aquela cadeia de informações.

A leitura constrói e direciona o homem na medida da sua aplicação e assim, o melhor é considerar a Bíblia como a melhor leitura,  pois ela alimenta e sustenta a nossa fé tornando-se um verdadeiro escudo contra todas as investidas de Satanás, que não são poucas, em todas as áreas da vida, principalmente no tocante a sexualidade e família.

A salvação é grande para quem busca crescer em conhecimento, nela.

2.2 Para compreender o que Jesus fez.

O autor cita três pontos importantes:

ACEITAÇÃO – Há um grupo que insiste em dizer que nos não aceitamos o Senhor. É o Senhor que nos aceita. Quem compreende a obra do calvário sabe que ele aceitou a todos indistintamente: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos...”  (Mt.11:28). Essa verdade é para mim, inegociável e na outra ponta temos os homens com a sua dureza de coração.

COMPREENSÃO – Que resulta em maior conhecimento e aperfeiçoamento da fé. (Ef. 4:12). (IICor.7:1) e (Hb.13:21)

VIVÊNCIA – Está relacionado ao caminho da “santificação” sem a qual, ninguém verá a Deus.   (Hb.12:14.

2.3 Para se apropriar dos benefícios da salvação.

O autor cita

LIVRAMENTO DA CONDENAÇÃO DO INFERNO – Muitos não se dão conta do significado da “eternidade” longe ou perto de Deus. Irreversível e

LIBERTAÇÃO DO PECADO E DO PODER DAS TREVAS – Livres mediante o empenho diário de obediência aos conselhos de Deus pela sua Palavra.

O mundo cujo príncipe é o Diabo (Jo.14:30) auxiliado pelos anjos que se rebelaram (Jd.1:6) investem pesado pelas mãos dos homens egoístas, sem qualquer temor, em tudo o que possa exercer fascínio nos homens.: Sexo, poder e glória.

A REDENÇÃO EM CRISTO – Podemos afirmar que a redenção em Cristo é o ápice da obra do evangelho, quando ele transformará os nossos corpos abatidos para ser semelhante ao seu. (Fl.3:21).

Não esquecer que temos aqui, dois processos; primeiro a remissão dos pecados e depois a redenção dos corpos.

O termo “redenção” também se aplica ao perdão dos pecados.

III – A SALVAÇÃO PROMETIDA NO ÉDEN.

3.1 O pecado humano.

Acho importante que o professor peça a um aluno para ler este tópico na lição. Magnífico!

Há quem tente desqualificar a ação do pecado a partir do Éden, porém a bíblia é muito clara nesse quesito:

(Rm.5:12) “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.”. 

Período da inocência, antes do pecado original, não temos a menor ideia de quantos anos durou e os fatos inerentes.

Período da consciência, após o pecado e com ele, o arbítrio na escolha entre o bem e o mal. São os conflitos humanos.


3.2 A transferência da culpa.

Vamos seguir os passos do autor:

TRANSFERÊNCIA DE CULPA – A mulher que tu me deste (Gn.3:12)  e esta, sobre a serpente: “a serpente me enganou” (Gn.3:13).

SOLUÇÃO DIVINA – Deus cobriu a nudez do casal. Um animal foi sacrificado para ceder proteção e isto já apontava para Cristo.


3.3 Satanás esmagado e o pecado vencido.

Satanás já foi vencido na cruz, mas a sentença final, já dada por Deus, ainda não foi executada, pois quando isto acontecer, ele pagará com os anjos rebeldes e a população que rejeitou a Cristo, dando mais valor aos desvarios e prazeres da vida se submeterão as determinações de Deus para toda eternidade quando Deus fará novos céus e nova terra.

É duro, mas vale a pena ser fiel até a morte.

(Ap.20:10) “E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.”.



(Ap.21:8) “(...) Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.”.

sábado, 23 de setembro de 2017

SOBRE A FAMÍLIA E A SUA NATUREZA - EBD LÇ. 13 24/09/2017.

EBD LÇ. 13  24/09/2017 “SOBRE A FAMÍLIA E A SUA NATUREZA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – ORIGEM
II – A FAMÍLIA.
III –  PRINCIPIOS BÁSICOS.
IV – O DESAFIO DA IGREJA.

 A sociedade quer declarar com suas atitudes que Deus errou ao constituir a família tradicional. Lamentável! Logo, criatura e criador se encontrarão e aí veremos a diferença.


I – ORIGEM

1.1 O homem e a mulher.

O  homem e a mulher foram frutos da criação de Deus. Ter criado o homem do pó da terra conforme o relato de Gênesis.

