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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

PAZ DE DEUS: ANTÍDOTO CONTRA INIMIZADES, EBD, Lç.5 29/01/2017


EBD – SUBSÍDIO – LIÇÃO 5 29/01/2017.
PAZ DE DEUS: ANTÍDOTO CONTRA AS INIMIZADES.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PAZ QUE EXCEDE TODO ENTENDIMENTO.
II – INIMIZADES E CONTENDAS, AUSÊNCIA DE PAZ.
III – VIVAMOS EM PAZ.


"Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens.".



I – A PAZ QUE EXCEDE TODO ENTENDIMENTO.

1.1       Paz.

Recomendo a leitura do tópico por um dos alunos e uma breve reflexão principalmente sobre a referência feita pelo autor sobre o portador de “Síndrome do Pânico”.

Depressão e as síndromes diversas decorrentes dos conflitos emocionais geralmente provocados por situações adversas,  perda de arrimo como, pai, mãe ou cônjuge, além de algum trauma infantil como violência e abuso sexual, apresentam quadros de distúrbios emocionais levando o portador a profunda tristeza e sentimento de perda da paz.

Aprendamos o que isso significa e não permaneçamos indiferentes como sempre fomos.

O ponto trata da definição da paz como sendo um estado de tranquilidade, mesmo em  situações adversas.

O Espírito de Deus mantém esse sentimento em nosso coração. Desejo paz a todos.

O que mais estranho em minha caminhada é quando, diante do falecimento de um irmão fiel, membros da família, crentes choram desbragadamente, como se não percebessem que a paz nos pertence muito mais ainda, diante da morte. Chorar é natural, mas sem perder essa visão. Salvo em situações de morte violenta quando a dor aumenta.
  
1.2       Paz com Deus.

Particularmente, reconhecendo a doutrina bíblica que trata do assunto, tenho no meu coração que a paz com Deus começa com a entrega da vida a Cristo que nos justifica, porém, essa paz precisa ser cuidada. Qualquer ação contrária a Palavra de Deus, pode levar à intranquilidade ou perda momentânea da paz, se houver temor no coração.  Rm. 5:1.
    
1.3 Promotor da paz.
  
Vivemos em tempo de guerra urbana; no trânsito, no trabalho, nas escolas e muitas vezes em casa o que é lamentável.

Nas igrejas o caso fica mais sério por convivermos dias, meses e anos com pessoas sem parentesco, porém tornados mais que parentes por Cristo e nesse ambiente é que precisamos exercitar e semear a paz.

Façamos o que é bom enquanto há (é) tempo.

Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz. 


II –  INIMIZADES E CONTENDAS, AUSÊNCIA DE PAZ.

2.1 Três tipos de inimizades.

Todo tipo de inimizade é danosa à vida pessoal, à família, ao grupo com quem nos congregamos e finalmente, se nos colocamos em inimizade contra Deus quando nos associamos com o mundo no seu viver sem compromissos.

2.2 Inimizade e soberba.

A soberba é uma porta escancarada para fazer inimigos ou no mínimo angariar antipatia.

Quando a Bíblia recomenda que devemos andar em Espírito para não cumprirmos a concupiscência da carne ou desejos, (Gl.5:16) a razão é simples: O crente espiritual que anda em Cristo e com Cristo, não vive trocando ofensas, nem desconfianças  e não age de maneira a causar danos a quem quer que seja. Esse é o segredo.

Entrei para a vida em comunhão com a igreja em abril de 1965, portanto  há 52 anos e não sei o que é ou foi ter problema com os irmãos, exceto com os carnais que viviam atrás de cargos e com os que vivem no topo da pirâmide, tirando a lã e a pele das ovelhas.

Cabe ao pastor toda atenção para neutralizar as guerras dentro do convívio da igreja, mas se demonstrar inclinação afetuosa por algum membro da igreja para desprezo de outros, o problema está no pastor. Infelizmente há pastor que alimenta divisões e suspeitas.

