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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

A ABRANGÊNCIA UNIVERSAL DA SALVAÇÃO - EBD LÇ. 6 05/11/2017.

EBD LÇ. 6  05/11/2017 “A ABRANGÊNCIA UNIVERSAL DA SALVAÇÃO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O QUE É A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO.
II – O ALCANCE DA OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO.
III –  CRISTO OFERECE SALVAÇÃO A TODO MUNDO.


 "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito par que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna,  (Jo.3:16).


   
I –  O QUE É A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO.


1.1   A necessidade de expiação.

Remir que significa; resgatar, retomar, adquirir de novo o que foi perdido, é um termo – verbo – muito forte porém é o que melhor exprime a ação de Deus para tirar o homem da escravidão do pecado e o preço, como já sabemos, foi preço de sangue, o sangue do seu filho derramado por todos.

Expiação – A morte sacrificial de Cristo deu sentido eterno a esta palavra, pois a conhecíamos pela lei e pela  prática sacerdotal cuja prática era tão temporal que o autor escreveu que todo ano, fazia-se comemoração dos pecados (Hb.10:13).
   
1.2 A abrangência do pecado.

A consequência do pecado na vida do homem foi tão destruidor cujas causas podem ser pontuadas:
- Separou o homem e de Deus que o visitava com frequência.
- Conduziu o homem à experiência da morte física e espiritual.
- Doenças físicas resultado da destruição da natureza pela ganância e também resultante da composição dos produtos industrializados. A seita chamada “Seicho-No-Ie” nega a existência de doenças.
- Doenças mentais que vai dos conflitos emocionais às doenças mentais propriamente ditas.

Obs. Morte não significa “aniquilação”,  mas separação e o fato de estarem os homens, mortos em delitos e pecados  (Ef. 2:1) não embotou a razão que lhes permite decidir pela vida ou pela morte; aceitando ou rejeitando a morte expiatória de Cristo ao que chamamos de “livre arbítrio”.


1.3 A expiação de Cristo.

Penso ser importante lembrar que a morte de Cristo não foi uma fatalidade, mas uma proposital crueldade e dureza de coração.

Nesse sentido, penso que não é forçar interpretação mesmo à luz de Isaias 53:10 que Deus enviou o seu filho já sabendo pela sua presciência, o que fariam com ele.

(Mt. 21:37) “...E, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho.”.  Também Lucas 17:25 “Convém que padeça e seja reprovado por esta geração”.

Os fatos aconteceram, não porque estavam escritos, mas foram escritos porque Deus sabia o que ia acontecer, assim, ofereceu o filho em oferta pelos nossos pecados.

(Gn. 22:8) “E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.”.


II – O ALCANCE DA OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO.


2.1 A impossibilidade humana.

O gosto pelo pecado e pela prática do mal foi sempre o condimento principal na vida do homem sem Deus.
Se Deus não tivesse interferido, não teríamos mundo, mas um prostíbulo e assassinatos sem contas, bastando para isso, tomar como exemplo a geração de Noé e os pecados de Sodoma e Gomorra, ambos lembrados por Jesus. Não estamos longe disso!  (Lc. 17:26-29).


2.2 Cristo ocupou o lugar do pecador.
                                               
O texto do autor é rico e de fácil compreensão.

Nós cometemos o crime e Jesus pagou a conta em nosso lugar. Nos nossos dias, isto ocorre quando há efetiva falta de provas e a polícia pega quem estiver mais próximo da cena do crime.

Nós, sequer estávamos próximos da cena do crime, quando somos o próprio crime, mas Jesus se entregou  em preço de redenção.

Certamente esta é a razão pela qual disse o Senhor:

(Lc.15:7) “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.”.

2.3 Alcance universal da obra expiatória.

Seria interessante, pontuar o que disse o autor a respeito, da seguinte forma:

1 – O alcance é universal, valendo dizer que é para todos os povos sem distinção.