Em (Gn. 1:26-27), o relato da manifesta vontade do Senhor: “Façamos o homem...” e em seguida, “E “criou” Deus o homem...”.  “Deus o criou; macho e fêmea...”.

“Façamos”. O modo verbal oculto (nós) já revela a figura da Trindade na obra da criação e no plano eterno de Deus de preencher o vazio deixado por quem deveria ter-se mantido fiel; os anjos que pecaram.

Em (Gn.2:6-6) Um novo relato e a mostra de como Deus fez o homem, tendo tomado do pó da terra o fez, alma vivente.

Muitas imaginações povoam as mentes que buscam fazer a própria leitura do relato da criação.

Durante muitos anos da minha juventude, considerava que Deus havia feito um boneco de barro dando-lhe vida, mas o tempo vai trabalhando nossas mentes para deduzir que isto não seria necessário, fazer um boneco, mas a expressão “pó da terra” para mostrar sua natureza. Logo depois em Gn. 3:19 diz o Senhor: “Tu és pó e em pó te tornarás.”.

1.2 A formação da mulher.

Sem pretender estender o assunto com os alunos, diria que a mulher criada a partir do homem deixou claro que a natureza dela foi produzida com parte de nós do ponto de vista físico e quanto a natureza moral, Deus a fez diferente do homem no campo das emoções e também no físico, mas com uma alma à completar a nossa alma.

As baixarias e as violências contra a mulher  resultam do homem sem Deus.

Disse o apostolo Paulo “ninguém nunca aborreceu a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta.”  (Ef. 5:29).

O autor considera que ambos, homem e mulher são mutuamente dependentes o que é verdade.

II – A FAMÍLIA.

2.1 Conceito de família entre os antigos Hebreus.

- O lar é parte do clã.

- Família nuclear referida pelo autor compreende pai, mãe e filhos.
- A economia com base na pecuária e agricultura exigia por vezes a união de familiares.
- O autor mostra que com base na arqueologia, as casas podiam comportar até 15 pessoas.
- Famílias ricas podiam agregar mais pessoas como no caso de Abraão.


2.2 O papel da mulher na sociedade.

A questão da ocupação da mulher na sociedade varia no tempo, local e base cultural do povo com quem viva.

Não aprecio muito (coisa pessoal minha) o perfil da mulher de provérbios 31 ainda que sabendo ser uma linguagem de valorização da mulher de forma geral, mas pelo fato de ser o tipo de mulher, “super mulher” que não existe e muitos usam na igreja, na hora de honrar, geralmente a esposa do pastor.  A nossa realidade é triste. Vejo a mulher como vítima do sistema, sem pesar sobre o capitalismo, mas sobre a falta de amor e compreensão de muitos homens ou pela falta de compreensão e ajustes da vida a dois.

Em nossa sociedade a mulher tem duas e as vezes três jornadas de trabalho, incluindo-se a atividade doméstica.

Como forma de compensar tudo o que a minha fez por mim, tento fazer tudo por ela, principalmente na preparação de pratos.

Nossa homenagem a todas as mulheres. Avós, mãe e filhas.

Quando a sentença da mulher no Eden, “(...) com dor terás filhos...” (Gn.3:16) pressupõe ainda que a mulher não sentia dores no parto. Não sabemos qual foi a duração do tempo vivido sob a bandeira da inocência.


III – PRINCÍPIOS BÁSICOS.

3.1 Casamento.

O autor considera a mais fundamental das relações entre pessoas.

100% de intimidade considerando ainda que o casal descobre um sobre o outro,  coisas comuns da vida e de foro íntimo que os pais ignoravam nos filhos.

O autor considera três princípios básicos e importantes que qualificam o casamento:

MONOGAMIA – (ICo 7:2)  “Mas, por causa da fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. O casamento bíblico estabelece a forma e a história nos ensina que é melhor ficar dentro de casa, cada um com sua própria mulher ou marido e não inventar. Lembrando as confusões na casa de Jacó (Gn.30:14-15)  e na casa de Elcana, marido de Ana. (ISm.1).

HETEROSSEXUALIDADE – Macho e fêmea os criou para viverem uma vida afetuosa, pró-criativa. Proteção da vida íntima;  física, emocional e saúde do casal, cumprindo uma rigorosa ordem do Senhor: “Apegar-se-á a sua mulher”.

INDISSOLUBILIDADE -  Em relação a isto, convivemos com o drama e mal necessário em algumas circunstâncias com o DIVÓRCIO.