Neste ponto, cito Filipenses 2.1-9 “Que haja em nós o mesmo sentimento que houve em Cristo...”.

2.3 Inimizade e facção.

Há quem semeia contenta entre os irmãos e é sempre bom saber como Deus considera os tais.
Provérbios 6:19  O Senhor se aborrece de seis coisas e abomina a sétima.: “ (...),  testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.”. 

III –  VIVAMOS EM PAZ.

3.1 O favor divino.

O autor associa a relação que existe entre judeus e gentios, com base em Rm. 11:7 para mostrar-lhes a necessidade de que haja  paz e amor em convivência harmoniosa os judeus por conta da promessa de serem canal de bênção para as nações e os gentios por terem sido alcançados pela bênção abraãmica em Cristo.

Devemos ser agentes da paz e nunca perturbadores dela.

3.2 A cruz de Cristo.

A cruz passou a ser símbolo de reconciliação entre Deus e o homem e entre os homens. Pela morte Jesus uniu pessoas. Deixo de dizer; uniu povos porque muitos se cobrem com a bandeira do Evangelho e as mãos permanecem sujas de sangue inocente.


3.3 A nossa missão.


O tópico fala da nossa missão ou responsabilidade que é ir atrás do perdido, para fazer deles o que fizeram conosco, apresentando-nos o Senhor para uma vida de paz.

domingo, 22 de janeiro de 2017

NA ÁREA CRISTÃ, POSSO ACUSAR PUBLICAMENTE?

POSSO ACUSAR ALGUÉM PUBLICAMENTE?

Percebam que no meu perfil (Facebook ou blogger) trato de assuntos doutrinários e procuro de forma coerente fazer defesa da fé sem considerar-me um “apologeta” no sentido técnico da palavra que para mim, deve exigir domínio de pelo menos a língua grega. Não conhecer o grego, não faz de qualquer pessoa, um ser impensante considerando que para o Novo Testamento e sua época, prevalecia esse idioma cultural.

Quando leio qualquer postagem e assanho-me para comentar, procuro manter a linha editorial do autor, não procuro julgar o texto com a introdução de outros assuntos na esperança que sirva para justificar erros ou acertos.

Tratando-se de nomes em que pese qualquer acusação temos duas situações distintas:

A que trata de vícios e no nosso caso, para assuntos religiosos, notadamente o que é usado para explorar a fé dos crédulos, a que chamamos de “charlatanismo” quando visivelmente por meio de recursos anti-bíblicos tentam manipular pessoas. Quanto a isso; não há dúvida, chumbo grosso em cima ou simplesmente “taca-le pau”.

O que trata de acusações por infidelidade moral, econômica e de abuso de poder. Quem pretender fazê-lo, não deve fazer na página de outro a título de comentário para achar meio de justificar posições.; faça-as na própria página seja no Facebook ou blogger.

O Brasil é rico em ordenamento jurídico. Temos a Constituição Federal que garante direitos e deveres dos cidadãos sem emitir julgamento por quaisquer fatos. Temos o Código Civil que foi promulgado em 2002; ordenamento jurídico que estabelece direitos e deveres com normas mais pessoais que tratam das relações entre pessoas civis de direito público e privado e o Código de Direito Penal que funciona como um laboratório de medicamentos para tratar os que ferem e os que são feridos por transgressão a uma norma jurídica.

Se quero fazer acusação, preciso ser sensato e ter provas suficientes para um possível embate jurídico, portanto, fica descartada a hipótese de acusar com base em paneladas de informações jogadas ao vento.

Assim, respeito muito os meus amigos que escrevem e fico imensamente agradecido quando o mesmo respeito vem como retorno do meu investimento na área.