2 – Ela alcança o homem por completo, no espírito, na alma e no corpo.

3 – Garante a reconciliação, a justificação, adoção e perdão dos pecados, sendo assim, uma obra completa e perfeita.

Finalmente  a palavra chave: ‘Precisa ser aceita pela fé...”  e em aceitando, o homem torna-se um eleito de Deus pela sua presciência.

ELEIÇÃO – Pela ótica divina, Deus tem no seu livro os nomes.
ELEIÇÃO – Pela ótica humana – “Quem” crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.  (Mc. 16:16). Isto é doutrina bíblica.     

III – CRISTO OFERECE SALVAÇÃO A TODO O MUNDO.


3.1 Perdão, libertação e cura.

Desde o início do evangelho, as boas novas vieram ao encontro do homem trazendo-lhes: O perdão, a reconciliação e a cura tanto do corpo quanto da alma.

A cura do corpo tinha no motivo a demonstração de poder do evangelho.

O fato de fazerem mau uso dos dons e do poder de curar, não desqualifica o ensino bíblico para este assunto e assim, não justifica os que dizem que tudo isto cessou depois da era apostólica.

Para receber poder é preciso ter um coração apaixonado pelas vidas e uma profunda dedicação à oração.

Temos na bíblia o exemplo de quem gosta de fazer mau uso:

E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo, .mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro”.

 3.2 A salvação é para todo o mundo.

O plano da salvação oferece oportunidade para todos os homens. Quem espera que o eleito venha, só arranja pretexto para não ir buscar os pecadores.

(Lc. 14:21-23) “E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos. E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar.  E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha”.

“Quero que a minha casa se encha...”.

3.3 A responsabilidade do cristão.

Levar vidas a Cristo, pelo testemunho moral, oral e pela pregação da fé.

A massificação do evangelho pela televisão trouxe mais danos que benefícios pela maneira como é divulgado e pela falta de vida moral dos seus proclamadores.

Transformaram o evangelho em banca de negócios.


Quando Vingren e Berg aportaram no Brasil, incendiaram os novos convertidos que romperam barreiras e perseguições pela pregação da fé e do bom testemunho. O domínio católico, de norte ao sul do país foi interrompido e  Jesus salvava, curava e batizava com o Espirito Santo. Isto precisa voltar.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

A OBRA SALVÍFICA DE JESUS CRISTO - EBD LÇ. 05 29/10/2017

EBD LÇ. 05  29/10/2017 “A OBRA SALVÍFICA DE JESUS CRISTO”.
 so extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que 
O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posinutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O SACRIFÍCIO DE JESUS.
II – A NOSSA RECONCILIAÇÃO COM DEUS, PAI.
III –  A REDENÇÃO ETERNA.

 O preço pago pela nossa redenção foi muito caro e dolorido. Somente o seu amor o fez suportar.



Tenho publicado os comentários com bastante atraso e peço que não haja qualquer recriminação. Apesar dos meus quase 71 anos, ainda trabalho secularmente para o sustento da família. Procuro dividir o tempo como posso e gasto de 12 a 14 horas com diversas ocupações.
   
I –  O SACRIFÍCIO DE JESUS.


1.1 O sacrifício completo.

Um texto que deixa mais claro o significado de “completo” está em:

(Cl.2:13-14) “E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.”.

Perdoando TODAS as ofensas.
Riscou a cédula que era contra nós e cravando-a na cruz.

Nada mas resta ao homem a não ser, CRER e ACEITAR.

   
1.2 O sacrifício meritório.

Têm-se usado muito o termo “meritório” nos debates para mostrar que não há nada no homem que seja útil para que ele alcance a salvação. Assim o autor lembra que a sociedade judaica do AT desenvolveu a ideia de mérito pelo fato de, ele mesmo, escolher o animal de acordo com as suas ofensas e  

O que Deus respondeu sobre isto?

(Is. 1:12) “Quando vindes para comparecer perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viésseis a pisar os meus átrios?”.