A indissolubilidade tem amparo bíblico desde o princípio. A primeira modificação se deu com a lei de Moises e Jesus confirmou isto dizendo que o divórcio se deu por conta da dureza dos corações.

Se olharmos atentamente às palavras de Jesus quando interrogado sobre o assunto (Mt. 19), vai notar que ele não abriu brecha, mas também não ignorou a necessidade no caso de infidelidade conjugal e na sociedade moderna, a agressão física, moral e envolvimento do cônjuge no crime como a falta de cumprimento da função de provedor da casa.

IV – O DESAFIO DA IGREJA.

4.1 Institucionalização da iniquidade.

Escrevendo e pensando, como a sociedade de Sodoma e Gomorra chegaram ao ponto de “cansar” o Senhor, medidas transbordantes da iniquidade ao ponto de não haver respeito com visitantes. Queriam abusar sexualmente dos estrangeiros que foram à casa de Ló, sem saber que eram “anjos”.

Tudo começa de forma muito sutil até a depravação total e penso que a nossa sociedade já atingiu esse pico.

Zoofilia, pedofilia, “Ménage à trouis” entre tantas outras práticas. O adultério?! Nem se fala, caiu no descontrole.

Quando se fala e iniquidade, não se pode ficar apenas no campo de sexualidade, o Brasil de hoje convive com a iniquidade, pública, privada e a lama entrou em muitas igrejas.

4.2 A inversão de valores.

Impressiona como a sociedade dispõe de apoio, político, jurídico e com o uso das mídias.

Falta conscientização ao nosso povo que representa hoje uma significativa parcela da população brasileira. Os que usam as redes sociais, poucos sabem fazer bom uso dela. Em geral, promovem ataques ácidos esquecendo que o conselho bíblico produz melhores resultados.

Com todos os nossos cuidados, não conseguiremos impedir o avanço da iniquidade que culminará com a revelação do Anticristo ao mundo e após o arrebatamento da igreja.

Eu penso que a opinião das lideranças das nossas igrejas deveriam se manifestar até para conforto dos fieis.


Hedonismo – Busca do prazer como bem maior. Assim vive a humanidade e muitos cristãos.


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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O MUNDO VINDOURO - EBD LÇ. 12 17/09/2017

EBD LÇ. 12  17/09/2017 “O MUNDO VINDOURO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – SOBRE O MILÊNIO.
II – SOBRE O JUIZO FINAL.
III –  SOBRE A NOVA CRIAÇÃO.

O mundo está cada dia mais perdido em si e já passa da hora que se faça a melhor escolha; Jesus é a melhor escolha. 



  
I – SOBRE O MIÊNIO.
Considero que as lições deste trimestre foram além das expectativas.

1.1 Descrição.

Perceba-se que chegamos no milênio passando pela grande tribulação sem ter feito qualquer referência a abertura dos selos e o toque das trombetas que compõe o ponto central do juízo de Deus sobre os habitantes da terra, em vida  e não se trata do julgamento final,  Toda desobediência terá o seu preço causando pânico, dores, gemidos, mas também muitas blasfêmias contra Deus na segunda metade do tempo que fala da "grande tribulação".

1 – Satanás preso por mil anos representa o fim de toda tentação que promove a violência e a perversão.

2 – Uma verdadeira paz sob o governo de Cristo e paz no reino animal.

3 – A longevidade; uma pessoa de 100 anos será considerado jovem.
Para os pontos acima, Isaias 60:20-25 será uma boa leitura em classe.

4 – O próprio Senhor Jesus, não mais naquele corpo que assumiu para remir os homens perdidos,  porém “arrependidos”, reinará  com a glória que tinha com o pai antes da fundação do mundo.


1.2 Sobre a ressurreição dos mortos.

Há muito para se falar sobre esse assunto considerando que a Bíblia nos informa que há dois tipos de morte e a rigor, morte não significa em qualquer tempo, “aniquilação”.

Assim considerando temos:

Morte espiritual -  Os que morreram em consequência do pecado original, morreram (separação) para Deus. Os calvinistas juram que morto não pensa e assim, não pode reconhecer o poder da pregação do evangelho  e tomar a decisão de aceitar em seu coração, a presença de Cristo que leva consigo, o Pai e o Espírito Santo; “faremos nele morada...”. (Jo.14:23) Essa morte não líquida a razão, a inteligência humana.

Morte física – Aquela que faz tanta gente chorar suas perdas.