Genivaldo T Melo.
SP 22/01/207.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

FRUTO DO ESPÍRITO E HÁBITO DA VELHA NATUREZA, EBD Lç.4 22/01/2017

FRUTO DO ESPÍRITO E HÁBITO DA VELHA NATUREZA
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 03 – 22/01/2017.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ALEGRIA, FELICIDADE INTERIOR.
II – INVEJA, O DESGOSTO PELA FELIDADE ALHEIA.
III – A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA.





I – ALEGRIA, FELICIDADE INTERIOR.

1.1       A alegria do Senhor.

Diz o autor: “Quem tem a alegria do Espírito não tem espaço para o desânimo, a melancolia e a inveja”.

Isolo a palavra “inveja” desse comentário para considerar que alegria não tem a ver com a manifestação de prazer à semelhança de quem está numa festa ou exagerando, quem se diverte no carnaval.

Essa alegria que o Senhor nos proporciona pelo seu Espírito, é bem traduzida por gozo, satisfação da alma no Senhor, deleite mesmo diante de qualquer adversidade que possa por algum momento, nos inquietar e trazer desânimo e nos deixar melancólicos circunstancialmente. Isto é possível na condição humana. Muitos homens de Deus sentiram-se assim em algum momento.

“Sei estar abatido” Fl. 4:12 Só sabe estar abatido quem recebe alegria do Senhor.

Fl. 4:4 “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.”.

1.2       A fonte da nossa alegria.

Acho oportuno lembrar a bela oração de Habacuque, 3:17.

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;
Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.
O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas.”  (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda).


1.3 A bênção da alegria.

Quem já passou por prova e manteve a serenidade, sabe exatamente o que significa bênção da alegria ou gozo espiritual. Já passei por muitas lutas e quem esteve próximo a mim, admirava-se de não me ver nervoso, agitado e a razão é simples, na hora do aperto o melhor é confiar no Senhor que sempre nos apresenta uma saída. E essa “alegria” nos mantém confiantes.


II –  INVEJA, O DESGOSTO PELA FELICIDADE ALHEIA.

2.1 Definição.

O autor oferece a definição para “inveja” e esse sentimento está sempre próximo de nós, na vida de alguma pessoa e quem conhece um invejoso, conhece uma pessoa sem sucesso no que faz.

Não dá para dizer que o invejoso é uma pessoa insegura e incapaz que para aliviar o seu peso de culpa por não conseguir vencer, deseja o mal de outra. Engano; há pessoas que tem sucesso, dinheiro, posição e mesmo assim morre de inveja de outro por qualquer motivo e a isso, chamamos de espírito de inveja.

2.2 Inveja, fruto da velha natureza.

O tópico do autor é curto, interessante e pode ser lido aos alunos, todavia faço um comentário a respeito considerando que alguém não frequentador da EBD não deva ter a lição bíblica:

Quando a Bíblia fala da velha natureza ou velho homem (sentido geral) fala daquilo que éramos antes de conhecer o Senhor e receber do seu Espírito.  Inveja é um sentimento perverso e causador de males tanto para o invejoso quanto para o invejado.

Mesmo associando “inveja” com velha natureza é bom saber que muitas pessoas não crentes, não apresentam sentimento de inveja por coisa alguma.

Ef. 4:22 “Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano (...).”.

2.3 Os efeitos da inveja.

O autor considera o efeito da inveja nocivo e cita vários exemplos bíblicos como os irmãos de José em relação a ele, Raquel e Lia, todavia o exemplo mais danoso foi a inveja de Saul sobre Davi a tal ponte de tornar-se uma obsessão o querer mata-lo.

A vida invejosa de Saul arruinou o seu reinado, a família e a própria vida.

A inveja dos sacerdotes deu causa a que prendessem o Senhor.


III –  A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA.

3.1 A alegria no viver.

Recomendo a leitura do tópico em classe.

Considero que a coisa mais importante é ver o crente sorrindo, exteriorizando o que há de bom dentro de si.