Portanto se o homem, pensava ser meritório, sempre foi engano e até porque, com os sacrifícios faziam comemoração dos seus pecados. (Hb.10-13).


1.3 O sacrifício remidor.

É magnífico o texto do autor e recomendável para que se leia na classe “sugando” o que há de riqueza nele.

“Como o pecado deteriora o ser humano”,  diz o autor.

Adão foi expulso do paraíso pela desobediência fazendo-se uma contradição a tudo o que Deus queria dele e do lado de fora do jardim, Satanás deu mais um empurrão, jogando-o escada abaixo, pois o que o homem hoje pratica, é uma grave ofensa ao criador.

Há coisas que até dize-lo é torpe.

(Ef. 5:12) “Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe.”.

 O sacrifício remidor resgata e restaura o homem, por dentro e por fora.


II – A NOSSA RECONCILIAÇÃO COM DEUS PAI.

 2.1 O fim da inimizade.

O sacrifício de Cristo foi a porta de entrada para a reconciliação, mas uma coisa ele não fez; tornar-nos perfeitos e  assim, o sacrifício perfeito de Cristo requer empenho para a conservação da alma e dessa aliança.. Veja o que a bíblia diz a respeito:

(Hb.10:39) “Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma.”.

 A relação com Deus pode ser interrompida pelo homem, apesar de alguns grupos acharem que não, por conta da eleição. A parábola do filho pródigo (Lc.15) é um exemplo e há ainda muitos textos que o momento e espaço dispensa cita-los.

2.2 A eliminação da causa da inimizade.
                                               
Sempre comparo o pecado, não pela espécie dos atos praticados, mas como uma árvore. Na raiz está o pecado que chamamos de “pecado original”, responsável pela manutenção daquilo que se vê; flores e frutos e os frutos, revelando a natureza dos pecados, cometidos sob as mais variadas formas.

Jesus trata a raiz, modificando os frutos.

2.3 A vivificação.

A vivificação é o despertar para uma nova vida, cheia de encanto e livres das mazelas da vida.

Ao longo dos anos, vimos o que o evangelho fez e faz de bom na vida de todo o ser humano.

Não tem preço, ver uma família dizimada, recuperar sua relação fraterna e todo o mal se banido de casa para que a paz reine entre seus membros.

III – A REDENÇÃO ETERNA.


3.1 O estado perdido do pecador.

O pecado nas suas mais variadas formas, não vem no código genético, apesar de que, herdamos o pecado original, produzido no Éden pela desobediência.

A medida em que o ser humano cresce e conforme o ambiente, isto vai alimentando os pensamentos e por ele as vontades realizadas na forma do mal.

É como o limbo na pedra.


3.2 A redenção do pecador.

O texto do autor é claro.

Nesta vida temos muitas imagens que nos remete ao ato de remir e um deles, era o preço que se pagava por um escravo no mercado com as seguintes diferenças:

No mercado, o escravo passa por uma rigorosa vistoria para avaliação e fixação do preço.

Jesus não olhou para as deficiências. Resgatou a todos os que a ele vieram ou foram levados pelo cuidadoso pregador.

3.3 Uma redenção plena.

A redenção plena inclui a promessa da vida eterna. Assim os benefícios da salvação pela remissão, são cem vezes mais nesta vida e por fim, a vida eterna.


(Mt.19:29) “E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.”.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

A SALVAÇÃO E O ADVENTO DO MESSIAS - EBD LÇ. 03 15/10/2017

EBD LÇ. 03  15/10/2017 “A SALVAÇÃO E O ADVENTO DO MESSIAS”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O ANÚNCIO DO NASCIMENTO DO SALVADOR.
II – A CONCEPÇÃO DO SALVADOR.
III –  O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS.

                 Tudo nele decepcionava os que tinham gostos requintados. 