Bem aventurado e santo o que tem parte na “primeira ressurreição” (Ap.20:6) e assim, haverá uma “segunda ressurreição” como haverá uma “segunda morte”. (ap.20:6).

A segunda morte que vem logo após a segunda ressurreição, será universal,  quando os homens irão se encontrar com Deus no seu tribunal, também chamado de “juízo do trono branco”  para serem julgados segundo o justo juízo de Deus,  lançados fora por toda a eternidade. (Ap.20:13-15).

Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... (Rm.8:1).

Lembrando que a primeira ressurreição ocorrerá em duas fases: No arrebatamento a igreja para as bodas do Cordeiro e a (*)segunda fase na vinda do Senhor para reinar.

(*) O meu entendimento pessoal sobre o assunto não leva em conta a ressurreição de Cristo nem dos santos naqueles dias. O santos voltaram a morrer e Jesus é a figura emblemática da ressurreição de todos nós, pois se ele não tivesse ressuscitado seria vã a nossa fé (ICo.15:14), portanto aqueles que morreram na grande tribulação reinarão com Cristo sem os privilégios da igreja. (Ap.7:14-15).

  
II – SOBRE O JUIZO FINAL.

2.1 Descrição.

Poderia tranquilamente recomendar a leitura do tópico, pois está muito claro e nem carece de esclarecimentos, todavia o faço por conta dos que não acompanham e nem possuem as preciosas lições bíblicas.

 Não se pode confundir a condição de filhos pela obra da criação com os nascidos de novo, da água e do Espírito sendo assim chamados de “filhos de Deus” de forma genuína e segundo Paulo, por adoção. (Rm.8:15).

O juízo será sem misericórdia onde o lado bom ou mau do ser humano pouco importa na verdade, pois o que tira o homem da condição de pecador é o reconhecimento bíblico da razão da sua morte e o valor do seu sangue para remissão dos pecados cometidos.

Textos pela ordem:

(IJo.3:2) Amados, agora somos filhos de Deus, disse João.

(Jo.3:3) Jesus disse a Nicodemos que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.

O julgamento do Trono Branco ocorrerá após a última rebelião de Satanás. (Ap.20:7).

2.2 O julgamento.

(Ap.20:12) Faz menção de livros; aqueles que registram as obras do homens e note-se que não fala de homens que na vida, foram bons ou maus e a razão vem a seguir:

O mesmo texto fala do “livro da vida” e ninguém teve o seu nome nele registrado por conta das boas obras ou  da religião. Religião é o que menos importa. A questão é pessoal, não permite outro mediador e nem Maria a mãe de Jesus segundo a carne, mas aos que tiveram no calvário a razão de crer e deixar esse mundo com tudo o que nele há.

 (Ef.2:8) “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.”. 

(Rm.8:1) “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.”.

(IJo.2:15) “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.”.

HADES para os ímpios – Para os que morrem sem o arrependimento; é um lugar de tormentos, porém de caráter provisório. (Lc.16:23).

PARAÍSO – Para os justos, igualmente provisório, porquanto Deus fará novos céus e nova terra.. (Lc.16:23).

GEENA – É eterno e é o verdadeiro inferno ou  lago de fogo onde os ímpios serão lançados após o julgamento. (Mt.23:33).

PURGATÓRIO – Nunca existiu e nem se fala mais nisso.


III – SOBRE A NOVA CRIAÇÃO.

3.1 Um novo céu e uma nova terra.

O estado de novo para céus e terra dá conta que Deus fará realmente o paraíso sem a restrição das fronteiras entre os rios Tigre e Eufrates.

No milênio haverá uma transformação com cura geral das águas dos mares e dos rios e das doenças que hoje acometem os homens de forma assustadora.

(Ez.47:9) “E será que toda a criatura vivente que passar por onde quer que entrarem estes rios viverá; e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio.)”.

3.2 A nova Jerusalém.
                                                                                             
Sabemos que há muitas revelações no livro do Apocalipse que parecem utopia e os acontecimentos pós milênio passa essa sensação pela grandeza da revelação e talvez essa seja uma das razões de Paulo dizer:

1 – “Óh profundidade das riquezas... (Rm. 11:33) é muita riqueza e nada neste mundo se compara com a glória a ser revelada”. (Rm.8:18)

2 – “Arrebatado ao paraíso, ouviu palavras inefáveis que ao homem não pe lícito falar...”.


Assim a nova Jerusalém desce do céu;  a cidade santa,  para dar brilho ao novo mundo. (Ap. 21:9-21).