Fui pastor em uma igreja e havia uma irmã de boa idade (já dorme no Senhor) que não sorria e aquilo me incomodava . Eu a cumprimentava com um sorriso e ela respondia sem permitir ver a cor dos dentes.  Passei não somente a cumprimenta-la mas apetar sua mão e perguntar como estava e a cada resposta, uma palavra de ânimo. A partir desse momento, ela me cumprimentava sempre com um sorriso.

Sorria. Peça graça ao Senhor, sorrir faz bem e conquista almas para Cristo.


3.2 Alegria no servir.

Servir com alegria é mostrar prazer no que faz e quando faz com alegria, tudo quanto fizer a prosperidade é percebida por todos.

Salmo 1 para leitura.


3.3 Alegria no contribuir.

Para que percebam como trabalhamos nas Assembleias de Deus, está demonstrado neste tópico quando o autor diz:

“O que agrada ao pai não é o valor da contribuição, mas a disposição do nosso coração” .

As Assembleias de Deus foram invadidas por mercenários da fé.

Nem mesmo sabemos pedir dinheiro e louvo a Deus por isso, pela sinceridade daqueles que sempre contribuem sem querer barganhar com Deus, fazem por fidelidade.

No meu blogger tenho duas matérias relativas a contribuição:

“Os dízimos do irmão Virgilio Omito”.
“Os dízimos da irmã Mariazinha”.
São experiências emocionantes.



O MEU NOME É KUNTA KINTÊ.

O MEU NOME É KUNTA KINTÊ (*).

Todos os seres sonham com liberdade.  Prenda um animal e ele ficará indócil e perigoso. Prenda um marido numa relação extremamente controlada e perde-se o marido. Prenda uma esposa de igual modo e perde-se a esposa. Prenda um filho sob excessivo controle e direcionamento de vida que cabe somente a ele e irás chorar para o resto da tua vida.

Todos nós temos  sonhos de liberdade e o maior problema nessa questão é fazer bom uso dela; uns sabem e outros não.  Os que sabem não estão isentos de errar e os que não sabem, rejeitam qualquer admoestação, todavia o ser humano cresce com erros e acertos.

A liberdade abre os pulmões para que a respiração não seja ofegante. Toda pessoa com pouca liberdade sempre traz no rosto, marcas de tristeza e demonstração de angústia.

Nem sempre a falta de liberdade depende de um ente próximo ou de um amigo, muitas vezes a chave da prisão pode estar no próprio coração que insiste em não usa-la com medo dos riscos que isso possa aproximar ou simplesmente o medo das  más lembranças que vez por outra reacende o ódio pelo flagelo sofrido.

Uns têm dupla liberdade e outros apenas uma.

A liberdade da natureza interior sempre foi concedida e muitos fizeram mau uso dela como se pôde conhecer pela história o povo que vivia nas cidades de Sodoma e Gomorra entre outros.

A liberdade espiritual é a liberdade com que Cristo nos libertou e essa nem prisão altera o ânimo razão pela qual, Paulo e Silas oravam e cantavam (atos 16:5) em meio a sombra e ameaça de morte.
Promovamos a liberdade,  pois a perfeita liberdade não compromete o respeito por quem está próximo nem deve.

(*) KUNTA KINTÊ:  Personagem principal do livro e filme “Raízes” de Alex Haley,  muitíssimo premiado que retratou a escravatura sob o orgulho da bandeira americana, considerada a maior democracia do mundo.

sábado, 14 de janeiro de 2017

O PERIGO DAS OBRAS DA CARNE, EBD Lç.3 15/01/2017

O PERIGO DAS OBRAS DA CARNE.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 03 – 15/01/2017.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VIDA CONDUZIDA PELA CONCUPISCÊNCIA DA CARNE.
II – A DEGRADAÇÃO DO CARÁTER CRISTÃO.
III – UMA VIDA QUE NÃO AGRADA A DEUS.