Tenho publicado os comentários com bastante atraso e peço que não haja qualquer recriminação. Apesar dos meus quase 71 anos, ainda trabalho secularmente para o sustento da família. Procuro dividir o tempo como posso e gasto de 12 a 14 horas com diversas ocupações.
   
I –  O ANÚNCIO DO NASCIMENTO DO SALVADOR.


1.1 No Antigo Testamento.

Não seria exagero dizer que o Antigo Testamento foi o berço do novo à semelhança da mãe que prepara o quarto do nascituro.(aquele que está para nascer)!

Fora isso, desde Gênesis, os evidentes sinais apontam para a vinda do remidor.

(Lv.25:25) “Quando teu irmão empobrecer e vender alguma parte da sua possessão, então virá o seu resgatador, seu parente, e resgatará o que vendeu seu irmão.”.
A situação do homem espiritualmente era de pobreza total. A riqueza confiada no Éden foi perdida no pecado e a figura do “resgatador”,  aponta diretamente para Cristo que pagou o preço da remissão.

Depois temos a segura palavra dos profetas que só não anunciaram o dia, a hora e o local, pois Deus enviaria mensageiros para anunciar o grande momento, chamado de “plenitude dos tempos” como também ocorrerá com o arrebatamento da igreja.
   
1.2 Anunciado pelos anjos.

NÃO NOS CABE ESPECULAR FORA DA BÍBLIA: Um anjo anunciou a Zacarias (Lc.1:11) o nascimento do seu filho quando sua mulher era estéril. Não se sabe a razão de Isabel ter escondido a gravidez até o quinto mês; acanhamento pela velhice ou aguardar os acontecimentos para torna-lo público?  A situação real do casal nos remete a Sara (90 anos)  e Abraão (100) (Gn.17:17) Somente o Deus do impossível pode realizar tais milagres.

Lucas 1:16 parece não deixar  dúvidas que no sexto mês da gravidez de Isabel, o anjo foi anunciar a Maria que ela teria um filho e para nos ajudar, lembremo-nos que quando Maria visitou Isabel, a presença de Maria fez o bebê de Isabel, mexer-se no ventre dela. A diferença de idade entre Jesus e seu primo João era de aproximadamente três meses e João, o mais velho.


1.3 Desfrutado pela humanidade.

Segundo o autor, a visita dos pastores e dos sábios simboliza toda a raça humana a procura de Deus, afinal de contas, a salvação veio para todos os homens.

Aqueles que esperavam a redenção de Israel sentiam que estava para acontecer algo mediante sinais próprios do tempo deles, veja o caso Simeão e de Ana que com 84 anos, não saia do templo.

(Lc. 2:25) “Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele..

(Lc. 2:36-37) “E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade; e era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia.”.
  
 A vinda do Senhor ao  mundo aconteceu no momento em que o céu mantinha silêncio total sobre a terra. Deus já não se manifestava como antes pelos profetas como se tudo o que fora dito até Malaquias já teria sido o suficiente para converter uma nação.

Isaias começou o vaticínio sobre a morte do Senhor dizendo: “Quem deu crédito a nossa pregação? E a quem se estendeu o braço do Senhor? (Is.53:1).


II – A CONCEPÇÃO DO SALVADOR.
  
2.1 Um plano concebido desde a fundação do mundo.

Todo assunto relativo aos seres humanos, são relativamente previsíveis desde o nascimento até a morte. Do cemitério pra frente, é com Deus.

Todo assunto relativo a Deus, principalmente aos planos eternos traçados antes da fundação do mundo envolve-se em profundo mistério que só nos permite fazer deduções.

Temos a rebelião do anjo cujo nome é traduzido por “portador de luz” e tantas outras definições fortes. Onde habitava, em que tempo  e como traçou um plano tão maquiavélico e ainda envolver miríades de anjos?  Não procuremos respostas na Bíblia, mas chegará o tempo em que saberemos disso de maneira plena ou talvez nunca chegaremos a saber até porque, essas inquietações desaparecerão após o arrebatamento.