Como declara o autor a cidade santa que desce do céu, não é a sede do governo milenar de Cristo; esta é a Jerusalém celestial.

No milênio o governo será exercido a partir de Israel da Jerusalém terrena sob o comando do próprio Senhor Jesus.


3.3 A eternidade dos salvos.

Diz o autor que a nova Jerusalém, a celestial é o eterno lar de todos os salvos em Cristo.

Louvado seja Deus.

E Deus limpará de nossos olhos toda lágrima.

A intensidade da alegria no Senhor  afastará as más lembranças desta vida.

Sem religião.
Sem reencarnação.
Sem purgatório
Sem maquiagem. Apenas os fieis desfrutarão destas bênçãos.



(Ap.2:10) “(...) Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida”. 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO - EBD LÇ. 11 10/09/2017

EBD LÇ. 11  10/09/2017 “A SEGUNDA VINDA DE CRISTO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – OS EVENTOS DO PORVIR.
II – TERMOS BÍBLICOS PARA A SEGUNDA VINDA DE CRISTO.
III –  OS EVENTOS DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO.


 Feliz o que tem parte na primeira ressurreição para que não lhes pese o dano da segunda morte que tem caráter eterno. 



I – OS EVENTOS DO PORVIR.

1.1 Fonte de predição.

A Bíblia é a única fonte das predições, porém o maior problema visto em nossos  dias, são as pessoas quererem determinar tempo e hora por conta de fatos recorrentes à vinda do Senhor.

Vamos por em ordem os eventos citados pelo autor  para facilitar sua leitura na exposição:

- (ITs. 4:16-17)  O arrebatamento da igreja.
- (Mt.24:30 e Ap.1:7) A vinda de Jesus em glória.
- (Mt. 24:21) O juízo de Deus sobre a terra no fim dos tempos.
- (Is.62:2-3) O futuro glorioso de Israel.
- (Is.9:7) O reino milenar de Cristo.

Particularmente eu poria o “Futuro glorioso de Israel” logo após a vinda de Jesus em Glória; quando ele voltar com a igreja para reinar sobre o Monte Sião.

(Is. 62:2,3) “E os gentios verão a tua justiça, e todos os reis a tua glória; e chamar-te-ão por um nome novo, que a boca do Senhor designará. E serás uma coroa de glória na mão do Senhor, e um diadema real na mão do teu Deus.”.


1.2 O destino dos impérios da antiguidade.

Apenas um relato do autor para lembrar como todos os impérios caíram e cada um no seu tempo e vale lembrar o sonho de Nabucodonosor e a sua estátua (Dn.2:31-35) construída com materiais diferentes em cada parte do corpo realçando o poder das nações para terminar com os pés feitos, parte de ferro e parte de barro que sem dúvida trata do Império Romano com os seus dois polos de governo, em Roma e no Oriente, Constantinopla.

Particularmente, aplico esses dois elementos dos pés da estátua da seguinte forma; o ferro representando o poder político e o barro o poder religioso que dele saiu e que foi ferido uma vez, mas resistiu e chegou até nós. O poder religioso que foi ferido será definitivamente destruído na vinda do Senhor em glória.

O fato de Daniel ter visto a pedra cortada e que esmiuçou os pés como as outras partes, retratavam acontecimentos futuros, naquele tempo. Por isso não vou me incomodar se houverem pensamentos diferentes a respeito.

1.3 Sobre as diásporas judaicas.

O autor cita a diáspora e o retorno do cativeiro de Israel nos dias de Daniel, Esdras, Neemias e outros grandes nomes da história de Israel, porém o maior movimento de retorno dos judeus à palestina, se dará no milênio e causará impacto mundial.

(Zc.8:23) “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.”.

II – TERMOS BÍBLICOS PARA A SEGUNDA VINDA DE CRISTO.


2.1 Vinda.

PAROUSIA – gentilmente o autor escreve a forma de pronunciar; “parussia”  que significa: Chegada, presença, volta, advento e etc.

ÉRCHOMAI – “Ir” e também “vir” segundo o autor, o mesmo termo para ser usado nos dois movimentos, dependendo da referência ou ponto de partida e chegada.

2.2 Manifestação, aparição.

EPIPHANEIA.
O grego em comparação com a língua portuguesa e algumas palavras da língua inglesa só podem ser compreendidas  dentro de um contexto.

No original “Epihaneia” é usado para a primeira aparição de Cristo no seu nascimento e semelhantemente, na sua vinda para o arrebatamento ou ainda em glória. O autor cita vários textos em que se aplica a mesma palavra.
2Tm. 1:10, ITm.6:14 e Tt.2:13.