 HÁ QUEM GOSTE DE VIVER PERIGOSAMENTE. SÓ PRECISA TOMAR CUIDADO PARA NÃO DESTRUIR VIDAS.

I – A VIDA CONDUZIDA PELA CONCUPISCÊNCIA DA CARNE.

Confesso que não é qualquer pessoa que possa dar essa aula. Se a vida não condizer com o que vai falar, acho melhor pedir um substituto.

1.1       A concupiscência da carne.

Considero a palavra “concupiscência” muito forte e parece ter sido criada para definir com especificidade o desejo carnal no mais profundo sentido.

Há dois pontos neste tópico que considero importante para passar aos alunos:

O autor mostra a definição para concupiscência como sendo: desejos “malignos” e “lascivos”.

Maligno, o que é simplesmente do mal, não se referindo a satanás o instigador.
Lascivo – Desejo que promove ou incentiva os prazeres sexuais.

O fato de ser maligno sugere que sobre todos os males da vida, satanás deixa sua marca considerando que o prazer dele é levar os homens a afrontarem a santidade de Deus.

1.2       A vida guiada pela concupiscência da carne.

A vida guiada pela concupiscência da carne denota uma vida afastada do governo de Deus; quando Deus é rejeitado, não tendo lugar no coração do crente.

Nesse caso, não há limites para tudo o que se intenta fazer, principalmente destruir lares pelo adultério.

Um texto bíblico forte com um julgamento que já deve acontecer aqui, na nossa consciência encontro em Pv. 7:4-27 que os alunos devem ser estimulados à leitura.

A concupiscência da carne não envolve necessariamente segundas e terceiras pessoas na vida. Há os vícios solitários e desejos ocultos que tem feito muitos naufragarem na fé.

1.3 A vida conduzida pela concupiscência dos olhos.

Lc. 11:34 Se os teus olhos forem maus...
Ap. 3:18 Que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.

Há na Bíblia, muita linguagem figurada para mostrar o significado de um coração sujo que é de onde procedem as saídas da vida e os olhos, a entrada da morte ou da vida dependendo da escolha de cada um.


 II –  A DEGRADAÇÃO DO CARÁTER CRISTÃO.

2.1 O caráter.

Na lição 2 o tópico 2.1 explica o que é o caráter.

Aqui o autor define gramaticalmente o sentido.

Deus atua com sua palavra no caráter do homem e só modifica seus traços se houver permissão interior do próprio homem, assim parece estar intrinsecamente ligada a questão do livre arbítrio.

O caráter se molda  quando houver concordância.


2.2 O caráter moldado pelo Espírito Santo.

O tópico é longo, mas podemos resumir com algumas palavras:

O segredo para a entrada no reino de Deus; ver, sentir e viver é o novo nascimento.
Não se discute essa verdade e ela falta a muitos.

Com o novo nascimento, as transformações para ter a mente de Cristo :
ICo 2:16 “Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo”.

Quero lembrar que o governo de Deus em nossa vida não cuida apenas para evitar os adultérios:

Cuidar bem da esposa, dos filhos, não ser preguiçoso,  encantador de mulheres no zap zap, ser verdadeiro com ou sem a Bíblia debaixo do braço e etc.


2.3 Ataques ao seu caráter.

O autor cita três: A carne, o Diabo e o mundo.

Eu cito quatro:

A carne, o Diabo, o mundo e aqueles que se dizem “amigos” e buscam nos despersonalizar.

  
III –  UMA VIDA QUE NÃO AGRADA A DEUS.

3.1 Viver segundo a carne.

Recomendável a leitura em classe desse tópico, aquela leitura rápida.

Relatando a vida na igreja de Corinto o autor aponta as disputas ali existentes.

Não digo que muita coisa mudou no tocante a isso e sim que outras foram acrescentadas.

Os crentes carnais vivem sempre atrás de uma figura “ícone”, aplaudem tudo sem se olhar no espelho enigmático que é a Palavra de Deus.