O que sabemos é que Deus sentiu as nossas misérias e nos deu o seu único filho para nos resgatar; a nós e a milhares para preencher o vazio deixado pelos anjos que pecaram.


2.2 O nascimento do Salvador.
                                               
Este tópico é maravilhoso, simples e irretocável. O meu comentário é para quem não possui a lição.

A escolha da família, do local de nascimento e as condições com que fora recebido, representa o que não conseguimos ser, depois de dois mil anos; simples como a pomba.

Ao contrário do Senhor, gostamos de badalação, de reconhecimento e muitos de nós não conseguimos amar como Jesus amou.

Filipenses 2 é uma bela descrição de quanto Jesus se despojou, ele mesmo, para nos alcançar. Toda sua vida foi de intimidade com os pobres com os carentes.

2.3 Um roteiro divino de vida.

Muitos e notadamente pregadores modernos buscam descrever a vida do Senhor não descrita na bíblia. O que podemos pressupor é que Jesus foi um filho como tantos outros, delicado no trato com a família e responsável nas suas ocupações possivelmente na mesma atividade do pai, até o momento em que entrou no cenário para tratar as nossas feridas.

O primeiro gesto que pareceu grosseria, mas foi o rompimento com a história familiar para a história dos povos se deu em Caná, quando disse para sua mãe: “Mulher, que tenho eu contigo...”.

(Jo.2:4) “Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora..


III – O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS.


3.1 A encarnação do verbo

O filho se tornou carne. Um acurado exame com os modernos aparelhos disponíveis nos melhores hospitais de hoje, veriam seus órgãos tão humanos quanto os nossos. Não fez uso da sua natureza humana principalmente no tocante a ter mulher pelo fato de saber o motivo que o trouxe ao nosso mundo e não podemos nos esquecer, que Deus não lhe deu espírito por medida; nele habitava corporalmente toda a plenitude da divindade.

(Jo.3:34) “Porque aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus; pois não lhe dá Deus o Espírito por medida.”.
                                                                     
Nele havia pureza em tudo; emoção a flor da pele para chorar a morte do amigo Lazaro e resolver ressuscita-lo para mostrar o poder e autoridade sobre a morte.

Fome, sede, temor e suor tudo sentiu diante da pressão do momento.

3.2 A humilhação do servo.

Penso não ter havido entre os homens quem mais tenha sido humilhado como o Senhor.

Rejeitado pelos seus e colocado sob dúvidas pelos próprios irmãos carnais que não criam nele (Jo.7:5).

Isaias declarou que a Deus agradou moê-lo fazendo-o enfermar (Is.53:10) e não tenhamos este “agradou” como satisfação pessoal de Deus em relação Sabendo o que haveria de sofrer, entregou sua vida conscientemente.

Ele desceu todos os degraus enquanto os homens procuram os melhores lugares no topo da escada para serem vistos e aplaudidos pelos homens, na contra mão dos ensinos bíblicos.
ao filho, mas a demonstração de que sabia o que fariam com o filho.
                    
O ponto alto é que ele se entregou a si mesmo por preço de redenção. (ITm.2:6).

3.3 O exemplo a ser seguido.

Uma coisa é certa; se os nossos predecessores se ocupassem de maneira firme e criteriosa para ensinar o amor de Cristo e amar como Cristo, com certeza os resultados seriam bem melhores.

Todavia temos a Bíblia para nos ensinar. Lendo e esforçando-se para praticar os seus maravilhosos ensinos, considerando que ela é a nossa bússola para a eternidade.

Seguir o exemplo de Cristo não abre espaço  para paixões terrenas de quem pretenda viver sempre sob os holofotes dentro das igrejas, por cargos, melhores lugares nos púlpitos e os nomes sempre em evidência.  