A forma aportuguesada é “Epifania” que  significa aparição ou manifestação, normalmente relacionado com o contexto espiritual e divino
  
2.3 Revelação.

O termo usado original é “Apokallypsis”

(Ap.1:7) REVELAÇÃO.
Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.”.

O texto acima retrata bem o caráter da revelação e é quando o Senhor se dará a conhecer no mundo inteiro.


III – OS EVENTOS DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO.

3.1 O arrebatamento da igreja.

O tópico está muito claro com relação a vinda do Senhor e o arrebatamento da igreja que pela sua grandeza, parece utopia, um sonho, mas a realidade é que está bem próximo pelas indicações bíblicas e vai encontrar muita gente desapercebida.

(Mt. 25:8) “E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.”.

Quanto ao fuso horário é algo surpreendente e só diz  respeito a nós que somos pequenos em relação ao universo e menor ainda em relação a Deus.

O nosso mundo gira em torno de si mesmo e em torno do sol proporcionando as quatro estações do ano e em torno de si mesmo, o dia e a noite e assim, podemos afirmar que:

Para Deus, não há dia nem noite, nem as quatro estações; tudo é a mesma coisa e já para nós, enquanto o oriente dorme, nós trabalhamos o que justifica:

(Lc. 17:34) “Digo-vos que naquela noite estarão dois numa cama; um será tomado, e outro será deixado.”.

 3.2 A vinda de Cristo em glória.
                                                                                             
A segunda vinda de Cristo ocorrerá em duas fases ou tempos:

1 – Sua vinda para o arrebatamento. Ninguém verá por conta da rapidez, todavia o desaparecimento de milhares de pessoas, causará pânico principalmente nos crentes que ficarem aqui.

2 – Ele volta com a sua igreja para reinar e todo o olho o verá.
Isto ocorre após a “grande tribulação” razão pela qual, os fieis e conhecedores da bíblia sabem que nada  pegará aqueles que estão aguardando a vinda do Senhor, no tocante a uma próxima guerra mundial com todas as consequências decorrentes.

Será estabelecido o milênio de paz quando Satanás e os demais que causaram perturbação na terra, estarão presos.



3.3 A grande tribulação.

O tópico 3.3 da lição é muito rico em referências bíblicas quando na forma da exposição dos fatos e para facilitar o ensino, quero por em ordem detalhada dos fatos.

1 – Toda essa movimentação em torno dos sistemas políticos, econômicos e religiosos, formaram a plataforma sobre a qual o anticristo vai reinar a partir de Jerusalém, porquanto, assentar-se-á no trono de Deus, querendo parecer Deus para enganar os judeus.

2 – Jesus vem e leva a Igreja para as bodas do Cordeiro que representa as núpcias (simbólica) de Cristo com a sua igreja.

3 – Cristo com a igreja em cima no céu e na terra, o Anticristo se dá a conhecer, fazendo um pacto com Israel, dizendo ser o Messias que tanto esperam.

4 – O tempo revelado está no livro de Daniel e suas setenta semanas.
Semanas representados por dias e na metade da semana, (três dias e meio) O Senhor despertará Israel que rompe os laços com o Anticristo e arrasta para si, uma grande tribulação, conhecida na Bíblia como “dias de angústia para Jacó”.

5 -  Jesus volta e livra Israel abreviando os dias do seu sofrimento ou angustia.

6 – Até o final do milênio, Jesus reina e a igreja ainda se mantém como igreja. No término do milênio, o Senhor entrega o reino ao Pai e vem o julgamento final quando a igreja deixa de ser igreja para que sejamos tratados de forma individual no julgamento final, quando não haverá condenação para os salvos em Cristo.

Novos céus e nova terra e aí, tudo estará concluso; todo o plano de Deus está devidamente concluído. Os mansos herdarão a terra.

Deixo de citar as sequências bíblicas por serem do conhecimento dos professores e parte delas, está no comentário da lição.

3.4 O tribunal de Cristo e as bodas.

1 – O  julgamento das obras de cada um e a entrega do galardão.

Há quem ensine (erroneamente) que este julgamento será a separação dos bodes e das ovelhas.

Não tem a ver com isso porquanto essa separação só diz respeito ao julgamento das nações, sobre aquelas que foram ou não, benevolentes com o povo de Israel e que serão tratadas no governo de Cristo, da maneira como trataram Israel.

Mateus 25:32-36;

E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;

Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.