O tempo é muito ruim.

Sem querer falar mais falando como cresceram os seguidores dos times de futebol, sem desprezar o direito ao lazer e ao esporte, tão benéfico à saúde.

Odeio fanatismos.

3.2 Vivendo como espinheiro.

Repito a citação do autor no seguinte texto:

Mateus 7:18-22.

Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.
Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?

 A única semelhante é o joio e aí não tem jeito, precisa conviver com cautela, pois não dá para arrancar. Mt. 13.

3.3  Uma vida infrutífera.

Eu tenho um apreço imenso pelas parábolas do Senhor e a parábola da figueira estéril é uma delas. Ela confronta a santarronice de muitos.

Há quem pelo peso da sua identidade moral, não fuma, não bebe, não trai, acha que isto é o suficiente e a bem da verdade, a questão ligada a moralidade é apenas uma plataforma da vida cristão. Sem frutos, nada.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

O PROPÓSITO DO FRUTO DO ESPÍRITO - EBD Lç 2 08/01/17 subsídio

O PROPÓSITO DO FRUTO DO ESPÍRITO.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 02 – 08/01/2017.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VIDA CONTROLADA PELO ESPÍRITO.
II – O FRUTO DO ESPÍRITO EVIDENCIA O CARÁTER DE CRISTO EM NÓS.
III – TESTEMUNHANDO AS VIRTUDES DO REINO DE DEUS.

 Não há Evangelho sem frutos e as igrejas precisam contribuir para isto.


I – A VIDA CONTROLADA PELO ESPÍRITO.

1.1       O que significa ser controlado pelo Espírito Santo?

A mesma pergunta na forma negativa: O que significa não ser:

Não ser, caímos nas “obras da carne” com suas concupiscências incontroláveis.

Ser controlado não significa ser conduzido pelo Espírito como se estivéssemos “encabrestados”.

Ser controlado não significa que perdemos nossa identidade e a nossa liberdade de escolha, opções ou determinação pelo livre arbítrio.

Significa comunhão plena e satisfação em glorifica-lo cada vez que dizemos voluntariamente “não” as obras da carne.

Não podemos pensar que somos autossuficientes  para combater o mal, pois a Bíblia nos diz que “o Espírito ajuda na fraqueza.  Rm. 8:26. Ajuda também nas ocasiões das quais não temos conhecimento.

Há muitos cristãos que possuem um rigoroso código de ética, próprios da sua personalidade e que formam o caráter; esses  nem precisariam observar as recomendações bíblicas quanto a vida moral. Ocorre que pecado não é apenas usar os membros do corpo para sua prática. A omissão é um dos muitos pecados praticados pelos não adúlteros.

1.2       Um viver santo.

O mundo atribui a tudo, um ar místico, mas no caso da doutrina da santidade, o que á por trás é a disposição de não servir ao pecado.

Rm. 6:6 Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado.

Rm. 6:12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências.

O  “viver santo” é bom quando não nos  sentimos forçados a viver uma vida santa. Isto só acontece com quem não tem controle próprio.

Se durante os últimos trinta ou quarenta  anos, as assembleias de Deus tivessem investido no coração dos crentes para amarem a Deus de forma plena, aproximando-os o mais que pudesse e contando com o Espírito Santo da graça, os resultados teriam sido outros; não teríamos perdido tantos crentes. Investimos mais nas proibições como forma de conduzir a igreja em santidade.

Uma vida santa é uma vida de amor incondicional a Deus  que não se coaduna com o viver mundano.

1.3 A verdadeira comunhão.

Muito interessante a citação do autor com relação à comunhão: “Invista tempo no seu relacionamento com Deus”.

Existem algumas frases interessantes que podemos adequar aplicando neste tópico.

“Você é o que você come” (a.desconhecido) em relação ao corpo e alimentação.
“Você é o que você vive” (a.desconhecido) em relação ao bem estar e disciplina.