A melhor obra não foi feita por nós, mas por ele.

sábado, 7 de outubro de 2017

A SALVAÇÃO NA PASCOA JUDAICA - EBD LÇ. 02 08/10/2017

EBD LÇ. 02  08/10/2017 “A SALVAÇÃO NA PASCOA JUDAICA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA.
II – O CORDEIRO DA PASCOA.
III –  O SANGUE DO CORDEIRO.

Não temos uma páscoa cristã; temos o Cristo que é a nossa Páscoa que trocou os elementos para que a igreja pudesse lembrar da sua morte por todo o tempo.




Tenho publicado os comentários com bastante atraso e peço que não haja qualquer recriminação. Apesar dos meus quase 71 anos, ainda trabalho secularmente para o sustento da família. Procuro dividir o tempo como posso e gasto de 12 a 14 horas com diversas ocupações.
   
I – A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA.

Espero que depois desta lição, o consumo de chocolate aumente, mas sem qualquer associação com a verdadeira páscoa caso o chocolate tenha forma de ovo.

1.1 O livramento nacional.

O autor fala da importância da Páscoa para o povo de Israel e compara a um país que esteve sob o domínio de outra bandeira, mas alcançou a sua independência e assim, anualmente faz comemoração ao dia da pátria.

No caso de Israel, marca o fim do cativeiro e o retorno à terra prometida.

“Se não tivéssemos chegado” à nossa dispensação, poderíamos dizer que do ponto de vista da religião, Israel fez a melhor escolha (ou foi melhor escolhido)  e a melhor forma de adoração a Deus, apesar dos desvios; muito mais agora que já tem permitido em seu território, a parada do orgulho gay em flagrante desafio e oposição a Lei de Moisés que deveria ser observada por eles e repito; “se não tivéssemos chegado” à nossa dispensação.

   
1.2 A libertação da escravidão.

Por aproximadamente 430 anos Israel viveu na terra Egito e sabemos como tudo começou:

- O sonho de Faraó e a previsão de 14 anos sendo os 7 últimos, de fome. (Gn.41:15).
- A mão de Deus que levou José  ao Egito e o firmou como governador e segunda pessoa de Faraó. (Gn.45:26). José tinha 30 anos.
- A morte de José aos 110 anos e do Faraó seu contemporâneo, deu início ao aperto escravagista. (Gn.50:26). (Ex.1:5-8).


1.3 A nova celebração judaica.

No período da Páscoa, o fermento é tirado de casa e comem por sete dias, pães sem fermento, conhecido como pão  “asmo” ou ázimo que devia ser comido, antes da massa levedar.

MATZO  (ídiche – Língua falada por judeus da Europa, surgida por volta dos séculos 10 e 11).
MATZÁ (Hebraico).
Para trazer à memória, os anos de escravidão no Egito e a fuga. (Ex.12:39-40)

(Ex.12:15) O TRATO COM ISRAEL ERA COISA SÉRIA A SER SEGUIDO.
Sete dias comereis pães ázimos; ao primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, desde o primeiro até ao sétimo dia, aquela alma será cortada de Israel.”.


II – O CORDEIRO DA PÁSCOA.


2.1 O cordeiro no Antigo Testamento.

A última praga. A morte dos primogênitos não podia alcançar o povo de Israel que habitava a terra de Gósen o que preservou a vida e a unidade do povo.

Compunha, portanto aquele noite, véspera da saída do Egito, o pão ázimo, o cordeiro, ervas amargas e o sangue que teve um papel importante, pois ele seria espargido nos umbrais das portas das casas dos hebreus, para que, vendo o anjo da morte o sangue, não mataria o primogênito daquela família,

Um cordeiro para cada família e se fosse muito, deviam repartir com os vizinhos, não podia ter manchas nem qualquer defeito.

Tudo isto apontava para Cristo.


2.2 Jesus o verdadeiro Cordeiro pascal.

Cabe ao leitor avaliar o texto do autor e o que escrevo como subsídio.

O autor declara o que segue:

“Por isso, ao comemorarmos a Páscoa, devemos atentar para o feito de Jesus na cruz.”.

“(...) se não atentarmos para ele, a nossa Páscoa torna-se vazia e sem sentido”.

MINHAS CONSIDERAÇÕES A RESPEITO.

Onde encontraríamos no Novo Testamento, qualquer orientação para comemorarmos a Páscoa ou a “nossa Páscoa”?

Simplesmente não iremos encontrar, pois ao celebrar a última Páscoa judaica, Jesus introduziu dois novos elementos e com eles, comemorou com os discípulos, a sua morte expiatória como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

É preciso cuidado com o que ensinamos para que em seguida, não se institua nas igrejas, a “Páscoa Cristã”.


III – O SANGUE DO CORDEIRO.

3.1 O significado do sangue.

Alguém pode perguntar qual a relação do sangue com o poder de perdoar pecados. Pela matéria em si nada, nenhuma relação, mas havia uma forte referência entre o animal sacrificado no Éden cuja pele cobriu o corpo nu dos nossos pais em primeira mão. Para cobrir a nudez, fez-se necessário sacrificar um animal e assim, derramar sangue inocente. Isto se refere de um profundo significado, pois continha as seguintes mensagens:

- A nudez do casal no Éden representava a condição de todos os seres humanos diante de Deus; despidos.

- A pele representa a justiça humana; não tinha caráter eterno.

- Deus havia de prover com isso, um sacrifício eterno com derramamento de sangue e desta vez, do próprio filho que nos deu.

- Assim, todos os sacrifícios oferecidos no altar continham única mensagem: Cristo ofereceu-se uma única vez, o justo pelos injustos para nos levar a Deus. (IPde.3:18).

3.2 O sangue do cordeiro pascal.

Qual a relação do sangue do cordeiro pascal com o sangue de Jesus?

Ambos ofereceram proteção.

No Egito; o sangue nas ombreiras das portas revelava que seus residentes confiavam e esperavam em Deus.

O sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado (IPd. 1:19) garante a purificação dos pecados cometidos sob a paciência de Deus (Rm.3:25). Perceba que o efeito é mais profundo; não cobre nem apazigua a ira de Deus, mas nos coloca em posição de comunhão.

Para o que não serve o sangue de Jesus?

Para ser banalizado por muitos que clamam o sangue de Jesus onde devia ser usada a autoridade do seu nome e por outros que usam como brincadeira; “O sangue de Jesus tem poder” diante de qualquer susto.


3.3 O sangue da nova aliança.

Recomendo a leitura em classe deste tópico, muito claro e esclarecedor no que tange ao sangue de Jesus como símbolo de uma nova aliança entre o homem e Deus.

Pelo sangue da nova aliança,  temos acesso ao pai e franca entrada para quem deseja permanecer diante de Deus em comunhão.

Qual a importância do sangue em relação ao batismo em águas no sentido pleno da salvação em Cristo?

Completamente opostos quanto a importância de cada um.

O batismo em águas não pode ser recusado por ser uma declaração pública de fé em Cristo.  (At. 8:36)

O sangue é a resposta de Deus ao homem para conceder o perdão e a purificação dos pecados.

A eternidade é o futuro de quem guarda as palavras do Senhor e se mantém sob a proteção do sangue do Cordeiro.


É PECADO COMEMORAR A PÁSCOA OU COMER “OVOS DE PÁSCOA”.

Já houve tempo em que fugíamos dos chocolates ovoides e deixávamos as crianças com água na boca, mas o tempo nos mostrou  que eles não produzem qualquer problema na nossa relação com Deus.

De todas as comemorações no mundo religioso ocidental, a Páscoa nada tem de idolatria, mas considero uma “impropriedade” por não nos pertencer e se os judeus compreendessem, nem mais para eles e a outra questão é que se quiséssemos comemorar uma Páscoa, teríamos que respeitar o que a Lei de Moisés prescreveu a respeito.

Sem coelho e sem chocolate para tristeza dos fabricantes.

Fiquemos com e em Cristo.