Assim também em relação a Deus e a nossa comunhão com ele. Se temos uma vida que predomine os interesses materiais como negócios, trabalho e lazer em detrimento à comunhão, não há muito  que discutir, pois temos diante de nós uma relação corrompida e o resultado nunca é bom.

A plena comunhão precisa de uma resposta para a seguinte pergunta: O quanto queremos de Deus? Se nos conformamos com água nos artelhos; paciência. Ez. 47:3.


II –  O FRUTO DO ESPÍRITO EVIDENCIA O CARÁTER DE CRISTO EM NÓS.

2.1 O que é caráter?

O autor usa a definição do dicionário  Houaiss como sendo qualidade inerente a um individuo desde o nascimento, temperamento, índole.

Conhecemos na Bíblia o caráter de muitos personagens e que são mostrados sem cera.
Caim, Abel, José, seus irmãos, Acabe em relação a Nabote e etc.

A pergunta é:  Sendo o caráter equivalente ao código genético, o Evangelho tem o poder de muda-lo ou apenas as pessoas de boa índole se salvam?

Eu não penso que o caráter seja mudado, mas perfeitamente dominado e controlado pelo Espírito de Deus. Basta um descuido e vemos pessoas voltando às práticas habituais.

Isso dá uma boa discussão já que o Evangelho propõe nova vida, vida transformada, nascidos de novo ou simplesmente há pessoas que entram para a igreja, mas a igreja não entra nelas?!

É bom lembrar as palavras do Apóstolo Paulo em relação a isto mesmo:

ICo.9:27 “Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”.


2.2 Caráter gerado pelo Espírito Santo.

Mesmo sendo o caráter um conjunto de valores positivos ou negativos que acompanha o individuo desde o nascimento, o autor nos mostra que o Espírito de Deus habitando no homem, muda o seu caráter. Considere o que escrevi no tópico anterior.

Vou tentar dar um exemplo:

Temos muitas situações de divórcio cuja partida sempre está em um cônjuge ou nos dois.

Vejamos; sou casado há 46 anos e não conseguimos arranjar motivos para divórcio por que nos respeitamos e levamos em conta o que diz João na sua carta:

IJo.3:15 “Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele.

Na versão ARC “Qualquer que aborrece ao seu irmão...”.

Como duas pessoas com índoles ou caráter diferentes podem conviver juntas? Se tiverem o mesmo Espírito que os controle e se aceitarem a correção de Deus.  Hb.12:7
                                         

III –  TESTEMUNHANDO AS VIRTUDES DO REINO DE DEUS.

3.1 O propósito do fruto.

Revelar uma vida ativa e fazer a diferença no mundo é o principal propósito.

É muito  comum os irmãos serem julgados quando não comparecem a  um culto ao  ar livre ou não fazer parte de um grupo de visitas e isto é uma visão equivocada; simples:
A igreja possui atividades que distribui entre os membros e nem todos podem estar presente nessas atividades e não podem ser desprezados por essa razão. Uma vida aparentemente normal e alegre pode esconder profundas dificuldades no lar.
Pelas parábolas do Senhor, à semelhança da figueira estéril podemos compreender que o reino de Deus exige uma vida atuante e uma igreja atuante.

Tudo o que disse acima significa apenas  que todos temos responsabilidades com os deveres cristãos, mas isto é de todos, portanto não preciso olhar para o lado e julgar como queira.


3.2 Uma vida produtiva.

Jo. 15:5  “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.”.

Estar no Senhor é o segredo de uma vida produtiva.

3.3  O que fazer para manter a produtividade.

Amor, profundo amor por Cristo e o seu Reino. Deus não poupa bênçãos e dons para quem é sincero e ama produzir.

Além de tudo, a falta de fruto na vida pode comprometer a salvação.

Lc. 13:7 E disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho. Corta-a; por que ocupa ainda a terra inutilmente?